Funcionamento de terça a domingo #MatilhaCultural contato@matilhacultural.com.br

Pocket Show Cocão a Voz + Lançamento de livro

Cocão Avoz é resistência. Nascido Edmauro Teixeira de Almeida, na zona sul de São Paulo, o músico está ligado à cultura Hip Hop desde 1999, quando iniciou sua carreira no grupo de rap “Versão Popular”. Conhecido nas quebradas por sua luta na propagação da cena musical da zona sul paulistana, seu trabalho representa a importância dos movimentos culturais criados nas periferias brasileiras.

Assim como o movimento Hip Hop, a literatura também está muito presente em sua vida. Atuando, há 16 anos, como um dos responsáveis pelo coletivo “Sarau da Cooperifa”, Cocão utiliza a poesia e o rap como ferramenta de transformação social, incentivando o público a exercer a escrita poética, incluindo no diálogo os desafios atuais, e ao mesmo tempo, criando e reconstruindo uma realidade além do que é veiculado pela mídia convencional.

Em 2019, lançou seu primeiro livro Pra Não Dizer Que Não Falei Das Ruas, uma combinação de letras de rap e poesia. O título é uma alusão a música “Pra não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré, escrita e cantada em 1968. Assim como na canção, o autor traz no livro poesias que falam desde luta e decepção até a trajetória e realização de mulheres que seguem alcançando vitórias, como ele relata nos versos de “Diaristas”.

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Ruas é uma combinação de textos poéticos, mas é também um livro sobre tentativas e sonhos de quem vive a dolorosa busca por representatividade – e sobre a importância da união e do movimento cultural organizado na periferia.

ENTRADA COLABORATIVA

Grande Final SNG 2019

👊🏾👊🏾👊🏾👊🏾👊🏾👊🏾👊🏾👊🏾👊🏾
Salve!!!
O campeonato mais popular do Brasil na atualidade está de volta com muita irreverência, técnica e um público ácido que cola pra ver batalhas épicas entre DJs brasileiros.

Você está convocado pra colar na nossa GRANDE FINAL de 2019 na MATILHA CULTURAL que fica no centro de SP próximo ao metrô República em pleno centro de Sâo Paulo e pra não esquecer a entrada é FRANCA!

Nessa grande final 4 DJs disputam o grande prêmio fornecido pela nossa patrocinadora Alpha Áudio e Video!

Quem foi já sabe, tem sorteio de brindes de nossos parceiros durante o campeonato!

E NO RINGUE OS FINALISTAS:
DJ NIKO
Dj Gio Marx
DJ VINZZ
DJ Will Martins (Atual campeão SNG)

JURADOS:
Dj Pow Brasil
Dj Marco SP
DJ SouJazz
Dj Shinpa
Djbulldog Lado Leste

APRESENTAÇÃO:
DJ Erick Jay
DJ BASIM

DISCOTECAGEM:
DJ Tati Laser Oliveira
DJ RM Brasil

LOCAL: MATILHA CULTURAL
R. Rêgo Freitas, 542 – República, São Paulo – SP, 01220-010
https://goo.gl/maps/pKoHqoUhVGTURVt37
5 Minutos da Estação República da linha 3 Vermelha do Metrô.

PATROCÍNIO:
Alpha Áudio e Video

REALIZAÇÃO:
Gringos Records
DJ Erick Jay
DJ BASIM
DJ RM Brasil

APOIO:
MATILHA CULTURAL

Mais informações em breve

Sarau Papo de Mina – Consciência Negra

Novembro ta ai, e o Sarau Papo de Mina está de volta com força total 😉

Vocês estavam com saudades? Porque nós estávamos morrendo !

Esse mês estaremos ocupando mais uma vez o espaço do MATILHA CULTURAL, uma entidade autônoma, cheia de história e representatividade bem no centro de SP.

Dia 20/11 é celebrado o Dia da Consciência Negra, uma data que dá importância e evidencia o reconhecimento dos descendentes africanos na constituição e na construção da sociedade brasileira.
Ser negro no Brasil não é tarefa fácil, a população negra representa mais que a metade da população de todo o país, porém mesmo assim ainda faltam direitos, falta respeito, falta visibilidade, reconhecimento …

Buscando abordar pautas como a Objetificação do Corpo Negro, Genocídio Negro, Colorismo, Feminismo Negro, Apropriação Cultural e Black Money, entre outros pontos é que o Sarau Papo de Mina convida a todos para nossa roda de conversa.

