ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA A 5a CHAMADA PÚBLICA DE CINEMA INDEPENDENTE DO CINE MATILHA

Está aberta a chamada pública para seleção de filmes independentes do Cine Matilha, em mostra a ser realizada no segundo semestre de 2019.

O evento que chega este ano à sua 5ª edição, já apresentou ao público centenas de filmes independentes. Foram 109 títulos apenas em 2018, contando com curtas, médias e longas-metragens, incluindo obras de ficção e documentários produzidos por todo o Brasil.

O projeto vem dando oportunidade aos produtores independentes exibirem suas obras, e este ano não será diferente. Além da mostra, prevista para acontecer em agosto de 2019, as obras selecionadas que forem autorizadas por seus produtores, poderão ser integradas ao acervo do Cine Matilha e serem exibidas em sua programação.

As inscrições são gratuitas e estão abertas de 04 de fevereiro até 30 de abril de 2019. Serão aceitas obras produzidas por cineastas brasileiros de todos os gêneros e durações. Houve uma alteração na maneira como a obra será enviada para exibição, mudança sugerida por muitos participantes nas edições anteriores. Este ano o envio passa a ser através de links, sem a necessidade do envio da mídia física. O regulamento completo com todos os detalhes está disponível no link abaixo:

Regulamento: https://docs.google.com/…/1A8PIDqWZlzc_lmrVAm8kIjzetl…/edit…

Ficha de inscrição: http://goo.gl/forms/dx6Y6KG0MI

Para acompanhar as novidades sobre a Chamada Pública de Cinema, acompanhem as redes sociais do Cine Matilha:

Facebook: https://www.facebook.com/cinematilha/
Instagram: https://www.instagram.com/cinematilha/

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Programação MAR – Março

Matilha Cultural e Projeto MAR apresentam parceria com programação especial no mês das mulheres

Abrindo a programação da Matilha Cultural em 2019, ano que casa completa 10 anos, às terças-feiras de março terão programação com oficinas, cinema, atrações musicais feitas por e para mulheres.

São Paulo, março de 2019 – A Matilha Cultural, que completa 10 anos de luta, cultura e resistência em 2019, abre as portas  para a programação de 2019 a partir do próximo dia 12. Baseada em quatro pilares – direitos humanos, proteção aos animais, arte independente e meio ambiente – o espaço multicultural dedica as terças-feiras (12, 19 e 26) de março às mulheres, que em parceria com o projeto MAR (Mulheres Artistas em Rede) conta com agenda de oficinas, que transitam entre arte de rua, regional e empreendedorismo, e atrações musicais.

Com programação dividida em eixos temáticos, no dia 12 o foco é arte e empreendedorismo. Na oficina de grafitti “Hello My Name Is”, de Bela Gregório – jornalista e fotógrafa que usa as horas vagas para colorir os muros de São Paulo – participantes aprendem e desenvolvem suas próprias assinaturas. Em seguida,  acontece uma imersão ao mundo dos palhaços com a intervenção “Pintando Meu Palhaço” com Stela Silva, profissional do riso desde 2013 com “Chá, o Palhaço Selva”. Stela é idealizadora do projeto “A Arte de Ser Palhaço”, que desde 2017, em parceria com a ONG Sefras, oferece aulas para população em situação de rua.

No primeiro dia de programação, a música fica por conta da DJ Kiara, mulher trans e negra, que identificou na arte e militância seu lugar de luta. A agenda do dia 12 é fechada com roda de conversa sobre mulher, arte e empreendedorismo com Júlia Bueno, travesti e psicóloga do Centro de Cidadania LGBT, especializada em Psicologia Política. Também presentes nessa troca, os grupos Nós, Mulheres – de produção audiovisual composta por mulheres – e Lua Difusora de Ideias, coletivo que organiza encontros e promove o empreendedorismo entre talentos criativos femininos.

No dia 19, a cultura urbana será abordada pela oficina de zine “En-Zinando”, facilitada pela Excareca (Vitória Cristina), poeta da linha de frente do SARAU SEM RUMO, evento itinerante da capital paulistana. Ainda com esse tema, Heloísa Brandão apresentará o workshop “Vestindo-se da poética de si mesmo”, que propõe a customização de peças de roupas, refletindo o uso consciente das peças e da importância política daquilo que vestimos. O Cine Matilha exibirá o documentário “SLAM: A VOZ DO LEVANTE”, com direção de Roberta Estrela D’Alva e Tatiana Lohmann, que aborda o universo das batalhas performáticas de poesia.

Vencedora de batalhas de Slams e rimas em São Paulo, Jamilê fechará a noite do dia 19 Em parceria com o projeto RapHour – festa que acontece quinzenalmente na Matilha Cultural para mulheres que fazem RAP, comandada por DJ Nat J, DJ Esteves e DJ Mayra.  

