Matilha

Matilha

Programação Detalhada Mostra Noosfera

Segunda Parte

Início ás 20:30

Duração:1:20

 

FILME SOM (2014)

9 min.

Direção: César Gananian e Alexandre Moura

Sinopse: Roberto Michelino é um inventor de instrumentos que atravessa a cidade envolvido por sons que ele mesmo cria. A montagem plástico-sonora convida o espectador à uma imersão hipnótica e sinestésica. Um filme para ver o som e escutar a imagem.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=NgPXmT7zzmc

 

*Prêmios e exibições: Honorable mention Itamaraty at São Paulo International Short Film Festival, 2015 (Brazil); Honorable mention at Films and Arts of Iberian expression Festival, 2015 (Portugal); Clermont-Ferrand International Film Festival, 2015 (France).

 

Piece Of a Quiet Dream (ESTREIA) (2015) 

10 min. 

Direção: Bruno Rico

Sinopse: Um escritor e seu roteiro "sem história".

Trailer: https://vimeo.com/190862344

 

*Prêmios e exibições: Melhor curta experimental no Los Angeles Film And Script Festival (2015)

 

A Semente (2012) (ESTREIA nacional)

Direção: Rica Saito

8 min.

Sinopse: Um jovem viajante parte em busca de suas raízes indígenas nas montanhas de Quito. Lá, mais do que seu passado, ele se encontrará com seu futuro.

 

Farol Invisível (ESTREIA)

Direção: Bruna Callegari

18 min. 

Sinopse: Erguido em plena metrópole de São Paulo, um farol marítimo guarda mistérios e habita o imaginário dos moradores da cidade.

 

Free Country (2016) (ESTREIA) 

16 min. 

Direção: Bruno Rico

Sinopse: Um thriller sombrio sobre corrupção, imigração e o sonho americano. 

Trailer: https://vimeo.com/189229253

 

Deusa (2016) (ESTREIA)

18 min. 

Direção: Bruna Callegari

Sinopse: Deusa trabalha como arrecadadora no pedágio da ilha em que vive. Acostumada a ver o deslocamento dos viajantes, nunca havia pensado no próprio destino. Quando uma baleia encalha na praia, Deusa se sente diferente.

Trailer: https://vimeo.com/174595300

 

*Prêmios e exibições: Kikito de Melhor Direção de Arte - 44º Festival de Cinema de Gramado; 44º Festival de Cinema de Gramado; Brasil10ª Mostra CineBH - Belo Horizonte, Brasil; 26ª Curta Cinema - Rio de Janeiro, Brasil; 18º Festival Kinoarte de Cinema - Londrina, BrasilI; V Festança Caiçara - Ilha Comprida, Brasil14º Festival de Cortos Bogoshorts - Bogotá; Colômbia39º Festival de Clermont Ferrand; França; 20ª Mostra de Tiradentes, Brasil.

 

 

Programação Detalhada Mostra Noosfera

Primeira Parte 

 

Início ás 18:00

Duração: 1:35 

 

O Sequestro da Cultura Brasileira (2006)

22 min. 

Direção: Bruno Rico

Sinopse: Um bang-bang da tragi-farsa Cultura Brasileira. 

 

Trailer de Cola na Veia (2017)

1 min. 

Direção: MaicknucleaR

S/ Sinopse

 

Cryptofagia / Jérémie Zimmermann (2016)

12 min. 

Direção: Pravida / montagem e roteiro: Diego Arvate, Diego Sampaio, Walter Vector

Sinopse: As utopias de Jérémie Zimmermann, hacker e co-autor de Cypherpunks: Liberdade e o futuro da internet.

S/ sinopse

 

Não Finalizado (2015) 

6 min. 

Direção: Gregório Gananian

S/ Sinopse

 

Peircecografado p. Signatari

1.30 min.

Edição: Ana Elisa Carramaschi / Narração: Walter Vector

S/ sinopse

 

Retroprojeção Pignatari (2015) 

7 min. 

Direção: Gregório Gananian

 

Acaso Osasco. (2016) 

12 min. 

Direção: Diego Arvate e Ж.

Sinopse: 13 de agosto de 2015, 18 mortos, 15 em Osasco. ACASO OSASCO trata de reprogramar a signatura de Décio Pignatari não apenas como a do poeta-inventor da poesia concreta, mas como a de um pensador fundante para a cultura brasileira pós-2016, aquele que, como James Joyce, quis criar a consciência incriada de sua raça.

 

Incorporação / Foice a Face (2015)

5 min. 

Direção: Macca / Encouraçado Filmes 

Sinopse: Foice a Face é um documentário que discute a Representatividade Negra nas Artes Contemporâneas. O curta-metragem resume a passagem do projeto por Salvador com foco na dança e perfomance negra.