Afinal, COMO É SER NEGRO NO BRASIL?

Roda de conversa:
Audrey Carolini
Amanda Bibiano
Denise Mazagao
Eloy Polemico
Msor
Jônatas Silva
Lucas Amorim (Ghetto)

Poesia:
Gisele Oliveira
Ca Xota
Déa Da Sul
Larissa Cordeiro
Everson Anderson

Música:
Torya Jenni

Bolo de pote:
Tia Preta – Quero Doce

Arte:
Naná Toin Toin
Pretas Bottons.

Brechó:
Cris Lima (@brechodacrxs)
Rancho Mont Gomer (Rancho Shopp)

Dj Gabriela Lopes (Dj Gabs)

EM BREVE MAIS ATRAÇÕES ♥

Loop Sessions São Paulo #230

Toda primeira quarta do mês chegamos na MATILHA CULTURAL para nossas edições mensais do Loop Sessions São Paulo.
Para participar leve sua máquina, fone de ouvido com adaptador p10 e adaptador para tomada (caso precise). O disco é por nossa conta.

Regras do evento:
7 minutos de sample
5 horas para produzir seu beat
2 minutos para apresentar

Evento gratuito, vagas por ordem de chegada.

Curso Indígenas Identidades Decoloniais Paulistanas

OLHA SÓ O NOSSO “CURSO INDÍGENAS IDENTIDADES DECOLONIAS PAULISTANAS” QUE OCORRERÁ NOS DIAS 09 E 10/11/2019 NO REFERENCIAL ESPAÇO MARTILHA CULTURAL – BEM NO CENTRO DA CIDADE DE SÃO PAULO – RUA REGO FREITAS, 542.
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Com Casé Angatu – Indígena e Morador no Território Tupinambá em Olivença (Ilhéus/Bahia) na Aldeia Gwarïnï Taba Atã; Docente do Programa de Pós-Graduação em Ensino e Relações Étnico Raciais da Universidade Federal do Sul da Bahia (PPGER-UFSB-Irabuna/BA); Docente da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC (Ilhéus/BA); Doutor pela FAU/USP; Mestre pela PUC/SP; Historiador pela UNESP; Autor dos Livros: “Nem Tudo Era Italiano – São Paulo e Pobreza na Virada do Século XIX-XX”; Autor do Capítulo “Tupinambá Protagonismos Indígenas: (Re)Existências Indígenas e Indianidades”. In: “Índios no Brasil: Vida, Cultura e Morte”, 2018; do Capítulo “Decolonialidades Indígenas”. In: “Psicologia Política no Brasil e Enfrentamentos a Processos Antidemocráticos”, 2019; Capítulo: “História e Culturas Indígenas – Alguns Desafios no Ensino e na Aplicação da Lei 11.645/2008”. In: Revista História & Perspectiva da Universidade Federal de Uberlândia-UFU

&

Participação Especial: Binho Porãn Tupinambá da Aldeia Gwarïnï Taba Atã

Serão dois dias de curso:

– 09/11/2019 – PRIMEIRO DIA: Aula com Cantorias no Matilha Cultural (Sábado, das 9h00 às 17h00) – RUA REGO FREITAS, 542.

