Dj Nuts está em casa na Matilha Cultural

DJ Nuts é um dos nossos grandes mestres e referência quando o assunto é DJ no Brasil, considerado um dos maiores conhecedores, pesquisadores e colecionadores da música brasileira, sua caminhada já é longa e trilhou por boa parte da história do rap nacional.

Entrada Colaborativa + serviço matilha*
*cobertor para o mês de julho, campanha do cobertor o mês todo

 
EVENTO NO FACE

Drauzio Dichava

Exibição da web-série [Drauzio Dichava] e um bate-papo com Dr. Drauzio Varella e convidados, Nathalia Oliveiria [Iniciativa Negra – Por uma Nova Política de Drogas], Renato Filev [Pesquisador do Cebrid – Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas], Gabriela Moncau e Dayane Rodrigues Santos – Marcha da Maconha – SP.

 

O evento conta com a discotecagem da DJ Nat Jakovac – RAP HOUR

“Please Don’t Touch”, exposição fotográfica da cultura Lowrider, ocupa a Matilha Cultural

A cultura Lowrider chega à Matilha Cultural com a exposição do fotógrafo e videomaker paulistano Rafael Ambrosio. A ocupação “Please Don’t Touch”, que abre no dia 18 de maio, apresenta 11  anos de registros do movimento no Brasil, países europeus e EUA através das lentes de Rafael. Com objetivo de mostrar como a cena é conduzida nesses locais, traz a verdadeira ideologia e o que o faz crescer cada vez mais desde o seu início, ainda na década de 50, quando os Mexicanos passaram a personalizar seus carros com pinturas e rebaixamentos. O Lowrider vai além da estética, questionando desde o seu princípio o capitalismo ao reutilizar e dar novas funções e caras para automóveis usados e antigos, geralmente descartados pelo sistema que insiste no status do veículo novo.

Geralmente, o termo “Don’t Touch” (Não Toque) é utilizado em adesivo de para-brisa de carro, indicando para as pessoas não tocarem. Para o fotógrafo, a expressão vai além do impacto materialista de danificar o veículo: “É para deixar claro que não toquem na minha cultura, não mexam, não sujem, não amassem e não apaguem a minha história”, confirma. No evento de abertura, que acontece dia 18 de maio, a partir das 16h, teremos participações de renomados nomes da cultura Lowrider no Brasil e da street music, como Blenzer Low Rider, Funk Buia, DJ Novset, Mr. GrandeE e DJ Julia Weck.

Aos 29 anos, Rafael é considerado fotógrafo precursor do movimento no Brasil. Seu primeiro contato foi aos dez anos com os vizinhos do Capão Redondo, São Paulo – SP, que já estavam inseridos na cena. Aos 15 começou a registrar as atividades ainda de maneira amadora, mas ao chamar atenção com  seu talento, foi indicado para uma oficina de audiovisual em uma ONG na Zona Sul da capital paulistana. Desde então, usa essas ferramentas de trabalho para também registrar e documentar sua vivência dentro desse universo paralelo que é a cultura Lowrider.

Rafael iniciou o curso de Cinema na faculdade Anhembi Morumbi, estou Rádio e TV no Canal Futura em um projeto parceiro com a fundação Roberto Marinho. Fez diversos cursos livres em renomadas instituições locais, como Instituto Criar, Senac, Instituto Tomie Ohtake, Escola de Cinema e DRC. Em 2016 participou do documentário “Lowrider Brasil” (vídeo no final desse artigo), dirigido pelo francês Stephane Benini, selecionado para oito festivais de cinema internacionais e premiado em quatro deles (Arizona Short Film Festival; Digital Griffix Film Festival; South Film and Arts Academy Festival; London Motor Festival 2016). Em 2017 recebeu o convite para expor seu trabalho em Clermont Ferrand, França. Neste mesmo ano teve seis fotos de seu projeto publicadas no livro “The World Atlas of Street Fashion”, de Caroline Cox, em Londres. Já em 2018, foi premiado em uma exposição fotográfica em Los Angeles pela “Lowrider Magazine”, a maior revista da cena no mundo.

A exposição “Please Don’t Touch” ocupa a galera da Matilha Cultural até o dia 8 de junho.

Serviço:

Exposição “Please Don’t Touch”, de Rafael Ambrosio, na Matilha Cultural

Endereço: Rua Rego Freitas, 542 – República, São Paulo, SP

Abertura: 18 de maio, entre 16h e 21h

Datas de visitação: Entre 19/05 e 08/06

Horários de visitação: ter. a sab. das 12h às 22h; dom. das 10h às 20h

Entrada Colaborativa

LOWRIDER BRASIL from Stephane Benini on Vimeo.