 

7FF on¢idia Ж

8 min.

Sinopse: Na antiga China a pele do tigre representava a “constância da mudança”, no mundo Maia no caminhar do Bolom Chon (jaguar) se liam constelações: dança do cosmos. No filme se agrupam fluxos; onças pintadas, 7 pancadas, plantas-manchadas, onças-valor, aranha-flor. Matéria-energia-informação varia. Comunicação-ao lado, mais-valia de código. Commodities, bit coins, montanhas de dados.7FF On¢idia: impossibilia real da vida capital.

 

Nosotros (2016)

20 min.

Direção: Fernando Akira, Eprr

Sinopse: Ação lúdica, ritual em imagens de vida transitória livre de memória e de um corpo. Fluxo como estrutura circular não linear, destruição de camadas de projeção.

 

Após da 10 minutos de intervalo 

 

Segunda Parte de Exibição: Programação Detalhada Mostra Noosfera (parte 2)

Continua

História da Capoeira

 

Durante o século XVI, Portugal enviou escravos para o Brasil, provenientes da África Ocidental. O Brasil foi o maior receptor da migração de escravos, com 42% de todos os escravos enviados através do Oceano Atlântico. Os seguintes povos foram os que mais frequentemente eram vendidos no Brasil: grupo sudanês, composto principalmente pelos povos Iorubá e Daomé, o grupo guineo-sudanês dos povos Malesi e Hausa, e o grupo banto (incluindo os kongos, os Kimbundos e os Kasanjes) de Angola, Congo e Moçambique. 

 

Os negros trouxeram consigo para o América/Novo Mundo as suas tradições culturais e religião. A homogeneização dos povos africanos e seus descendentes no Brasil sob a opressão da escravatura foi o catalisador da capoeira. 

 

 

A capoeira foi desenvolvida pelos escravos do Brasil, como forma de elevar o seu moral, transmitir a sua cultura e principalmente como forma de resistir aos seus escravizadores, geralmente era praticada nas capoeiras, e a noite nas senzalas onde os escravos ficavam acorrentados pelos braços, o que explica o fato de a maioria dos golpes serem desferidos com os pés, foi também muito praticada nos quilombos, onde os escravos fugitivos tinham liberdade para expressar sua cultura. 

 

Há relatos de historiadores de que Zumbi dos Palmares e seus quilombolas comandados, só conseguiram defender o Quilombo dos Palmares dos ataques das tropas coloniais, porque eram exímios capoeiristas, mesmo possuindo material bélico muito aquém dos utilizados pelas tropas coloniais e geralmente combatendo em menor número, resistiram a pelo menos vinte e quatro ataques de grupos com até três mil integrantes, comandados por capitães-do-mato, e foram necessários dezoito grandes ataques de tropas militares ao Quilombo dos Palmares para derrotar os quilombolas, soldados de Portugal relatavam ser necessários mais de um dragão (militar) para capturar um quilombola, porque se defendiam com estranha técnica de ginga, pernas, cabeça e braços, muitos comandantes de tropa portugueses e até um governador-geral, consideraram ser mais difícil derrotar os quilombolas do que os holandeses. 

 

Há registros da prática da capoeira nos séculos XVIII e XIX nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro, e Recife, porém durante anos a capoeira foi considerada subversiva, sua prática era proibida e duramente reprimida. Devido a essa repressão, a capoeira praticamente se extinguiu no Rio de Janeiro, onde os grupos de capoeiristas eram conhecidos como maltas, e em Recife, onde segundo alguns a capoeira deu origem à dança do frevo, conhecida como o passo. 

 

Após mais de quatrocentos anos de perseguições e proibições, a capoeira chega aos nossos dias com conteúdo artísticos, filosóficos, culturais e sociais, se tornando uma importante forma de manifestação cultural do nosso povo.

 

Tendo sua origem afro-brasileira, sendo uma mistura de diversas lutas, danças, ritmos e instrumentos musicais de diferentes povos, a capoeira está vinculada com a história do Brasil. É a contribuição do negro, do índio e do europeu dentro da nossa sociedade. Da escravidão até os dias atuais, sua história nos mostra muita força, capacidade de adaptação e resistência. 

 

Hoje em dia, mais forte e valorizada do que nunca, essa expressão cultural, fruto da miscigenação de raças, é tão misteriosa quanto o povo brasileiro, resiste às dificuldades diversas e caminha a passos determinados para o futuro. 

 

 

"Capoeira é uma arte que engloba várias artes em uma só: é um trabalho, uma luta, uma arte, uma dança. É poesia. Tudo isto tem seu momento, ou seja, ela é o que o momento determinar. É luta nacional brasileira, filosofia de vida. Como consequência, o capoeira compreende a vida de uma maneira diferente: com mais jogo de cintura. Dessa forma, consegue suportar melhor suas dificuldades e vivenciar com mais objetividade seus sentimentos."