10/11/2019 – SEGUNDO DIA: Aula de Campo (Domingo, das 14h00 às 16h00) No Centro da Cidade de São Paulo, partindo do Páteo do Colégio e caminhando por Territórios que são vestígios da presença indígena em São Paulo.
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. 10/11/2019 – ATO RITUAL PELO CANCELAMENTO DO PROJETO ECOCÍDA “RESORT DO GRUPO VILA GALÉ” NA TERRA INDÍGENA TUPINAMBÁ DE OLIVENÇA, PELA DE DEMARCAÇÃO DA TERRA INDÍGENA TUPINAMBÁ E DE TODO OS TERRITÓRIOS INDÍGENAS E REPÚDIO AO ASSASSINATO DO INDÍGENA PAULO PAULINO GUAJAJARA! – QUANDO: dia 10/11/2019 (domingo) às 16:00. LOCAL: Enfrente ao Páteo do Collégio – Centro da Cidade de São Paulo
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INSCRIÇÕES/INFORMAÇÕES:
– Facebook: Casé Angatu Xukuru Tupinambá ou Casé Angatu Xukuru Tupinambá II
– carlos.josee@uol.com.br
– (11) 9 8126-6186 ou (71) 9 9194-0989
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Nesta nova versão do curso (um curso que tem mais de 10 anos), além de estarmos no importante espaço do Martilha Cultural, cada vez mais nos aprofundaremos nos caminhos conceituais da decolonialidade dos saberes e em novas pesquisas sobre a presença indígena na Cidade de São Paulo – temos dados e fontes novas.
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Além disso, trataremos da atual situação da Luta dos Povos Indígenas e dos ataques que sofremos, bem como a Natureza Sagrada.
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Uma outra novidade é que no início e durante o Curso faremos Rodas de Cantorias Indígenas Ancestrais.
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Assim, caso deseje entender mais da história dos Povos Indígenas, suas Lutas, Culturas, Memórias e Presença na constituição passada e presente da Cidade de São Paulo … faça nosso Curso.
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SOMOS IGUAIS AS ABELHAS … VIVEMOS DO MEL QUE PRODUZINOS
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CONTRIBUIÇÃO
R$ 100,00

OBS: Para os Parentes que desejarem fazer o curso não precisa pagar nada. Além disso, também serão considerados realizadores do curso.

* Esta contribuição decorre das despesas com viagem, estadia e luta. Vale observar que moramos no Território Indígena Tupinambá de Olivença, localizado em Ilhéus/BA.
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Fazemos parte de um Coletivo de Índios Autonomistas que não é financiado e nem deseja apoio financeiro de estados, instituições, ongs e igrejas.
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Os custos com nossas viagens, estadias, transportes e alimentações depende de nossos aliados, desta contribuição com o curso e do artesanato que vendemos.
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A maioria das atividades (quase todas) que participamos não remuneram. Nada contra até porque, novamente, faremos várias atividades sem remuneração em diferentes escolas e espaços na cidade – depois divulgaremos as atividades.
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Nosso curso é uma tentativa de divulgar nossa Luta, conseguir novos aliados, fortalecer os que já são aliados e fortalecer os Parentes.
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Pense que o curso é fruto de uma construção que tem anos (são mais de 10 anos deste curso) e seus conteúdos são perenes a exemplo do material didático acadêmico que todas/todos recebem. Porém, este valor não é um impeditivo para realização do Curso. Todas e todos serão bem recebidos.
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Assim, fazendo o curso ou divulgando será um baita presente para este aniversariante aqui.
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DURANTE O CURSO ESTAREMOS VENDENDO:

– Artesanato: colocares, maracás, etc

– Farinha de Mandioca

– Óleo de Coco

– Azeite de Dendê

– Livros de Casé:
. ANGATU, Casé. “Nem Tudo Era Italiano – São Paulo e Pobreza na Virada do Século XIX – XX (1890-1915)” – 4a. Edição (um livro escrito à 20 anos atrás), 2018

. ANGATU, Casé e TUPINAMBÁ, Ayra. “Tupinambá Protagonismos Indígenas: (Re)Existências Indígenas e Indianidades”. In: CARNEIRO, Maria Luiza Tucci e ROSSI, Mirian Silva (Orgs.) Índios no Brasil: Vida, Cultura e Morte, 2019
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“POR UM MUNDO ONDE CAIBAM VÁRIOS MUNDOS”!
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“JÁ SOMOS UM OUTRO MUNDO POSSÍVEL”!
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DEMARCAÇÃO JÁ !
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AWÊRÊ AIÊNTÊN !!!

Aula de Capoeira Angola com Ana Piaba

>>>> Ana Flavia Carvalho <<<<<
Produtora, ativista, trenéu de capeoira angola e dança de ritmos afrobaianos escola de aprendizado dos Mestres Gato Preto [1929-2002], Pinguim e Gato Góes. Aluna desde 1998 até atualidade com prática no núcleo de Artes Afrobrasileiras USP. Os ensinamentos são oriundos de Santo Amaro da Purificação, município do Recôncavo Baiano – BA, berço da capoeira angola.

Aulas com duração de 1h30 envolvendo a prática, musicalidade e fundamentos culturais dos patrimônios imateriais e da tradicionalidade do povo brasileiro, da fusão entre África, Brasil, negros e indígenas.