Histórias Que Ouvi – 10 anos de DNO

O blog “Desculpe, Não Ouvi” completa 10 anos de uma forma muito especial: Numa vivência real da experiência do blog, com muita informação, diversão e celebração da audição e de tecnologias auditivas.

Venha comemorar com a gente e descubra o que te aguarda no evento:
• Abertura com Jairo Marques, jornalista da Folha de São Paulo.
• Exposição #HistóriasQueOuvi! com fotos e histórias do blog.
• Stands de tecnologias auditivas.
• Palestras de especialistas, pais e usuários com legenda ao vivo e intérprete de Libras.
• Diversão para as crianças.
• Troca de experiências entre usuários e candidatos a tecnologias auditivas num dia dedicado à poesia sonora que a vida oferece!

Uma oportunidade única para fazer novos amigos e reencontrar os antigos! Você não pode ficar fora dessa! #VemGente!

Inscreva-se pelo site:
desculpenaoouvi.com.br/festa

DJ QUEM? Uma noite diferente! Estreia 24 de Abril

Quem será?

Uma noite engraçada e diferente, embalada por uma seleção musical feita por alguém que não é DJ, uma proposta orgânica junto dos amigos e amigas sem nenhum compromisso, e com todos os direitos à qualquer tipo e estilo de música e gostos. Venha ver e ouvir quem é o DJ.

Espalhe com #DJQuemNaMatilhaCultural

Tríptico Ocupa Matilha

TrípticoOcupaMatilha

Matilha Cultural recebe ocupação do coletivo Tríptico

Coletivo composto por Caligrapixo, Senk e Sator expõe quadro inédito criada pelos três e obras individuais. Com curadoria de Juliana Akina, exposição “Tríptico” apresenta imersão nos diferentes universos dos artistas com o objetivo de dar força à cultura urbana e independente. A ocupação acontece de 11 de abril a 10 de maio.

A parceria com a Matilha Cultural, que completa 10 anos em 2019, reforça os semelhantes objetivos de dar força e público para a cultura urbana e independente. “É respeitando o traço, o gestual e as cores de cada individualidade que se forma este coletivo. Já no primeiro contato se percebeu a imensa pluralidade no entendimento e experiência de cada integrante de Tríptico, mostrando diferenças, congruências e relações nas produções artísticas por eles exibidas”, define a curadora Juliana. Desde setembro de 2018, os três artistas criaram o coletivo Tríptico a partir da vontade de ter um espaço de produção para trocar experiências e técnicas entre eles e, acima de tudo, propagar seus trabalhos e atingir cada vez mais pessoas. O ateliê fica localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo – SP.

CALIGRAPIXO, nome artístico de Marcos P. da Silva, atua desde 1996 nas ruas de São Paulo como pixador. Conhecido pelo diferencial da sua caligrafia, criada por meio de estudos e pesquisas profundas da tipografia dos pixos paulistanos, o artista segue ao máximo o padrão de arquitetura da cidade e busca se fundir à paisagem. Em seu trabalho, desenvolveu quatro alfabetos distintos, que são considerados diferentes do que é visto pelas ruas por serem muito estilizados, uma vez que todas as letras juntas, em um emaranhado de palavras, se tornam pinturas abstratas. A proposta principal de Caligrapixo é instigar o espectador a decifrar o que foi escrito como um todo, fazendo-se notar a rua de uma outra forma e tornando-a presente no nosso cotidiano.

De São Mateus, extremo leste de São Paulo, Fabiano Serencovich, o SENK, é publicitário de formação, mas dedica a carreira às artes. Apesar da identificação pictórica urbana com o universo do street art, suas obras são pautadas na história de sua família – do norte de Minas Gerais, região de sustento do campo, com agricultura de subsistência, criação de gado, garimpo – e no ambiente rural do Vale do Jequitinhonha. O artista costuma ilustrar personagens do sertão, em cenários locais, com alta dose de surrealismo. A aparência humilde contrasta com o uso de folhas de ouro, prata e bronze, em representações estilizadas da vida rotineira.