(Mestre Camisa – presidente da ABADÁ-Capoeira)

Sobre o Mestrando Peixe Cru

 

 

Paulo Rogério Yoneyama, o Peixe-Cru, nascido na cidade de São Paulo, em 9 de Janeiro de 1970.

Em 1981, enquanto jogava bola perto de sua casa, viu um capoeirista executando alguns movimentos de capoeira, o que despertou sua curiosidade e seu interesse pela atividade.

No mesmo ano, contrariando a vontade de sua mãe, começou a treinar na academia do Mestre Meinha, do Grupo Cruzeiro do Sul. Frequentador assíduo da academia, logo foi batizado, após duas semanas de treinos. Aproveitando em evento realizado pelo seu Mestre.

Pela sua descendência nipônica, seus familiares questionavam sua escolha pela capoeira, em vez de treinar judô, karatê ou outra arte marcial oriental. Mas a beleza da capoeira, o ritmo, a ginga e os movimentos o atraíam de maneira irresistível.

Formou-se "Professor-Mirim" em 1985 e em 1987, quando Mestre Meinha fechou a academia, começou com Peixada, seu irmão, a dar aulas de capoeira em locais alugados e na garagem e sala de sua casa, o que foi o começo da sua academia.

Durante essas atividades viajava sempre com os seus alunos, indo prestigiar eventos e batizados de outros grupos de capoeira.

Em 1991, durante um evento, teve o seu primeiro contato com a Abadá-Capoeira, onde conheceu Cobra e outros integrantes do grupo. A forma de jogar e a técnica da Abadá trouxeram de volta os sentimentos iniciais que fizeram Peixe Cru iniciar na Capoeira e ele quis saber mais sobre esse grupo.

No mesmo ano, Mestre Camisa foi ministrar um curso a São Paulo, e incentivado por um amigo, o Caco Véio, juntou as economias e inscreveu-se, com a intenção de conhecer pessoalmente Mestre Camisa.

Depois do curso, Mestre Camisa convidou os presentes para conhecer a academia do Rio de Janeiro, e Cobra o convidou para se hospedar em sua casa.

Passado algum tempo, Peixe Cru foi para o Rio, onde fez alguns treinos com a Abadá-Capoeira.

Após esses contatos iniciais, esteve presente num Batizado do Cobra, onde conversou com Mestre Camisa e começou a fazer parte da Abadá-Capoeira.

Em 1993 oficializou-se no grupo, num evento que pegou a corda roxa. Coincidentemente, foi no mesmo ano que Cobra se formou Mestrando.

Em 1995 fez a sua primeira viagem para o exterior, indo para os Estados Unidos, São Francisco, num evento realizado pela Mestranda Márcia Cigarra.

Hoje ele é um profissional, e tem a capoeira como forma de vida, tirando dessa o seu sustento e da sua família. 

Possui uma academia em São Paulo, além de dar aulas em vários locais e desenvolver uma série de trabalhos sociais.

 

Formou-se Mestrando da Abadá-Capoeira em 2005!

Sobre Mestre Ronaldo Souza

 

FORMAÇÃO ACADÊMICA E ESPORTIVA

 

• Superior em Redes de Computadores Faculdade Sumaré – cursando

 

• Instrutor de kung fu do sistema Louva-a-deus – concluído em 2010

 

APERFEIÇOAMENTO E FORMAÇÃO

 

• Certificate of “Fundamentals of Bei Shaolinquan”, pelo Shifu Nelson Ferreira da Zhong Yi Kung

 

Association, Madison, WI – USA - maios de 2014

 

• Curso de Árbitro Central pela WKFL (World Kung Fu League) – fevereiro de 2016.

 

• Curso de Regras de Arbitragem de Sanda (Boxe Chines) pela WKFL (World Kung Fu League

 

Sanda Referee Team) – Novembro de 2015.

 

• Curso General rules and refereeing team building - Head Referee Gestures in a competition

 

pela WKFL (World Kung Fu League Sanda Referee Team) – Outubro de 2014.

 

• Curso de Árbitro Lateral pela WKFL (World Kung Fu League) – fevereiro de 2014.

 

• Curso de formação de instrutores da ASKF – Maio de 2010

 

• Curso de Espada Reta Damo Jian ministrado pelo Shifu Marcus Philipe Peres Martins – agosto

 

de 2014.

 

• Curso de Taolu do estilo Leopardo (Pao Chuan) ministrado pelo Shifu Aparecido de S. Soares

 

– junho de 2014.

 

• Curso de Wushu Competitivo – Changquan de 32 movimentos, ministrado pelo Shifu Cleber F.

