Matilha

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Em Cartaz no Cine Matilha

  • Published in Cinema

Estreiou nessa quinta-feira dia 22/09 o filme MERCURIALES de Virgil Vernier

 

Em Breve no Cine Matilha

Sinopse:

 

Lisa (Ana Neborac) é uma garota da Moldávia, que se muda para a periferia de Paris em busca de novas oportunidades profissionais, embora ainda sinta saudades de seu país. A francesa Joane (Phillipine Stindel) gostaria de se tornar dançarina, mas nunca fez aulas de dança. As duas se encontram durante um emprego temporário nas sofisticadas torres empresariais Mercuriales e se tornam grandes amigas. Elas viajam juntas, saem de noite, cuidam da filha pequena de uma amiga e sonham com o futuro.

Entrada Franca

 

Cessões:

22/09 Quinta-Feira

19h30 

23/09 Sexta-feira 

19h30 

24/09 Sábado

19h30 

25/09 Domingo

18h30

Setembro Verde 2016

Acontece de 3 de setembro a 9 de outubro a sétima edição do  Setembro Verde , na Matilha Cultural. Trata-se de hum Projeto multimídia colaborativo, Que este ano TEM Como tema o Rio Tapajós. Em Parceria com o Greenpeace , o Evento Traz POR   Meio de Exposição, debates e Palestras Diversas Críticas à Construção de hidrelétricas no Rio Tapajós.

 

 

 

O Complexo Hidrelétrico do Tapajós ESTÁ previsto Para Ser construido no Coração da Floresta, em Uma Região de imensa Biodiversidade e extrema importancia para á Conservação. Recentemente, a hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, Uma delas Maior, cancelada foi, mas OS Planos do Governo incluem AINDA cerca de 40 Barragens de na Bacia do Tapajós.

 

 

 

Dentre OS Impactos Comuns à Instalação de hidrelétricas na Amazônia estao Problemas Como o Desmatamento, a Redução da Biodiversidade, o deslocamento Forcado de comunidades ea abertura de estradas ilegais. Além Disso, Obras Deste porte geram aumento populacional e urbano sem Planejamento, tráfico de drogas, Prostituição e aumento na Violência.

 

 

 

Nesta edição do Setembro Verde merece destaque Exposição com Peças de Diferentes artistas em Solidariedade ao tema. Os artistas that Terao Trabalhos Expostos São Lenne, Katia Lombardo, Tota, joks Johnes Alves Leite, Jamal, Vanessa, Tody One e Karen Kueia.  

Mundo Verde - Exposição por Marcelo Barnero

 

Matilha Cultural tem exposição de ex-skatista sobre integração entre florestas e cidades

Marcelo Barnero apresenta em suas imagens reflexão sobre como as cidades podem ser construídas com maior presença da natureza

 

São Paulo, julho de 2016 – O artista, designer gráfico e ex-skatista profissional Marcelo Barnero tem sua exposição Mundo Verde apresentada na Matilha Cultural. As obras foram feitas em telas e possuem temática que integra cidades e florestas. Todas as peças são compostas com madeira reaproveitada. Durante a exposição haverá ainda o lançamento de uma linha exclusiva de produtos[AC1] , elaborados com aproveitamento de materiais, evitando sobras e descarte de matérias na natureza. Barnero conta que a ideia da exposição surgiu quando ele andava por São Paulo e viu uma árvore que cresceu em uma rachadura na ponta de um prédio abandonado, na beira do rio Tamanduateí. “Ali percebi que a natureza retoma seu espaço, se adapta e toma conta se não interferirmos mais”, observa.

 

Barnero conta que sua vivência entre ruas e trilhas fez com que pensasse sobre como seria o mundo se houvesse um equilíbrio entre o desenvolvimento urbano e a natureza. Um cenário no qual prédios e árvores dividissem os mesmos espaços, onde telhados fossem verdes, onde o sistema hídrico não fosse corrompido e as pessoas tivessem uma vida mais natural. Mundo Verde pode até ser uma visão utópica. Mas é a partir da utopia que se repensa a realidade. Mundo Verde fica na Matilha Cultural de XX de julho a XX de agosto.