Para encerrar a programação da mulher na Matilha Cultural, a cultura nordestina será abordada no dia 26. Com experiência em percussão há 12 anos, Maíra Nakazone levará a oficina de introdução ao pandeiro com exercícios de ritmos característicos do instrumento, como samba e xote. Em seguida, Ana na Cacimba, paulista de família Quilombola do norte de Minas Gerais, ministrará o workshop “Vivência em Coco Rural”, sobre a música do samba de coco, estrutura poética, dança percussiva, integrando-os num fazer artístico e lúdico.

A atração musical que fecha o mês das mulheres é a Banda Pitaias, formada por seis mulheres (Bê Mantoani, Luísa Montoani, Mag Magrela, Norma Odara, Natália Ferlin e Priscila Norat) que abordam os questionamentos e posicionamentos femininos em suas composições com influências dos mais diversos ritmos brasileiros.

Serviço:

Data: 12, 19 e 26/03/2019

Horário: 17h às 22h

Local: Matilha Cultural – Rua Rego Freitas, 542 – República, São Paulo

Evento geral: Entrada Consciente

Oficinas: mínimo 5 reais

Programação

12/03 – eixo temático: arte e empreendedorismo

17h às 18h30 – Oficina HELLO MY NAME IS – Facilitadora: Bela Gregório

Número de pessoas: 10 a 15.

18h40 às 20h10- Oficina de circo  (Stela Silva) Palhaçaria de Rua

Número de pessoas: 30.

19h30 às 20h30 – Apresentação DJ Kiara

20h40 às 22h – Roda de conversa – Júlia Bueno, Nós, Mulheres e Lua Difusora de Ideias  

19/03 – eixo temático: cultura urbana

17h às 18h30 – Oficina En-zinando. Facilitadora: Excareca (Vitoria Cristina)

Número de pessoas: 10 a 15.

19h às 20h30 – Filme SLAM Voz de Levante

20h às 22h –  Jamilê com projeto RapHour – Dj Nat J, Dj Esteves e DJ Mayra

26/03 – eixo temático: cultura regional – nordeste – [ Veja detalhes ]

17h às 18h30 – Oficina Introdução ao Pandeiro. Facilitadora: Maíra Nakazone   

Número de pessoas: 10 a 15.

19h às 20h30 – Oficina Vivência em Coco Rural. Facilitadora: Ana na Cacimba

Número de pessoas: 10 a 15.

20h30 às 22h – Apresentação Banda Pitaias

Sobre Mulher Artista em Rede

Mulher Artista em Rede (MAR) nasce da pergunta: onde estão as artistas mulheres no mercado de trabalho cultural? Apesar de uma crescente mobilização social que objetiva a igualdade de gênero, ao trabalhar com arte é possível perceber que ainda há muito caminho a percorrer neste sentido.

O projeto propõe o fortalecimento de laços entre as mulheres artistas com o objetivo de manter, criar e propagar a arte feminina, a partir da construção de uma rede de fortalecimento, a partir de uma ferramenta digital na qual mulheres conseguem cadastrar e acessar currículos, portfólios e vagas.

Para além da rede virtual, o projeto produz eventos com oficinas, bate-papos, exposições, apresentações e outras atividades, para que o contato entre as artistas seja direto, assim como o compartilhamento de conhecimentos entre elas.


Depois da adoção de cachorro?

Em primeiro lugar, bem-vindo ao grupo de mães e pais de cachorro! Agora que você tem um filho, mesmo que de quatro patas, precisa pensar nos cuidados de que ele precisa. E é preciso ser muito responsável com isso. Muitas doenças graves, como cinomose e doença do carrapato, podem ser prevenidas com medidas simples.

Cães adotados em ONGs ou em um Centro de Controle de Zoonoses, em geral, são castrados, vacinados e vermifugados. Isso já é muito importante. Garanta que é o caso do seu peludo e, se não for, visite logo um veterinário para consultá-lo sobre esses três pontos fundamentais.

Primeiros dias

Os primeiros dias em uma nova casa podem ser desafiadores para um cachorro adotado. Ele vai precisar se adaptar a novas pessoas (talvez até a novos irmãos peludos!) e a um ambiente completamente diferente. Por isso é tão importante compreender caso aconteça um estranhamento ou ele chore, fique assustado ou agressivo.

Ao adotar um cachorro, tente deixá-lo o mais livre possível para que comece a se sentir confortável. Ele pode fazer xixi ou cocô no lugar errado ou não se comportar perfeitamente nos primeiros dias, mas é preciso ter paciência. Aos poucos e com a sua ajuda, ele vai aprender e tudo vai ficar mais simples.