 

L. de Souza – Junho de 2013

 

COMPETIÇÕES

 

• Participação como árbitro chefe no 9º Campeonato Brasileiro de Kung Fu – Agosto de 2015.

 

• Participação como atleta no 8º Campeonato Brasileiro de Kung Fu – Agosto de 2014.

 

• Participação como atleta no 7º Campeonato Paulista de Kung Fu – Maio de 2014.

 

• Participação como atleta no 11º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2013.

 

• Participação como atleta no 6º Campeonato Paulista de Kung Fu – Maio de 2013.

 

• Participação como atleta no 10º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2012.

 

• Participação como atleta no 5º Campeonato Paulista de Kung Fu – Maio de 2012.

 

• Participação como atleta no 9º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2011.

 

• Participação como atleta no 5º Campeonato Brasileiro de Kung Fu – Maio de 2014.

 

• Participação como atleta no 4º Campeonato Paulista de Kung Fu – Maio de 2011.

 

• Participação como atleta no 8º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2010.

 

• Participação como atleta no 3º Campeonato Paulista de Kung Fu – Junho de 2010.

 

• Participação como atleta no 6º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2008.

 

 

Apresentação Passa a Bola...

 

Podemos definir como um evento cultural que visa integrar linguagens que estão em efervêcencianas ruas e que naturalmente já estão ligadas entre si.   

A poesia declamada dos autores da literatura periférica que está presente nos diversos saraus,  o trabalho autoral dos mc’s  que realizam seus shows e a musica selecionadas pelos dj’s nas pistas dos bailes, numa dinâmica continua de intervenções “mixadas” umas nas outras resultando em uma apresentação coletiva  onde todos tem um espaço igual pra mostrar sua arte.  

Com democratização tecnológica e a idéia de cultura independente difundida e assimilada entre os produtores de cultura atualmente, a arte de rua muito se expandiu e evoluiu em sua qualidade, desde o acesso a informação até a finalização dos diversos produtos, sejam cd’s, clipes, livros ou simplesmente no seu conteúdo.  Porem os espaços para mostrar e distribuir  assim como as condições mercadológicas de investimento não acompanham uma cena que não para de crescer e ter novos representantes. O que vemos hoje é a idéia de alguns emergentes que conquistam maiores espaços e uma agenda de atividades remuneradas e uma quantidade muito maior de artistas na batalha cotidiana para conseguir dar continuidade aos seus trabalhos.  

Com esse mesmo senso de rapidez da atualidade, seja no surgimento de novos talentos como na absorção dos lançamentos  (sabemos que hoje as pessoas querem uma amostra, uma musica, um poema pra terem o primeiro contato com a obra) propomos esse conceito, circular , “giratório” onde um poeta passa o microfone pra um mc/cantor/grupo que  passa a “vez” pra um DJ que dispara um som que o publico já tenha assimilado ou algo totalmente novo mas já finalizado... Assim os presentes conseguem manter a atenção focada nos eventos propostos.   

 

Um passa bola pra outro que chuta pra outro... Um só time onde todo mundo faz gol.

Formas de Pagamento e Política de Reembolso

Formas de Pagamentos

Cartão de crédito e Debito (Efetuar o pagamento no espaço) Deposito bancário - confirmação mediante ao envio do comprovante)

Política de Reembolso

Em caso de desistência, independente do motivo, a pessoa pode transferir sua vaga a alguém com até 2 dias ,e comunicar  troca para a organização.
Se não tiver alguém para transferir, segue a tabela abaixo;

Data

Reembolso de:

15 dias antes do evento

80% do valor total

10 dias antes do evento

40% do valor total

05 dia antes ou no dia do  evento


10% do valor total

O reembolso pode demorar até 10 dias úteis.

Entrevista com Leyla Bouzid

O filme se passa quando Ben Ali era Presidente, mas foi escrito e filmado muito tempo depois dele fugir do país. Como seu trabalho mudou em relação aos eventos chaves e históricos que recentemente ocorreram na Tunísia?

Quando a revolução aconteceu, o desejo era muito forte para filmar e representar isto. Muitos documentários foram filmados então, todos cheio de esperança, todos focados no futuro. Eu também queria filmar. Não a revolução, mas o que todos viveram e sofreram: o cotidiano sufocante, o poder total de polícia, a vigilância, o medo e paranoia do povo tunisiano nos últimos 23 anos. A revolução (ou revoltas, pontos de vista são divergentes) surpreendeu o mundo inteiro, mas não veio de lugar nenhum. Não poderíamos de repente varrer décadas de ditadura e voltar para o futuro sem examinar o passado. Para mim, era óbvio que tínhamos de rever rapidamente o passado enquanto a maré da liberdade continuava a fluir.