>>>> Valor Camarada I R$15,00 <<<<<
>>>> Valor Camarada II R$30,00 <<<<<
>>>> Valor Camarada III R$45,00 <<<<<
[por aula]

Sobre Matilha Cultural
A Matilha provoca a curiosidade e a busca por conhecimento, com foco em questões ambientais e de direitos humanos, apoiando também movimentos artísticos independentes. Mais do que um centro multicultural, é também um centro de convergência de idéias e ações em prol do bem comum. Com informação, engajamento e cultura, a Matilha contribui para a construção de uma sociedade mais consciente e mais LIVRE. A programação pública da Matilha Cultural é gratuita ou a preços populares e traz conteúdo de vanguarda, com senso político, sempre acompanhada de debates, palestras e oficinas que consolidam a democratização do conhecimento.

Matilha Cultural abre programação dedicada ao nordeste com artistas de Alagoas

Os nove estados nordestinos serão contemplados individualmente a cada mês, iniciando o projeto com Alagoas. Na programação, o artista plástico Heway Verçosa apresenta a obra “À lagoas” e nos dias 25 e 26 a casa recebe shows de músicos alagoanos. O Cine Matilha tem filmes e documentários dedicados ao estado, com destaque para o bate-papo com a fotógrafa e diretora Alice Jardim

São Paulo, abril de 2019 – O Nordeste brasileiro é o berço cultural do país, uma vez que foi a primeira região colonizada pelos portugueses ainda no século XVI. Com influência indígena, africana e europeia, costumes e tradições variam de estado para estado, trazendo assim centenas de ritmos musicais, estilos literários, linguagens audiovisuais, entre outras diversas manifestações artísticas. Sendo assim, a Matilha Cultural, a partir de 25 de abril, abre sua programação especial dedicada ao Nordeste ao longo dos próximos nove meses. A cada trinta dias, um estado é homenageado, iniciando a campanha com Alagoas. O projeto tem curadoria de Lili Buarque e Larissa Lisboa.

Dentro da programação o público pode encontrar intervenções visuais, dedicadas ao cinema, música, literatura, dança, entre outros. A estreante Alagoas abre o especial com a obra “À lagoas” do artista local Heway Verçosa, de 29 anos. Graduado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Alagoas, já se destacou em diversas exposições individuais, como a “Entre Aspas” (SESC-AL, 2013) e “ser ISTO” (Pinacoteca Universitária da UFAL, 2015). Heway também fez participação no livro “Graciliano Arte 2016/17 – Imprensa Oficial Graciliano Ramos”. A pintura de Haway fica exposta na Matilha Cultural até o dia 5 de maio.

Ainda na quinta-feira, 25, o coletivo de artistas alagoanos Sururu Music se apresenta a partir das 18h. Com o objetivo de divulgar e difundir a cultura local por meio da música, dança, teatro, culinária e artes plásticas, subirão ao palco da Matilha Cultural o baixista e violinista Fernando Nunes, o trompetista e cantor Natan Oliveira, as intérpretes Negra Cinthia e Desa, e os percussionistas Rafael Coelho e China. Já na sexta-feira, dia 26, a partir das 20h, acontece o show do trio de forró alagoano Pés em Casa. Liderado pela compositora e cantora Fernanda Guimarães, o grupo explora as diversas batidas que norteiam o forró, com influências do jazz e música popular brasileira.

Também em ambos os dias o público pode conferir no Cine Matilha diversos filmes e documentários produzidos em Alagoas. No dia 26, acontece um bate-papo com a diretora e fotógrafa Alice Jardim após as exibições de seus projetos audiovisuais “Em Obra”, “Todavia”, “Diluída”, “Criatura”, “Zoé”, “Maré Viva” e “Entre Céus”.

A curadora Larissa Lisboa é jornalista graduada pela Universidade Federal de Alagoas e especialista em Tecnologias Web para negócios pela Fejal – CESMAC. Idealizadora e gestora do site Alagoar (www.alagoar.com.br), atualmente é analista em cultura audiovisual do SESC Alagoas. Já Lili Buarque, nascida em Maceió, tem carreira na região como cantora, compositora e produtora cultural. Bacharelada em Direito, busca nas artes dar vazão à sua criatividade e poesia. Seu primeiro disco, “Sereno”, foi produzido por Dinho Zampier (Figueroas) e contou com participações de Wado, Luiz de Assis e Paulo Franco, tendo entre suas conquistas uma pré-indicação ao Prêmio da Música Brasileira em 2016. Como agitadora cultural, é produtora do artista Wado e outras bandas de Alagoas, e criou o Festival Carambola em Maceió, que contou já com três edições (2017, 2018 e 2019).