 

 

Marcelo Barnero é Designer gráfico e ex-skatista profissional. Começou a registrar suas impressões do cotidiano em desenhos e pinturas feitos com marcadores de tinta permanente e tinta acrílica. Suas obras têm grande influência da arte popular, do design gráfico, das artes urbanas e do artesanato.

 

 

Sobre a Matilha Cultural

 

Com sete anos completados em maio, a Matilha Cultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. Integra um espaço expositivo, sala multiuso, café, além de um cinema com 68 lugares. Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas sócioambientais do Brasil e do mundo.

 

A Matilha não é um espaço imparcial ou contemplativo no mundo atual da instantaneidade da produção de conteúdo: assume uma postura politizada e apartidária, atuando junto à cena independente de cultura. Ao aglutinar projetos e expressões culturais atuais, a Matilha funciona como um centro de ideias coletivas.

Toda programação da Matilha Cultural é gratuita ou a preços populares. O espaço pode ser locado para eventos privados e a renda dessa locação é revertida para financiar projetos culturais e sócioambientais da entidade.

 

 

 

MATILHA CULTURAL

Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo

Tel.: (11) 3256-2636

Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 12h às 20h/ exceto sábados: 14h às 20h

Wi-fi grátis

Cartões: VISA (débito/ crédito)

Entrada livre e gratuita, inclusive para cães

www.matilhacultural.com.br

--

Informações para a Imprensa

Patrícia Rabello e Andréa Antonacci

emails:

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Fones: (11) 98196-9290/98276-9622

 


 [AC1]Aqui seria interessante colocar quais produtos são esses

O Pra Cachorro acontece de 11 de junho a 17 de Julho na Matilha Cultural

São Paulo, maio de 2016 – Em junho, o cachorro será a grande estrela na Matilha Cultural, com a

sexta edição do Pra Cachorro. O evento tem como principal objetivo discutir temáticas relacionadas ao convívio e relacionamento do homem com os cães.

A programação inclui exposição, com obras entre fotografias e telas, palestras, debates, mostra de filmes e um desfile de lançamento da marca pet canina Doghetto. O produtor executivo do evento é Sisal, que possui grande experiência em projetos culturais voltados a cultura urbana, atua como produtor em algumas exposições e é técnico de som na Matilha Cultural. 

A temática do Pra Cachorro inclui informações sobre veganismo e comportamento animal. O Pra Cachorro acontece de 11 de junho a 17 de Julho. A abertura acontece no dia 11 de junho às 15h para a imprensa e às 17h para o público, com coquetel para cachorros e humanos também, com discotecagem dos DJs produtores Daniel Bozio e MZK. 

O evento conta com atrações permanentes, como exposição de fotografias e instalações artísticas. Aos sábados, acontecem os eventos especiais, com desfile, debates, bazar e sessões de cinema. Haverá um leilão de 10 bonecos desenhados por grafiteiros urbanos de destaque no cenário nacional e internacional, e mais 10 bonecos criados por Fabio Polesi.  

Os bonecos estarão em exposição, com a curadoria do grafiteiro Binho, e serão vestidos com roupas da marca Doghetto. O desfile da marca será apresentado pelo artista Mc Sombra-Sombra, ingressou da cena hip hop nos anos 1990, quando juntou-se ao SNJ. O primeiro disco do grupo, A Sigla, veio em 1998, seguido por Se Tú Lutas, Tú Conquistas, de 2000. Em 2001, o SNJ ganhou o prêmio Hutúz – na época, a premiação de hip hop mais importante do Brasil – na categoria melhor grupo de rap. Sem Sombra de dúvida (2008), Fantástico Mundo Popular (2013). 