Como a maioria dos tunisianos, minha euforia era forte no início, seguida por sucessivas fases de encanto e desencanto. Para o filme, eu não queria que a gama de emoções conectadas a eventos em curso me influenciasse. Meu único guia era tentar consistentemente seguir a jornada emocional vivida pelos personagens durante o período histórico que é contado. O objetivo era ser o mais preciso possível em uma obra de ficção leal a um contexto histórico específico.

 

Você estava ciente das renovadas restrições sobre a liberdade durante a filmagem? Você teve receio de ver a era Ben Ali voltar à vida no olho de sua câmera?

 

Eu estava ciente de que eu tinha que filmar rapidamente, enquanto ainda havia tempo, e que era importante filmar o medo que os tunisianos sentiram quando Ben Ali estava no poder. Para memorizar as dificuldades daqueles anos que nunca queremos ver de novo, para conjurar o risco de os ver voltando novamente.

Durante a filmagem, notei que muitos já tinham esquecido o que era viver sob o regime de Ben Ali. Quando eu disse aos figurantes: "aqui há um silêncio pesado", porque sob o regime do Ben Ali não se podia ouvir tais coisas sem ficar com medo, alguns deles tiveram dificuldade em recompor o sentimento. As pessoas perderam os reflexos que tiveram durante esse período, juntamente com a memória do medo e da paranoia. De um certo ponto de vista, esquecer não é necessariamente uma coisa ruim. Como se esse período estivesse realmente atrás de nós. Mas a amnésia e o esquecimento devem ser combatidos. Esse é um dos papeis do cinema.

Você fala dos medos em relação ao sistema policial, mas existe também uma verdadeira ameaça terrorista pairando sobre a Tunísia. E, no entanto, a religião está completamente ausente do filme.

Estamos com os jovens que transbordam de energia, que fazem coisas, que querem fazer música, organizar concertos, viver sua arte. A religião não está no centro de suas vidas. É essa juventude enérgica e criativa que eu queria filmar. Juventude que luta todos os dias por sua existência, e que raramente ouvimos alguma coisa sobre. Os únicos jovens que têm voz na mídia são aqueles que se voltam para o extremismo e a violência. Pareceu importante para mim dizer que também existem jovens que são impulsionados pela vida, para lhes dar uma voz através da Farah, mostrar que ela é amordaçada por um terror que se origina do sistema. O terrorismo não é a única forma de terror.

Farah está tentando existir como um indivíduo, para ter sua voz escutada. Conhecemos "O povo Tunisiano", o "Nó s", e a "Nação"...

 

Mas qual lugar é dado ao "Eu"? A que preço este existe como um indivíduo livre na Tunísia? Você teve que pagar este preço? O que existe de você em Farah?

 

O filme faz esta pergunta: como uma pessoa pode, na Tunísia, libertar-se da família, da sociedade, do sistema? - a energia que isso requer, a resistência que ela provoca e a violência que ela pode gerar são tremendas. Seguimos a trajetó ria de Farah, que quer viver a vida ao máximo, que está plenamente viva, contra todos e todas as probabilidades, e por isso ela é punida, esmagada. Penso que na Tunísia, todos nó s pagamos um preço, quer se trate de um artista ou não, em um momento ou outro na vida, a um nível íntimo, familiar, social ou educacional. Na sociedade tunisiana, qualquer um faz concessões, ou é confrontado com inúmeros obstáculos.

A história do filme não é autobiográfica, mesmo que exista algumas situações que eu própria vivi: a de descobrir que um amigo próximo, que pertencia ao mesmo cineclube que eu, era um informante da polícia. Alguém que estava lá para nos vigiar, para nos infiltrar. Foi um choque terrível. Então, percebi que estávamos cercados e que não podíamos confiar em nada ou em ninguém.

Mas Farah é muito diferente de mim. Ela é mais impulsiva e espontânea do que eu, nunca teria sido capaz de ir tão longe quanto ela. Ela é agraciada por uma esp écie de inocência e coragem, ela não assimilou os limites que bloqueiam qualquer iniciativa. Ela é como um elétron livre.

 

Você escolheu a cantora Ghalia Benali para interpretar o papel da mãe, e deu a Baya Medhaffer seu primeiro papel, que é o da protagonista. Como as duas atrizes reagiram a esta escolha?

 

Ghalia ficou muito surpresa por eu ter contatado ela para interpretar o papel da mãe de uma cantora. A princípio, ela ficou quase ofendida. Mas finalmente, quando ela leu o roteiro, ela estava muito entusiasmada. Na personagem de Hayet, ela viu coisas que lembrou a sua própria mãe, e estava animada para desempenhar o papel. A presença de Ghalia trouxe muito para o filme: ela foi uma grande ajuda para Baya. Elas se uniram maravilhosamente e desenvolveram um ritmo próprio delas.