Certifique-se de que sua casa está equipada com todo o necessário antes da adoção de cachorro. Veja o que é preciso comprar para que ele se alimente, faça exercícios e fique confortável para dormir e brincar.

Domingo dia 03/03

Depois de um período inicial de adaptação do seu cachorro adotado, é importante começar a pensar em temas como adestramento e exercícios regulares. Você pode começar ensinando truques básicos em casa mesmo, como a sentar, dar a pata e deitar e, se sentir necessidade, procurar a ajuda de um profissional para tarefas mais complexas.

Lembre-se de que, após a adoção de cachorro, você precisa proporcionar atividades regulares para garantir o bem-estar físico e mental do peludo. Os benefícios do passeio são inúmeros, especialmente para cães não tão dóceis e muito agitados. Se não tiver tempo para sair por aí com ele, considere contratar um dog walker para fazer isso por você. Acredite: isso pode poupar muitos móveis roídos!

Devo adotar outro cachorro?

Tenha em mente ainda que, com dois cães, a responsabilidade dobra. E os gastos também. Portanto, pergunte-se algumas coisas antes da adoção de cachorro para ajudar a tomar a decisão. As mesmas perguntas de antes valem, mas a resposta precisa ser ainda mais cuidadosa.

Afinal, você até pode ter tempo e espaço para ter dois cães em casa, mas tem realmente a disposição para dar conta de todas as suas necessidades? Se eles ficarem doentes e precisarem de um tratamento, você precisa ter uma verba guardada ou dar conta de pagar.

Se, mesmo pensando bem, você chegar à conclusão que é possível, pode comemorar. Receber em dobro o amor que os focinhos gelados podem dar vai deixar sua vida muito mais feliz.

Existe uma diferença entre adotar dois cães juntos e adotar um novo cachorro depois de já ter um pet. Se você faz a adoção deles ao mesmo tempo, eles provavelmente se conhecem e convivem bem – é fundamental considerar isso antes da adoção de cachorro para evitar problemas.

Mas, caso você já tenha um peludo e queira adotar outro, saiba que pode ser um pouco trabalhoso no início, mas é possível torná-los amigos e viver em paz (o mesmo com cães adotados e gatos). Existem alguns cuidados que fazem a diferença. Veja quais são:

Apresente-os antes de adotar um cachorro

Se for possível, leve seu dog para conhecer o cachorro que pretende adotar. Então, veja como eles reagem ao se encontrarem. Pode ser que não seja amor à primeira vista, mas se eles parecerem se entender, pode ser o início de uma grande amizade. Porém, se o resultado for uma briga, talvez você deva pensar melhor.

Veja como adotar

No Brasil, embora não haja uma estatística oficial, o número de animais simplesmente “jogados fora” e abandonados à própria sorte pode chegar a 20 milhões.

É triste e, ao mesmo tempo, inacreditável que muitas pessoas ainda preferem comprar um cãozinho ou um gatinho, de criadores ou online (que utilizam suas “matrizes” [fêmeas] como ferramentas para ganhar dinheiro), com tantos animais precisando ser adotados, precisando de um lar.

Se entendermos que animais não são mercadorias, mas seres capazes de sentimento, que têm necessidades de amar e de serem amados, concordaremos que não há sentido em se comprar animais. Comprando um animal, você estará incentivando um comércio muito injusto, o comércio de seres vivos. Lembre-se que só haverá vendedor se houver comprador.

Mixtape Matilha Vol. 2

Inaugurando as comemorações de 10 anos da Matilha Cultural, disco produzido por Mr. Bomba traz 14 faixas – entre inéditas de veteranos como Black Alien, RAPadura, Sombra e SP Funk e músicas de novos nomes como Bitrinho, Flow MC e Atentado Napalm; e novas versões de músicas de Sandrão (RZO), Dada Yute e Refugiados do Congo – além de registro de cunho social com Criolo ao lado do rapper adolescente de origem guarani Werá Jeguaka Mirim

Álbum foi lançado no último dia 15 de fevereiro em todas as plataformas digitais e no dia 14 de março em formato vinil duplo de edição limitada.

O Selo Matilha, plataforma musical que fomenta a cena hip hop nacional independente desde 2010, inaugura as comemorações do aniversário de 10 anos da nave mãe Matilha Cultural com o lançamento da “Mixtape Vol. 2”. O disco, que conta com 14 faixas e um registro de caráter social e tem produção musical de Mr. Bomba e produção executiva de William Gil aka Zulu, está disponível desde o dia 15 de fevereiro em todas as plataformas digitais e, posteriormente, em vinil duplo de edição limitada.