Nascido em São Paulo, SATOR desenha desde a infância. Aos vinte anos se mudou para a Europa, onde viveu entre Espanha, Inglaterra, Alemanha e Suíça, trabalhou nas mais diversas áreas, mas nunca abandonou a arte, aproveitando para se desenvolver e trazer para as paredes, papéis e telas seus sentimentos, noções e visões da sociedade. O desenhista recria a realidade e foge do senso comum com a influência do caos urbano onde foi criado e ainda vive – a partir disso, em suas obras trazem a fragmentação em linhas e traços orgânicos que confundem formas abstratas e reais, explorando diferentes dimensões. Com pitadas de simbolismo, religião, lisergia, sensualidade, cores e transparências, busca direcionar o público a um momento de reflexão sobre a condição social e humana.

CINE ALAGOAS | PROGRAMAÇÃO 2

EM OBRA  (Alice Jardim) 

SINOPSE: Como se constrói um olhar?

TODAVIA (Alice Jardim)

SINOPSE: Entre vias e transformações, um organismo vivo. A cidade a partir de outro olhar ? cenas urbanas triviais ? delineando geometrias imaginárias que entrelaçam fluxos reais.

DILUÍDA  (Alice Jardim)

SINOPSE: A cidade transborda em miragens de luz.

CRIATURA (Nivaldo Vasconcelos, Alice Jardim)

SINOPSE: As amarras invisíveis se derretem e a mulher está pronta para a metamorfose.

ZOÉ  (Alice Jardim)

SINOPSE: Dançar a dança da cidade é propor discutir ou simplesmente sentir a beleza que se esconde por trás das sombras, do tráfego do trânsito, do barulho que se faz música, do vento que dança nas saias, nos cabelos, nas árvores e dentro da gente.

MARÉ VIVA ( Alice Jardim e Lis Paim)

SINOPSE: Não há em mim a cidade onde tantos homens nadam. Só maré enquanto a persigo. Um filme para Maceió.

ENTRE CÉUS (Alice Jardim )

SINOPSE: Ver a olho de pássaro, do alto, mas também ver o detalhe. A ambição de estender ao máximo a capacidade de observar acompanha a Idade do Ouro dos holandeses. O que ocorre quando olham outras terras e outro mar, vastíssimos, ao oposto da terra natal?

CINE ALAGOAS | PROGRAMAÇÃO 1

PARTEIRAS (Direção: Arilene de Castro) 

SINOPSE: Este documentário é parte integrante do Inventário de Saberes e Fazeres da Pessoa Idosa do Campo de Alagoas, que se propõe a criar ferramentas de registro, proteção e transmissão do conhecimento tradicional sustentado por sábios (as) especialistas da Produção Artesanal, Gastronomia Popular, Farmacopeia e Parteria Tradicional no Agreste e Sertão alagoanos. Filmado em Coité do Noiá, Arapiraca, Olho D?água Grande, Minador do Negrão, São Sebastião, Igaci, Palmeira dos Índios, Major Izidoro e Jaramataia.

CORAÇÃO SEM FREIO (Direção: Cris da Silva e Hallana Lamenha) 

SINOPSE: Débora não tem freio no coração.

EU ME PREOCUPO (Direção: Paulo Silver)

SINOPSE: Após a morte do marido, Jande tenta reconstruir sua vida. Paulo, seu filho, procura entender a direção que as coisas tomaram.

TERESA

SINOPSE: A vida de uma jovem Performer entra em conflito quando ela é convidada para interpretar Santa Teresa D’Ávila em um filme.

CINECLUBE SALADA DE CINEMA EXIBE LUCIA VOLTOU A FUMAR

Duração: 23 min,
Diretor: Iuri Bermudes da Weinberger
Elenco: Adriana Guerra
Produção: Iuri Bermudes da Weinberger
Fotografia: Charlene Rover
Roteiro: Iuri Bermudes da Weinberger
Duração: 23 min Ano: 2017
País:  Brasil
Cor: Colorido
Sinopse: Foram dois anos sem fumar, e agora talvez, ela passe uma vida inteira fumando.

RAIVA

Classificação: 14 anos

Direção: Sérgio Tréfaut

Roteiro: Sérgio Tréfaut baseado no romance “Seara de Vento” de Manoel da Fonseca.

Elenco: Hugo Bentes, Sergi Lopez, Leonor Silveira e Catarina Wallenstein.

Sinopse: Portugal, 1950. Nos campos desolados do Baixo Alentejo, maltratados pelo vento, pela miséria e a fome, a violência explode: dois assassinatos numa noite. Qual a origem desses crimes? Baseado no romance Seara de Vento de Manuel da Fonseca, Raiva conta a história de uma família de camponeses, que luta pelo trabalho e pela dignidade durante a ditadura portuguesa.