Programação Completa

25 de abril
2

20h – Show com Sururu Music

Coletivo de artistas alagoanos que visa divulgar e difundir a cultura local por meio da música, dança, teatro, culinária e artes plásticas. Neste dia, o coletivo será representado pelo baixista/violonista Fernando Nunes, o trompetista e cantor Natan Oliveira, as cantoras Negra Cinthia e Desa e o percussionista Rafael Coelho.

18h – CINE ALAGOAS (PROGRAMA 1)
Duração: 70 minutos. Classificação indicativa: 12 anos

PARTEIRAS (Direção: Arilene de Castro) 

SINOPSE: Este documentário é parte integrante do Inventário de Saberes e Fazeres da Pessoa Idosa do Campo de Alagoas, que se propõe a criar ferramentas de registro, proteção e transmissão do conhecimento tradicional sustentado por sábios (as) especialistas da Produção Artesanal, Gastronomia Popular, Farmacopeia e Parteria Tradicional no Agreste e Sertão alagoanos. Filmado em Coité do Noiá, Arapiraca, Olho D?água Grande, Minador do Negrão, São Sebastião, Igaci, Palmeira dos Índios, Major Izidoro e Jaramataia.

CORAÇÃO SEM FREIO (Direção: Cris da Silva e Hallana Lamenha) 

SINOPSE: Débora não tem freio no coração.

EU ME PREOCUPO (Direção: Paulo Silver)

SINOPSE: Após a morte do marido, Jande tenta reconstruir sua vida. Paulo, seu filho, procura entender a direção que as coisas tomaram.

TERESA

SINOPSE: A vida de uma jovem Performer entra em conflito quando ela é convidada para interpretar Santa Teresa D’Ávila em um filme.21h30 – Bate papo com a diretora  e fotógrafa Alice Jardim

26 de abril

20h – Show de Pés em Casa

Trio de forró 100% alagoano liderado por Fernanda Guimarães. Exploram as diversas batidas que norteiam o forró. O recente disco “Pés Em Casa” tem uma pegada mais cosmopolita, que beira as influências do jazz e música popular brasileira, aliando essa cultura diversa ao tradicional pé de serra, estilo tão genuinamente nordestino.

20h30 – CINE ALAGOAS (PROGRAMA 2)

Duração: 55 min Classificação Indicativa: Livre

EM OBRA  (Alice Jardim) 

SINOPSE: Como se constrói um olhar?

TODAVIA (Alice Jardim)

SINOPSE: Entre vias e transformações, um organismo vivo. A cidade a partir de outro olhar ? cenas urbanas triviais ? delineando geometrias imaginárias que entrelaçam fluxos reais.

DILUÍDA  (Alice Jardim)

SINOPSE: A cidade transborda em miragens de luz.

CRIATURA (Nivaldo Vasconcelos, Alice Jardim)

SINOPSE: As amarras invisíveis se derretem e a mulher está pronta para a metamorfose.

ZOÉ  (Alice Jardim)

SINOPSE: Dançar a dança da cidade é propor discutir ou simplesmente sentir a beleza que se esconde por trás das sombras, do tráfego do trânsito, do barulho que se faz música, do vento que dança nas saias, nos cabelos, nas árvores e dentro da gente.

MARÉ VIVA ( Alice Jardim e Lis Paim)

SINOPSE: Não há em mim a cidade onde tantos homens nadam. Só maré enquanto a persigo. Um filme para Maceió.

ENTRE CÉUS (Alice Jardim )

SINOPSE: Ver a olho de pássaro, do alto, mas também ver o detalhe. A ambição de estender ao máximo a capacidade de observar acompanha a Idade do Ouro dos holandeses. O que ocorre quando olham outras terras e outro mar, vastíssimos, ao oposto da terra natal?