A Exposição vai receber ainda material fotográfico do acervo Matilha, das últimas edições do Pra Cachorro. Haverá ainda material fotográfico com o tema Esta foto é o bicho, um projeto de quatro anos de pesquisa do fotógrafo Edu Leporo sobre os cães e seus donos nas ruas. Edu também relançará seu livro “Moradores de Rua e seus cães”. A exposição contará ainda com material da fotografa Paola Viana. As sessões de cinema, como de praxe na Matilha Cultural, podem ser assistidas pelos donos com seus cães.

A programação completa pode ser acessada no site: www.matilhacultural.com.br.

 

Sobre a Matilha Cultural

Completando sete anos neste mês de maio, a Matilha Cultural é uma entidade independente e sem

fins lucrativos instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo.

Integra um espaço expositivo, sala multiuso, café, além de um cinema com 68 lugares.

Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta

em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais

e iniciativas sócioambientais do Brasil e do mundo.

 

Sobre a Doghetto:

A marca de roupas para cachorros Doghetto foi criada por uma dupla interessante: Sisal, produtor cultural bastante ligado à cultura hip-hop e a professora aposentada Giselda, mãe dele. Tem fortes referências na cultura urbana e no hip-hop, prima pela qualidade dos materiais e pelo bom acabamento das peças. Respeita todas as etapas de produção, tem os “parças mais bacanas da cidade e destina parte de sua produção e lucros para cuidar de animais que estão aguardando adoção.

 

Sobre Fábio Polesi:
Seu trabalho traz referências de tatuagem, skate, surf e quadrinhos. Trabalhou como tatuador e recentemente, tem focado seu talento na criação de peças únicas e funcionais como garrafas, relógios de parede, shapes de skate, além de esculturas de cachorrinhos. Fabio enveredou por diferentes vertentes artísticas e teve diversas influências visuais, trabalhando com mosaico, pirógrafo e desenho.

Sobre Paola Viana:

Fotografa e trabalha com publicidade a mais de 10 anos. Além de trabalhos comerciais, dedica seu tempo ao estudo da fotografia como forma de expressão e de comunicação com o mundo. Uma parte de seu trabalho autoral é dedicada a sua percepção dos cachorros e do papel que eles podem exercer na vida das pessoas.

 

No evento Pra Cachorro, as atrações em todos os espaços da Matilha Cultural são:

Galeria

Desfile de Lançamento da Doghetto, marca pet canina;

Leilão Pra Cachorro, 10 bonecos dogs e casas de cachorros curadoria de Binho Ribeiro Terceiro Mundo. Os lucros serão revertidos para o trabalho de adoção de cachorros;

Exposição Pra Cachorro: Acervo Matilha Cultural, instalação artística;

Sorteios de Toy Dogs (cofre) Artista Fábio Polesi;

Relançamento do Livro Moradores de Rua e Seus Cães, de Eduardo Leporo;

Coquetel para cães e humanos.

 

Arena:

Espaço para Agiliti

Exposição Pra Cachorro: Fotos Paola Viana,Eduardo Leporo, Mural Dog Colaborativo

Escultura de Madeira

 

Cinema - Sessões especiais, curadoria dos filmes: Matilha Cultural

 

Debates : O mundo pet na atualidade

Mesa 1 A relação entre as pessoas e seus bichos de estimação  

Mesa 2 - Negócios e inovação na área pet 

Mesa 3 - Alimentação e qualidade de vida para cachorros  

 

Pra Cachorro:

Abertura 11 de Junho

15h Imprensa

17h Público

Local: MATILHA CULTURAL

Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo

Tel.: (11) 3256-2636

Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 12h às 20h/ exceto sábados: 14h às 20h

Wi-fi grátis

Cartões: VISA (débito/ crédito)

Entrada livre e gratuita, inclusive para cães.

www.matilhacultural.com.br

Informações para a Imprensa:

Patrícia Rabello e Andréa Antonacci

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Fones: (11) 98196-9290/98276-9622

O RIO QUE ERA DOCE: OS DANOS IRREVERSÍVEIS DA MINERAÇÃO. 26 de abril a 5 de junho de 2016, na Matilha Cultural.