A última cena do filme é de fato inspirada no primeiro encontro das duas atrizes. Ghalia cantou para encorajar Baya a cantar em sua presença. Pouco a pouco, Baya começou a cantar junto com ela. Isso mexeu com Ghalia de modo que lágrimas começaram a correr por suas bochechas enquanto ela sorria. Foi muito intenso e de repente, era óbvio que este era o final do filme.

Para desempenhar o papel de Farah, precisava de uma jovem de 18 anos, muito livre, pronta e capaz de encarnar o papel, que exigia tanto o canto como a atuação. É uma parte difícil para um novato. O casting durou mais de um ano, eu me encontrei com muitas, muitas jovens, algumas delas várias vezes. Baya fez o teste de tela no início, mas eu não tinha certeza, eu estava cheia de dúvida. A escolha foi difícil e Baya realmente lutou para obter o papel. Ela absolutamente queria. Ela amava o personagem e não tinha medo de ser censurada ou de fazer algo proibido. Ela é, de fato, mais livre do que Farah, mais explosiva. Ela é excepcionalmente livre. Isso foi muito precioso para encarnar o papel e foi o que me convenceu.

Você filma duros locais de Túnis, sua vida noturna, os bares, trens, lugares muito masculinos, nos quais você entra com os olhos de uma mulher... Então você vai para o interior, principalmente para a área de mineração, onde o árido quebra a decoração do turbulento cenário urbano.

 

Existe uma barreira que separa esses dois cenários que eu sinto que deve ser quebrada, e que é possível eu fazer isso. Concretamente, durante a filmagem, é a cena em que Hayet entra no bar, que era a mais delicada. Os figurantes eram verdadeiros clientes de um bar decadente. Cada vez que nós refazíamos a cena, a atriz teve que entrar no bar novamente e em cada vez isso foi uma provação. Os homens, figurantes, olhavam com insistência, quase de forma obscena, sem nossa permissão. Todas as mulheres que participaram da filmagem sentiram a pressão do olhar deles.

 

Eu estava determinada a filmar lugares da Tunísia com suas verdadeiras atmosferas, as pessoas reais que trabalham ou passam por lá, para ser fiel à sua realidade. O trem suburbano, os bares, a estação de ônibus são filmados de forma documental. A ideia era injetar a ficção do filme nesses lugares da cidade terrivelmente vivos... até as poeiras das minas de fosfato, o viveiro de resistência quando Ben Ali estava no poder. Os trabalhadores desempenham o próprio papel deles. Esta cena cria uma ruptura no filme, permitindo dar um passo atrás em relação à história, uma espécie de zoom para trás que tenta desenhar um mapa do país. Para lembrar que as palavras das canções vêm de longe, que a impressão de sufocar é profunda, enterrada sob v árias camadas sociais. A cena é um tributo a estes trabalhadores (ainda em conflito com as autoridades de hoje), antes de tudo evocar sua resistência, que preparou o país para se levantar contra o governo. A resistência começou cedo, em 2008, muito antes da famosa tentativa de Bouazizi de se imolar.

A música no filme é o vetor para um tipo de resistência. Khyam Allami, um iraquiano, a compôs.

 

Música e dança sempre existiram na cultura popular tunisiana. A música tradicional, "Mezwed", as danças, as festividades durante os casamentos são verdadeiramente ocasiões intensas, permitindo libertação emocional para as pessoas. Hoje, o rap tunisiano está emergindo dos distritos pobres. É um verdadeiro refúgio para alguns, e manifesta um forte movimento de resistência que atinge um grande número de pessoas. O Estado est á visivelmente com medo desses rappers que protestam pelo o que eles gritam em suas canções.

 

A música foi o maior desafio do filme. Eu não só tinha que encontrar uma atriz que canta, mas eu precisava criar uma banda, compor a música, escrever as canções. Às vezes eu achava que seria impossível. Conheci inúmeros músicos, mas nunca conseguimos nos dar bem. E então um dia, por acaso, eu estava em um concerto em Paris e descobri uma banda cuja música simplesmente me chamou a atenção: o Alif Ensemble. Khyam é um dos cinco músicos de vários países árabes (Líbano, Egito, Palestina, Iraque). Sua energia, seu treinamento está muito próximo do que eu queria. (Seu primeiro álbum foi lançado em 4 de setembro de 2015).

E também descobri que o fabricante de instrumentos de cordas da banda é iraquiano e que ele morou na Tunísia nos últimos três anos. Ele falava tunisiano, conhecia os lugares onde eu queria filmar o filme, a vida underground da juventude lá, Baya ...

