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O SILÊNCIO DOS OUTROS

Em 1977 o parlamento espanhol aprovou uma Lei de Anistia que garantia a liberdade de todos os presos políticos e a proibição do julgamento de qualquer ato criminoso ocorrido durante a ditadura de Francisco Franco no país. O Franquismo assombrou a Espanha durante 38 anos deixando um imenso número de vítimas e parentes sem respostas. Os cineastas Almudena Carracedo e Robert Bahar foram atrás desses sobreviventes e, durante um período de 6 anos, entrevistaram pessoas como José Galantes, que hoje em dia vive muito próximo de seu torturador, e Maria Martín, que até hoje não conseguiu ter acesso aos restos mortais de seu pai, morto durante o regime.

Data de lançamento: 28 de fevereiro de 2019 (1h 35min)

Direção: Almudena Carracedo, Robert Bahar

Elenco: atores desconhecidos

Gênero: Documentário

Nacionalidade: Espanha

CINECLUBE SALADA DE CINEMA EXIBE QUEM MORA LÁ

Estabelecida sobre um túnel e ao lado de um córrego, a pequena comunidade do Pocotó resiste ao avanço dos prédios no abastado bairro de Boa Viagem, em Recife. Surpreendidas por uma ordem de despejo, as famílias – que vivem no local por mais de quinze anos – se veem na iminência de ficarem sem casa. “Quem Mora Lá” conta a história desses moradores enquanto se planejam para participar da ocupação de um prédio abandonado.

2º Ciclo Para Acalmar o Mundo – Literatura & Atitude

O mundo te parece acelerado, bagunçado, desajustado? Vamos falar sobre isso? O 2º Ciclo para Acalmar o Mundo – Literatura & Atitude é um evento bienal que debate os problemas sociais contemporâneos. Em sua segunda edição apresentará iniciativas de autores que narram suas histórias ou trazem ao contexto personagens que buscaram uma porta de saída para a desagregação política, social e cultural.

O evento em formato de Roda de Conversa terá a participação das autoras Soninha Francine, Luiza Pezzotti e Marina Costin Fuser, com a mediação da escritora e ativista cultural Claudia Canto.

Haverá venda de livros, tarde de autógrafos e coquetel oferecido pelo Instituto Ibero-Brasileiro de Relacionamento com o Cliente.

SOBRE AS AUTORAS E SUAS OBRAS:

Obra: Marjorie, por favor – A história de uma ex-interna da Febem

O livro fala da libertação através do teatro e sobre a descoberta da intersexualidade de uma ex-interna da Febem. É uma intensa narrativa biográfica sobre Marjorie Serrano – dramaturga, multiplicadora do Teatro do Oprimido de Augusto Boal, pai e mulher. A obra traz os pesadelos e suas vivências, que começam na época da ditadura militar brasileira, ao ser enviada com apenas dois anos de idade para a Funabem (Fundação Nacional do Bem-Estar do Menor), passando pelo teatro e pela experiência como atriz viajante até a recente descoberta de sua intersexualidade – termo correto para se referir a “hermafrodita”, indivíduo que possui os dois tecidos, masculino e feminino. Um caminho de transição difícil, de Augusto, seu nome de registro, para Marjorie.

Autora: Luiza Pezzotti

Luiza Pezzotti é Jornalista formada pela PUC-SP. Escritora do livro “Marjorie, por favor – A história de uma ex-interna da Febem, a libertação pelo teatro e a descoberta da intersexualidade”, primeiro TCC publicado como livro pela EDUC (Editora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e lançado em 2018. Descobriu na história de Marjorie a possibilidade de unir jornalismo e teatro. Também é atriz formada pela INCENNA, Escola de Teatro e Televisão, tendo diversos cursos nas áreas de interpretação, cinema e roteiro. Trabalhou no Núcleo de Reportagens Especiais da Record TV e atualmente é produtora na Record News.

Editora: EDUC – Editora da Pontifícia Universidade Católica

Obra: Dizendo a que veio – Uma vida contra o preconceito

Atrevida e solidária, Soninha Francine não cansa de nos surpreender. Em uma ação social pela cidade de São Paulo, ela se apaixonou por um morador de rua, e por essa paixão foi até o fim, enfrentando a resistência de todos. No livro, Soninha revela sua atração pelos “feios e sujos” e também conta os bastidores de seu convívio com protagonistas da política brasileira, como José Serra e João Doria. Ela sabe que ser feminina tem mais a ver com a capacidade de transgredir limites. Ao ir além, enfrentar preconceitos e expandir possibilidades para todos, assume sua luta pela evolução da espécie: “nossa história darwiniana não é uma narrativa de adaptação, e sim uma história de desafio e destemor”.

Autora: Soninha Francine

Cursou magistério no segundo grau e se formou em cinema pela ECA-USP. É jornalista, apresentadora e radialista. É vereadora em São Paulo no segundo mandato, foi duas vezes candidata à Prefeitura de São Paulo. Pelo município exerceu os cargos de Subprefeita da Lapa e Secretária de Assistência e Desenvolvimento Social. Pelo governo do estado foi Superintendente da Sutaco e Coordenadora de Políticas para a Diversidade.

Editora: Tordesilhas

Obra: Palavras que dançam à beira de um abismo – Mulher na dramaturgia de Hilda Hilst

A história lança luz sobre um teatro escrito à sombra da ditadura brasileira. A dramaturgia de Hilda Hilst é um grito de protesto diante das arbitrariedades perpetradas pelos algozes do regime. Em meio aos escombros da barbárie humana, resplandece a donzela guerreira. No livro, são mapeadas as trajetórias  de mulheres que buscaram caminhos de transcendência. Seu lirismo remete a possibilidades, movimentos e viradas de jogo. A mulher em Hilst não se encerra em definições fechadas; ela se desdobra tal como um leque, feito de múltiplas camadas. Hilst vislumbra o transitório, no calor dos processos metamórficos que atravessam suas personagens. Sua dramaturgia é feita de alegorias, que se entrelaçam em uma tessitura delicada, na qual poesia e teatro se encontram.