São Paulo, abril de 2016 – Ciclo Mineração retoma reflexão o desastre ambiental ocorrido em Minas Gerais em novembro do ano passado e propõe reflexão sobre modelo de extração no país. 

Cinco meses se passaram do rompimento da barragem Fundão, em Bento Rodrigues, na cidade de Mariana (MG). A lama tóxica, despejada criminosamente pela mineradora Samarco, destriu o Rio Doce e chegou até o litoral do Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro, ameaçando parte da fauna e flora nacional. Além do imenso desastre, o ocorrido expõe o funcionamento das mineradoras, bem como riscos e perigos na forma em que elas atuam. Ciclo Mineração é um evento que conta com exposição de fotos, mostra de filmes, instalações sensoriais, ciclo de palestras, rodas de conversa, aulas públicas e atividades interativas. Tem como objetivo trazer a discussão do modelo mineral predatório para toda a sociedade, não mais apenas nas áreas onde existem os projetos de mineração.

O evento tem organização da Matilha Cultural e do Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente à Mineração. Ocorrerá de 26 de abril a 5 de junho de 2016, na Matilha Cultural.

Na noite de abertura, experiência sonora com SOLAR SOM SISTEMA, Sistema de Som, formado pelos djs ALQUMIX, MZK, ISMAEL e JEFF BASS. 

O ciclo será composto por exposição que reunirá fotos, vídeos, infográficos e mural da artista Leila Monsegur. 

O ciclo contará também com uma série de encontros, programação no cinema e maquete.

O projeto será itinerante e o conteúdo irá para outros espaços após o encerramento na Matilha.

Não se pode ficar calado diante de 19 pessoas mortas, diante de distritos destruídos e varridos pela lama, diante de 663,2 quilômetros de Rio Doce destruído e de 11 toneladas de peixes mortos. Diante ainda de 35 cidades prejudicadas, 1.265 desabrigados, 335 mil pessoas atingidas e 3,2 milhões de brasileiros afetados. Não se pode deixar de refletir sobre o papel da Samarco, joint venture cuja propriedade é igualmente dividida entre as duas maiores mineradoras do mundo: a australiana BHP Billiton e a brasileira Vale S.A.

A atividade mineradora antes era vista apenas pelo viés econômico, com a riqueza vinda por meio das commodities. No entanto, a tragédia trouxe à baila seu lado mais sombrio: o dos riscos socioambientais. Pensar sobre responsabilidades da Samarco, a legislação para o setor e também sobre o futuro da região afetada e das pessoas que lá residem são elementos condutores para o evento, assim como discutir qual o modelo mineral que queremos no nosso país. O minério está presente no nosso dia a dia, no celular, no computador, no carro, mas é preciso criar uma lógica que respeite ritmos de extração, comunidades ao redor das minas e que tenha salvaguardas socioambientais em defesa dos territórios. Ciclo Mineração é ao mesmo tempo um manifesto e um convite ao diálogo e à reflexão para evitar outras tragédias como a de Mariana.

A programação cinematográfica inclui produções como Buraco do Rato – um filme sobre a Vale S/A, retratando a história da companhia e sua lógica de espionagem e infiltração de espiões nos movimentos sociais; Lágrimas de Ferro, sobre a tragédia de Mariana, foi realizado pela TV Brasil e dá foco a vários aspectos não abordados pela grande mídia; Igreja e mineração na América Latina, um convite à escuta do grito das comunidades mineradoras; Minerando conflitos, documentário produzido pelas equipes da pastoral de Marabá, Xinguara e Tucuruí, reflete sobre os impactos causados pela implantação do Projeto Ferro Carajás S11D, da mineradora Vale, em Carajás e Impactos da mineração da mineração nas comunidades tradicionais, quilombolas e povos indígenas, vídeo cuja proposta é ajudar todas as lideranças de comunidades, militantes sociais, agentes pastorais e demais interessados para compreender melhor a atual fase de expansão do setor de minério no Brasil.