Com DNA artístico vanguardista, crítico e democrático, a Matilha Cultural promove evento aberto ao público em março para marcar o lançamento da “Mixtape Vol. 2” com festa, bate-papo sobre a produção e audição do disco. Na semana seguinte, serão realizadas oficinas com alguns dos artistas que integram o projeto.

Alinhadas com os pilares de atuação da Matilha Cultural, que se dedica a causas como direitos humanos, meio ambiente e sustentabilidade, as temáticas das faixas da mixtape sobrevoam territórios como os da demarcação de terras indígenas e da qualidade da água, imergem nos direitos das mulheres – que irão protagonizar a “Mixtape das Minas”, com lançamento pelo Selo Matilha previsto para o segundo semestre – e flanam por questões existencialistas.

Assim, a “Mixtape Vol. 2” já abre os trabalhos em um registro de 2016 do encontro entre Criolo, que está presente em duas faixas na “Mixatape Matilha Vol.1” (2010), e o rapper de 16 anos, de origem guarani, Werá Jeguaka Mirim, que vive na aldeia de Krukutu, na região de Parelheiros, na zona sul de São Paulo. Bomba disponibilizou um catálogo com centenas de bases de sua autoria para que cada convidado do projeto elegesse sua favorita. A nova geração está representada por Bitrinho, Flow MC e Atentado Napalm, enquanto veteranos como Black Alien destilam pedradas como a pesadíssima “Sem Tempo Ruim pra Fechar o Tempo”, fincando sua “caneta na mão desde os anos 90” com louvor nesta bolacha.
Todas as faixas, incluindo o registro que clama pela demarcação de terras indígenas, são produzidas pelo MC e produtor veterano do rap nacional Mr. Bomba. É ele o fundador do lendário grupo SP Funk, que lançou, apadrinhado por Thaide e DJ Hum, seu álbum de estreia “O Lado B do Hip-Hop” (2001) contendo os primeiros registros de Sabotage, Kamau, Max B.O. e Z’África Brasil e participações de RZO e Bukassa Kabengele. Com o grupo, Bomba dividiu o palco com nomes internacionais como Snoop Dogg e Ja Rule e lançou ainda o disco “Tá Pra Noiz” (2007), com participações de Mr Catra, Negra Li e Lino Crizz.
Depois de assinar produções de faixas como “Gueto”, de Marcelo D2 com feat. de Mr Catra, Mr. Bomba criou o grupo Braza com o rapper Cabal. Ao lado do produtor norte-americano Disco D, que colaborou com nomes como 50 Cent, a dupla percorreu os Estados Unidos em turnê e emplacou a faixa “Som do Braza” no videogame NBA 2007 e como tema do programa Road Rules da MTV norte-americana. Com atuações em diversos gêneros, Bomba colaborou como MC com nomes como Coolio, Sabotage e Asian Dub Foundation e é co-autor da música “Um Minuto”, do grupo Exaltasamba. Seu álbum solo, “De Ponta a Ponta” (2012),  tem participações de Criolo, Coral Kadoshi, Sombra e Tio Fresh.

Confira as músicas e os artistas da Mixtape Matilha Vol. 2:

1 – “Demarcação Já – Terra Ar Mar” | Criolo e Werá Jeguaka Mirim

2 – “Casa de Marimbondo” | Bitrinho e Neg  

3 – “Aqui É Hip Hop” | MC Jack

4 – “História de Um Menino” | Dada Yute

5 – “Eu Quero Essa Life” _ Flow MC

6 – “Mwana Djino” | Erick Kalonji  e Jean Arka – Refugiados do Congo

7 – “Noite Louca” | Família Madá

8 – “Más Notícias” | Atentado Napalm

9 – “Sem Tempo Ruim pra Fechar o Tempo” | Black Alien

10 – “A Arte Reflete a Vida” | Rapadura

11 – “Uma Gota D`Água” | Sombra

12 – “E Agora Irmão” | Adriana Pereira e Marcelo Miranda

13 – “Os Bons Parceiros” | Sandrão feat. Sombra e Mr Bomba

14 – “Se Perguntar de Mim” | SP Funk

15 – “Yan Selele” | Refugiados do Congo

HISTÓRIAS QUE NOSSO CINEMA (NÃO) CONTAVA

Sinopse

O documentário realiza uma releitura dos anos 1970 no Brasil através apenas de imagens e sons de filmes populares da época, muitos considerados “pornochanchadas”, o gênero mais visto e produzido no período. Classificação indicativa: 16 anos

Ficha Técnica 

Direção e roteiro: Fernanda Pessoa

Duração: 77 min.

Gênero: Documentário

Nascionalidade: Brasil

Ano: 2017

Programação

25/10 – 19h30

26/10 – 17h30 

27/10 – 19h30 

TRAILER:

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