Autora: Marina Costin Fuser                                                                                                         

Editora: EDUC-Armazém da Cultura

Socióloga, doutora em cinema e estudos de gênero em Sussex. Dentre suas pesquisas, destacam-se: o estudo sobre a emancipação da mulher em Simone de Beauvoir e o estudo sobre mulheres no teatro político de Hilda Hilst. Além disso, trabalha com narrativas nômades e diaspóricas de mulher no cinema de Trinh T. Minh-ha. Autora do livro Palavras que dançam à beira de um abismo: mulher na dramaturgia de Hilda Hilst (Educ/Armazém da Cultura, 2018)

Cineclube Salada de Cinema exibe Meu Corpo é Político

O cotidiano de quatro militantes LGBT que vivem na periferia de São Paulo. A partir da intimidade e do contexto social dos personagens, o documentário levanta questões contemporâneas sobre a população trans e suas disputas políticas.

O Cineclube Salada de Cinema é uma produção ATO Cultural.

PERMUTA-SE

O A Gente Atores em parceria com a Matilha Cultural convida a todos para participar da leitura de roteiro do diretor, produtor e roteirista Heitor Dhalia.

Conheça o trabalho do cineasta
https://www.paranoidbr.com/diretores/heitor-dhalia

As leituras serão realizadas com participações dos integrantes do Grupo de audiovisual A gente atores , atores convidados e também atores que estiverem presentes no dia da leitura.

Quem tiver interesse em fazer a leitura ou acompanhar , levar computador, iPad, Kindle, ou qualquer forma para conseguir baixar o arquivo. Disponível wi-fi no local. Não vamos trabalhar com papéis por questões ecológicas.

Esse projeto tem como objetivo a união de artistas sem glamourização para leituras de roteiros e reflexões.
O que queremos e vamos falar como artistas nos tempos atuais?
Vamos fazer essa troca artística PERMUTA-SE.

Resistência!

Para mais informações siga os Instagrans @a.gente.atores @matilhacultural

NOITES DO CONGO

A partir desta quinta-feira, 21, o projeto “Noites do Congo” retorna para a programação de Happy Hour quinzenal da Matilha Cultural. Há um ano a casa multicultural, localizada no centro de São Paulo – SP, reserva dois dias no mês para se dedicar à música congolesa em parceria com a banda Groove Lokolé.

Idealizada em São Paulo, no início de 2015, a banda é composta por músicos africanos, em sua maioria do Congo. Com repertório eclético, Groove Lokolé transita entre as principais vertentes do ritmos tradicionais e modernos da música típica do continente, com foco em rumba congolesa e os gêneros mais dançantes no estilo Nmondolo (Selene e Kimboka), com as combinações de guitarra e sonoridade do Congo.

ENTRADA COLABORATIVA

CLIMAX

SINOPSE

Nos anos 90, um grupo de dançarinos urbanos se reúnem em um isolado internato, localizado no coração de uma floresta, para um importante ensaio. Ao fazerem uma última festa de comemoração, eles notam a atmosfera mudando e percebem que foram drogados quando uma estranha loucura toma conta deles. Sem saberem o por quê ou por quem, os jovens mergulham num turbilhão de paranoia e psicose. Enquanto para uns, parece o paraíso, para outros parece uma descida ao inferno.

Direção: Gaspar Noé

Elenco: Sofia Boutella, Romain Guillermic, Souheila Yacoub

Gêneros Drama, Suspense

Nacionalidade França

Não recomendado para menores de 18 anos

Forró dos Ratos

Forró dos Ratos 100% vinil na Matilha Cultural

Trazendo aquele forró dançante 100% vinil pra conhecimento de todos com muita amizades dança, venha dançar como você quiser….

Djs Residentes:
Thiago Silva @Lokodosdisco
Rodrigo Ferrolho @howdreego

Das 18 às 19:30 com Entrada Colaborativa
Após esse horário a entrada fica R$10 até às 23hrs

Organização Ataliba ViÑas
Realização MATILHA CULTURAL

Pré-Lançamento Oficial Filme “Quebra-Queixo”

No ano que a Matilha Cultural completa 10 anos de existência, o Selo Matilha, plataforma musical que fomenta a cena hip hop nacional independente desde 2010, lança o filme da nova música “Quebra-Queixo”, do músico RAPadura Xique-Chico, disponível nas plataformas digitais desde o último dia 15. Pré-Lançamento do filme será no dia 28/03 no Cine Matilha com direito a discotecagem com KL Jay e Djmarco Antonio.

Com roteiro e direção de Ricardo Costa e José Simonetti e formato de trailer de um longa-metragem, as gravações aconteceram no sertão da Paraíba e instigam o espectador à reflexão da dicotomia das relações sociais, baseado na letra do single que traz questionamentos ao consumismo e diferenças de classes. O single faz parte do novo disco de Rapadura, que será lançado posteriormente e tem produção musical de Carlos Cachaça e produção executiva de William Gil aka Zulu.

VENHA ASSISTIR EM PRIMEIRA MÃO AQUI NA MATILHA

ENTRADA COLABORATIVA

FEVEREIROS

O documentário foi responsável por registrar a vitória da escola de samba carioca Estação Primeira de Mangueira em 2016, que teve um enredo homenageando a cantora baiana Maria Bethânia. Além de filmar a escola e os preparativos do barracão, a produção ainda acompanhou a cantora nas festas da Nossa Senhora da Purificação, na Bahia.