A programação completa será divulgada nas redes sociais. 

Link de Imagens: https://www.dropbox.com/sh/xzus07zhfhvpekp/AABV1JY308lQnfIw5odLS6lwa?dl=0

Sobre a Matilha Cultural

A Matilha Cultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. Integra um espaço expositivo, sala multiuso, café, além de um cinema com 68 lugares. Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas socioambientais do Brasil e do mundo. Toda programação da Matilha Cultural é gratuita ou a preços populares.

Sobre o Comitê Nacional em Defesa dos Territórios frente à Mineração

O Comitê é uma das iniciativas mais importantes e criativas para enfrentar a mineração em nível nacional. Antes as lutas contra as mineradoras eram muito em nível local, com pouca capacidade de articulação nacional e sinergia entre elas. Com o nascimento do Comitê em 2013, cria-se a possibilidade dessas mais diferentes lutas, movimentos, organizações e pesquisadores se encontrarem com o objetivo de defender os territórios frente à mineração. E passa a operar como uma rede de articulação política, de formação e comunicação formada por mais de 100 organizações e movimentos.

Sobre Leila Monsegur / www.leilamonsegur.wordpress.com

Formada na Escola Nacional de Bellas Artes, IUNA, (Argentina). A artista argentina, radicada no brasil, desenvolve seu trabalho a partir das diversas vertentes das artes plásticas: desenho, pintura, performance multimidia e animação, conformam o corpo e a pesquisa na sua obra.Desenvolve intervenções urbanas em pintura mural, explorando as relações possíveis da equação ser humano/ urbe/ natureza.
Coordena o grupo de performance multidisciplinar Membrana Experimental Fiat Lux.Expõe regularmente desde 1990, com mostras e arte mural em Berlim, Milão, Viena, Cidade do Mexico, Buenos Aires e São Paulo.Possuem suas obras instituições públicas e coleções privadas.Vive e trabalha em São Paulo.

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MATILHA CULTURAL
Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636
Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 12h às 20h/ exceto sábados: 14h às 20h
Wi-fi grátis
Cartões: VISA (débito/ crédito)
Entrada livre e gratuita, inclusive para cães
www.matilhacultural.com.br
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Informações para a Imprensa
Patrícia Rabello e Andréa Antonacci
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Fones: (11) 98196-9290/98276-9622

Feira de Adoção na Galeria da Matilha Cultural das 10 hs ás 20hs!! #NãocompreAdote

Todos os domingos, a Matilha realiza a Feira de Adoção de animais abandonados na galeria, com uma média de 45 eventos por ano. Em parceria com a ONG Natureza em Forma, criamos um novo formato para a feira de adoção de animais abandonados: é a única do país em que os animais ficam soltos para que os seus futuros donos conheçam sua verdadeira personalidade desde o início. Desde a sua criação, em julho de 2010, cerca de 500 animais já foram encaminhados para novos lares.

 

O sistema de adoção em São Paulo e na maior parte do mundo é sempre sofrido para os animais e para os voluntários, cães e gatos presos em gaiolas ficam irritados e com isso, as chances de adoção são cada vez mais baixas em relação ao número de abandono. Só no estado de São Paulo são cerca de sete milhões de cachorros na rua.  Na loja Centro de Adoção, que a Matilha mantém em parceria com a ONG Natureza em Forma, quem estiver pensando em ter um animal em casa, terá acesso a informação sobre possibilidades, cuidados necessários, além de contribuir para uma nova forma de pensar a relação homem/animal, não tratando os animais como produtos, mas como seres vivos necessitados de apoio e de cuidados. A loja traz uma maneira inovadora de tratar os animais, com espaços confortáveis, amplos, além de oferecer produtos de qualidade e baixo custo, dando oportunidade a quem realmente quer adotar um animal.