Tudo aconteceu muito rápido e foi realmente simples depois disso. Khyam e eu estávamos completamente em sintonia. Eu o consultei quando fiz o elenco, criamos a banda juntos. Ele compôs as músicas para a voz de Baya e ensaiou a banda por semanas antes do início da filmagem. Isso os uniu. Eles se tornaram uma banda de verdade. Todos nós amamos a música. Filmar as cenas musicais com a performance ao vivo da banda foram verdadeiros momentos de exaltação para toda a equipe de filmagem.

Para as letras eu trabalhei com um velho amigo meu, Ghassen Amami, que também trabalha no cinema. Cada canção tinha que ter um sentimento específico em relação ao momento em que era cantada no filme. Cada uma participa da dramaturgia. Algumas das canções foram escritas de uma só vez, outras exigiram várias adaptações. As letras estão profundamente enraizadas na Tunísia de hoje.

 Por: Maha Ben Abdeladhim, jornalista e escritora, Julho 2015

 

FESTIVAIS

O filme foi exibido em mais de 40 festivais, entre eles:

 FESTIVAL DE VENEZA - VENICE DAYS - PRÊMIO LABELS EURPA CINEMA

FESTIVAL DE VENEZA -  VENICE DAYS - PRÊMIO DO PÚBLICO

FESTIVAL DE TORONTO

FESTIVAL TRIBECA

FESTIVAL DE DUBAI - PRÊMIO MUHR DE MELHOR FILME FICÇÃO

FESTIVAL DE ROTTERDAM

https://ssl.gstatic.com/ui/v1/icons/mail/images/cleardot.gif BIOGRAFIA DA DIRETORA

Leyla Bouzid (Túnis, 1984) se mudou para Paris em 2003 para estudar literatura francesa na Sorbonne e, em seguida, foi para La Fémis estudar direção. Ela dirigiu Soubresauts, seu filme de tese, na Tunísia, poucos meses antes da Revolução. Depois ela dirigiuZakaria no sul da França com atores não profissionais. Estes dois curtas-metragens receberam uma calorosa recepção em festivais na França e em outros países. Assim que Abro Meus Olhos (A peine j' ouvre les yeux) é seu primeiro longa-metragem.

FILMOGRAFIA DA DIRETORA

Un ange passe (2010 - curta-metragem) / Soubresauts (2011 - curta-metragem) / Gamine(2013 - curta-metragem) / Zakaria (2013 - curta-metragem) / Assim que Abro Meus Olhos(2015)

Regras da Feira da Matilha

ATENÇÃO EXPOSITORES AS SEGUINTES INFORMAÇÕES SOBRE O DIA DA FEIRA 

A partir das 09:00 a Matilha estará aberta para montagem dos stands. 

Estamos disponibilizando 1,50 m² de stand com mesa e cadeira. 

permanência minima até as 18 hs.

Será Permitido:

- decorar o espaço do stand, sem utilizar as paredes

 

Não será permitidos

- Trazer bebidas alcoólica 

- Danificar ou retirar as obras dispostas nas paredes das áreas expositivas

- Pendurar, pregar, colar, produtos ou cartazes nas paredes 

 

Solicitamos que consumam na Matilh

 

Lista de filmes da Mostra Independente 2016

A NAVALHA DO AVÔ 

Direção de Pedro Jorge

 

Sinopse: A vida de José está mudando. Seu neto começa a perceber. 23min. Ficção. São Paulo. (Livre)

Com: Kauê Telloli, Jean-Claude Bernardet, Sônia Guedes, Luiz Serra, Ester Laccava, Carlos Baldim, Thaís Medeiros, Eliana Bolanho e Fernão Lacerda

 

Ficha Técnica 

Direção e Montagem: Pedro Jorge

Roteiro: Francine Barbosa e Pedro Jorge

Produção: Angelo Ravazi e Rubens Rewald

Produção Executiva: Angelo Ravazi

Direção de Produção: Issis Valenzuela

Diretora Assistente: Olívia Pedroso

Fotografia: Otávio Pupo

Exibição: 15/11 ás 18h  e 23/11 ás 20h30.

 

 

MEU PEQUENO HERÓI NÃO SABE VOAR

Direção de Pedro Jorge

 

Sinopse: Fabinho vive nos ares. Laura, sua mãe, vive no chão. 19 min. Ficção. São Paulo. (Livre)

 

Ficha Tecnica

Fotografia: Otávio Pupo

Arte: Fernando Zuccolotto

Montagem: Pedro Jorge e Hélio Villela Nunes

Exibição: 15/11 ás 18h30 e 23/11 ás 21h

 

 

JUIZADO.DOC - UM OLHAR SOBRE A VIOLÊNCIA DE GÊNERO  E AS PRÁTICAS INSTITUCIONAIS

Direção de Cristiane Brandão e José Eduardo Azevedo

 

Sinopse: Juizados.doc é um documentário sobre os Juizados da violência doméstica e familiar contra a mulher, instituições do Poder Judiciário com competência para processar e julgar os casos da Lei Maria da Penha.