21h30 – Bate papo com a diretora  e fotógrafa Alice Jardim

KL JAY lança a festa TIME CODE na Matilha Cultural

Primeira edição acontece na quarta-feira, dia 10, a partir das 20h, e terá como foco valorizar o DJ de performance. A estreia será com o DJ Will Martins e discotecagem de KL Jay & Dj Ajamu

São Paulo, abril de 2019 – Um renomado nome da discotecagem e da música brasileira contemporânea, o DJ KL Jay, lança, no próximo dia 10 (quarta-feira), a partir das 20h, na Matilha Cultural, o projeto “Time Code” – uma festa de DJ para DJs. Com objetivo de valorizar o DJ de performance, a primeira edição do evento contará com o DJ Will Martins, vencedor da batalha Soco na Gangrena de 2018. A discotecagem fica por conta do idealizador e curador do projeto ao lado de seu irmão DJ Ajamu.

Toda edição da Time Code terá performances de cinco a dez minutos de nomes diversos de DJs e vendas de discos. Posteriormente serão proporcionadas ao público e aos profissionais oficinas e rodas de bate papo sobre o ofício.

Serviço:

Festa Time Code com Dj KL Jay, DJ Ajamu e performance de DJ Will Martins
Endereço: Rua Rego Freitas, 542 – República, São Paulo, SP
Data: 10/04
Horários: das 20h às 23h

Entrada Gratuita


Matilha Colombiana traz dança, cinema e oficinas do país vizinho para a Matilha Cultural

Parceria com coletivo Prende La Vela transforma o primeiro sábado do mês da casa em imersões à cultura e universo da Colômbia com workshops, exibições audiovisuais e festas temáticas

São Paulo, abril de 2019 – Desde a alegria e receptividade do povo à diversidade artística, a Colômbia é um dos países vizinhos e sul americanos que mais se assemelha ao Brasil. Para trazer um pouco mais desse universo, o primeiro sábado do mês, na Matilha Cultural será dedicado à cultura colombiana. A partir do próximo dia 6 de abril acontece o “Matilha Colombiana”, uma parceria com o coletivo Prende La Vela que conta com workshops de danças e vivências locais, exibições de filmes e documentários e com festas típicas, embaladas de cumbia, mapalé, salsa, curralao, bullerengue, champeta, entre outras sonoridades.

Há um ano o Coletivo Prende La Vela, organizado por Andrea Villalobos e Nilen Cohen, leva a diversidade das danças colombianas às ruas de São Paulo. Os eventos começaram de maneira aberta e itinerante no início de 2018 com curadoria musical e apresentações baseadas nos gêneros escolhidos por nativos da Colômbia. O objetivo é disseminar a cultura do país e também gerar a troca com os passos de ritmos brasileiros.

O Matilha Colombiana estreia com a exibição do documentário “Totó” de Héctor Francisco Córdoba, oficina de cumbia e mapalé ministrada por Nilen Cohen e Andrea Villalobos, e encerra as atividades com festa ao som da DJ Kamomilah, diretamente de Cartagena.

Serviço:

Matilha Colombiana

Endereço: Matilha Cultural (Rua Rêgo Freitas, 542 – República, São Paulo – SP)

Data: todo primeiro sábado do mês, a partir de 06/04

Horário: 18h00 às 22h

Sujeito à lotação

Entrada Consciente

www.matilhacultural.com.br

Programação:

18h00 – Oficina de ritmos colombianos: Cumbia e Mapalé

Ministrada por integrantes do coletivo Prende La Vela, a aula é para todo o público que tem interesse em aprender os princípios básicos dos ritmos tradicionais da Colômbia

Duração: 60 minutos

Lotação: 20 pessoas

19h00 – Exibição do documentário “Totó”Direção: Héctor Francisco Córdoba

Sinopse: Totó traz uma viagem pelo Caribe colombiano, pelas suas pessoas, suas paisagens, suas tradições e sua música. Um percurso que nos permite compreender os cantos das suas mulheres e a reverberação dos tambores a partir de Totó, La Momposina, ícone da cultura e da música colombiana.

Duração: 53 min

Lotação: 68 lugares

20h00 – Festa Matilha Colombiana
Com músicas e ritmos colombianos, a DJ Kamomilah nasceu em Bogotá e viveu grande parte da sua vida na colorida e fervorosa Cartagena. Escritora apaixonada, começou suas curadorias musicais nas festas privadas da cidade amuralhada. Pesquisando ritmos como champeta, reggaeton, salsa e dance hall, chega em São Paulo em 2014 e começa uma parceria com o coletivo colombiano de dança ‘Prende la vela’ em dezembro de 2018, divulgando ritmos folclóricos em diálogo com os urbanos.