 

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Adoção na Matilha Cultural

Todo domingo das 10h as 20h 

+ informações http://www.matilhacultural.com.br/

 

Natureza em Forma 

Terça a domingo das 10h as 20h

+ informações http://www.naturezaemforma.org.br/

Exposição - Medicos Sem Fronteiras - “Affliction – O Ebola na África Ocidental” com participação do artista plástico Alexandre Keto

O artista plástico Alexandre Keto, que busca fazer uma ponte entre Brasil e África, falará de suas viagens ao continente, vinculadas a projetos sociais. “Quero ajudar a mudar a realidade das pessoas – que também é a minha – por meio de intervenções artísticas”, declara. Suas peças incluem um painel inspirado no filme, fotografias feitas por ele na África Ocidental e três telas inéditas sobre o povo e a cultura de Guiné, Libéria e Serra Leoa (justamente os mais atingidos pelo Ebola). A exposição terá também vídeos e cartazes sobre as ações da ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF).  

Sobre o documentário, trata-se de uma história de medo, frustração, estigma, descrença e sofrimento, mas, também, de imensa alegria e coragem. O documentário, que será exibido pela primeira vez no Brasil, retrata a mobilização contra a epidemia a partir do ponto de vista de populações atingidas, líderes comunitários, profissionais humanitários, pacientes e sobreviventes. O diretor Peter Casaer, que trabalhou durante duas décadas em operações de ajuda humanitária, nos últimos anos vem se dedicando à fotografia e a documentários. Durante as filmagens, ele teve acesso irrestrito às equipes da MSF que participaram do combate à doença nos três países mais atingidos.

Em Extinção II - Exposição de Henrique Edmx Montanari

Extinção em biologia e ecologia é o total desaparecimento de espécies, subespécies ou grupos de espécies. O momento da extinção é quando o último indivíduo da espécie morre! Apesar da grande diversidade biológica que existe, estima-se que cerca de 99% das espécies existentes na Terra já tenham se tornado extintas.

Atualmente, muitos ambientalistas e governos estão preocupados com a extinção de espécies devido à intervenção humana. As causas da extinção incluem poluição, destruição do habitat, e introdução de novos predadores.

O projeto “Em Extinção” chama a atenção para o problema que o homem vem causando durante sua estada aqui na terra. Com o impacto do aquecimento global e da desmatação, muitos animais que antes viviam livres não existem mais, e sem perceber, o homem está caminhando para sua própria extinção.

A primeira fase do projeto contou com 8 obras feitas em aquarela (75 x 55 cm) e 5 prints em Fine Art, expostas na Galeria Soul Tattoo. 
Parte da renda adquirida com a venda das obras e dos prints foram doados para a instituição parceira “Rancho dos Gnomos”. Todas as obras foram apresentadas com um texto explicativo sobre o animal que estava sendo representado. Durante o processo de produção, um vídeo foi produzido e divulgado no youtube e pelo canais da elemedia por toda São Paulo.

Na segunda fase será montada uma exposição com obras exclusivas para o evento, e tambem produzido um calendário com a seleção de algumas obras. Parte da renda adquirida com a venda das obras e do calendário será reveretida para a instituição parceira.

Serão produzidos 2 vídeos durante o processo de produção. O primeiro vídeo é um teaser mostrando o processo de produção e com alguma informação do evento (save the date); o segundo vídeo é um vídeo mostrando um pouco do processo de produção e também o trabalho que a instituição faz para ajudar a salvar nossos animais. 

 

“Em Extinção II”, de Exposição de Henrique Edmx Montanari @Matilha Cultural
Abertura: terça-feira 03 de Dezembro, às 19h com Happy Hour - "Notas Reais" com Walmir Gil e convidados. 
Período expositivo: de 03 de dezembro a 19 de dezembro
Espaço: Galeria
Classificação etária: livre
Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636.

Horários de funcionamento: de terça-feira a domingo, das 12h às 20h; exceto sábados, das 14h às 20h

Wi-fi grátis
Cartões: VISA (débito/ crédito)
Entrada livre e gratuita, inclusive para cães
www.matilhacultural.com.br

Agência Lema
Leandro Matulja/ Leticia Zioni/ Larissa Marques
agencialema.com

Informações para a imprensa:
Mauricio Sacramento +55 11 3871-0022 ramal 213
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Exposição - Matilha Cultural recebe Inevitável - da Artista Juliana Akina.

A Matilha Cultural recebe, entre os dias 17 de novembro e 19 de dezembro, a exposição “Inevitável”, da artista Juliana Akina. Com obras que utilizam diferentes tipos de materiais como madeira, papel, algodão e até fósforos e pregos, trabalhados em técnica mista, com pintura, colagem e carbonização, a exposição oferece um mergulho inédito sobre o vazio existencial da humanidade, por meio de um reflexo do universo pessoal da artista. 
"‘Inevitável’ busca refletir a nossa existência, e a partir dai os nossos sentidos, os nossos buracos e a plenitude e a satisfação”, explica Juliana. “É como se eu convidasse o espectador a mergulhar no meu universo para fazer refletir o próprio, como um rio espelhado, refletindo todas as luzes ou perdendo-se em buracos negros, dependendo do que cada um carrega dentro de si”, explica. 
Materiais que intuitivamente chegam ao universo da artista, mesmo que aparentemente descartáveis ou invisíveis, podem ganhar sentido. “O motivador é poder extravasar o que é recôndito e o processo dos sentidos que faz reflexão com o tempo, o único espectador da trajetória”, afirma. 

Sobre Juliana Akina:
Nascida no coração de São Paulo, em plena Avenida Paulista, Juliana Akina associa sua formação cultural às experiências pessoais e às ruas, cenário da arte independente e do surgimento de novas estéticas e conceitos da sociedade. 
Envolvida no campo da moda e do artesanato desde os 15 anos de idade, passando por galerias independentes da zona oeste, como a Casa da Xiclet, Juliana inicialmente agregou à sua linguagem visual o campo digital, até perceber que sua arte se expressa mais claramente pelos meios analógicos e o intuitivos, como uma rebeldia aos tempos atuais, onde tudo é robotizado. Nos últimos anos, Juliana Akina participou de exposições coletivas em locais como a Casa da Xiclet. Tendal da Lapa e Matilha 

Sobre a Matilha Cultural
A Matilha Cultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. A Matilha integra um espaço expositivo, sala multiuso, café, além de um cinema com 68 lugares. 
Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas socioambientais do Brasil e do mundo.
A Matilha não é um espaço imparcial ou contemplativo no mundo atual da instantaneidade da produção de conteúdo: assume uma postura politizada e apartidária, atuando junto à cena independente de cultura. 
Ao aglutinar projetos e expressões culturais atuais, a Matilha funciona como um centro de ideias coletivas. 
Toda programação da Matilha Cultural é gratuita ou a preços populares. 
O espaço pode ser locado para eventos privados e a renda dessa locação é revertida para financiar projetos culturais e socioambientais da entidade.

“Inevitável”, de Juliana Akina @ Matilha Cultural
Abertura: terça-feira 17 de novembro, às 19h
Período expositivo: de 17 de novembro a 19 de dezembro
Espaço: Arena
Classificação etária: livre
Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo
Tel.: (11) 3256-2636.

Horários de funcionamento: de terça-feira a domingo, das 12h às 20h; exceto sábados, das 14h às 20h

Wi-fi grátis
Cartões: VISA (débito/ crédito)
Entrada livre e gratuita, inclusive para cães
www.matilhacultural.com.br

Agência Lema
Leandro Matulja/ Leticia Zioni/ Larissa Marques
agencialema.com

Informações para a imprensa:
Mauricio Sacramento +55 11 3871-0022 ramal 213
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Não compre, ADOTE!!!

Todos os domingos, na galeria da Matilha, feira de adoção de cães e gatos. Venha conferir, mas CUIDADO, vc pode se apaixonar.

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