Com a participação de nomes do Direito, da Psicologia, do Serviço Social, profissionais dos Juizados, agressores e vítimas, este média metragem foi desenvolvido com o objetivo de ampliar o debate sobre a violência de gênero e despertar, no ambiente acadêmico e na comunidade brasileira como um todo, o interesse por criar condições para o pleno exercício da cidadania feminina, inclusive nos órgãos estatais. Cientes do impacto que suportes audiovisuais promovem na curiosidade das pessoas, em geral, e da juventude, em particular, entendemos que este material pode contribuir para a consolidação da importância do tema entre universitários, juristas, pensadores e sociedade civil.Por todas essas razões, nos dedicamos apaixonada e graciosamente a esse projeto, contando também com a disponibilidade generosa daqueles que acreditaram na proposta e que, hoje, curtem conosco o resultado final. Documentário. Rio de Janeiro. (Livre)

 

Ficha Técnica

Direção: Cristiane Brandão e José Eduardo Azevedo

Direção de Produção: Cristiane Brandão e José Eduardo Azevedo

Exibição: 15/11 ás 20h30 e 17/11 ás 18h

 

 

ATRÁS DA PEDRA - RESISTÊNCIA  TEKOA GUARANI 

Direção de Thiago Carvalho

 

Sinopse: Com direção do fotógrafo e jornalista Thiago Carvalho, roteiro de Tais Oliveira e produção de Guilherme Queiroz, o documentário aborda a luta e resistência dos índios Guarani Mbyá pela demarcação de terras nas aldeias do bairro Jaraguá, zona norte de São Paulo.Considerada a menor terra indígena do Brasil, as três aldeias Tekoa Itakupe, Tekoa Pyau e Tekoa Ytu estão próximas ao Parque Estadual do Jaraguá, e duas delas ainda aguardam do Governo Federal a demarcação legítima do território.Produzido em 2015, o documentário inédito faz um registro das aldeias e mostra um ano decisivo na vida dos índios. 30 min. Documentário. São Paulo. 2015. 

 

Ficha Técnica

Direção: Thiago Carvalho

Exibição: 16/11 ás 18h e 06/12 ás 19h

 

 

PARENTE GUERREIRO – LUTA E RESISTÊNCIA INDÍGENA

Direção de Thiago Carvalho

 

Sinopse: Luta e Resistência Indígena é um documentário sobre o ato indígena realizado na Avenida Paulista, em junho de 2015, durante as gravações do documentário Atrás da Pedra - Resistência Tekoa Guarani. O vídeo mostra lideranças indígenas de todo o país discursando e percorrendo as ruas de São Paulo para reivindicar os direitos indígenas, se posicionar contra a PEC 215, o genocídio e o etnocídio. 20 min. Documentário. São Paulo. 2015.

 

Ficha Técnica

Direção: Thiago Carvalho

Produção: Guilherme Queiroz

Roteiro: Taís Oliveira

Exibição: 16/11 ás 18h30 e 06/12 ás 19h30

 

 

CENTRAL

Direção: Tatiana Sager

 

Sinopse: O Presídio Central de Porto Alegre é tema do documentário Central. Poder Judiciário, MP e pesquisadores analisam a situação crítica da prisão. Policiais militares, familiares e presos, falam sobre o cotidiano da cadeia, superlotação. Imagens inéditas mostram as galerias, onde os guardas não entram, e os próprios presidiários detêm o comando. 78 min. Documentário. Rio Grande do Sul. 2015. (14 anos)

 

Ficha Técnica

Empresa Produtora: Panda Filmes

Produção Executiva: Beto Rodrigues e Tatiana Sager

Direção: Tatiana Sager / Renato Dornelles

Roteiro: Tatiana Sager / Renato Dornelles / Luca Alverdi

Fotografia: Pedro Rocha

Trilha Sonora Original: Everton Rodrigues

Montagem: Luca Alverdi /Ricardo Zauza

Exibição: 16/11 ás 20h30 e  17/12 ás 18h

 

 

APART. HORTA

Direção de Cecília Engels

 

Sinopse: A baiana Nazaré vai a São Paulo pela primeira vez para visitar seu irmão Natanael, que vive na cidade há oito anos. Natanel tem um estilo de vida voltado ao trabalho, já Nazaré vive uma relação saudável com as pessoas, a natureza e a alimentação. Aos poucos, trazendo seu axé e cultivando alimentos no apartamento, Nazaré germina a transformação no ambiente da vida de Natanel e do prédio em que ele vive. 55 min. Ficção.

 

Ficha Técnica

Direção Cecilia Engels

Produção Adriana de Lima

Fotografia: Cleverson Cassanelli

Edição: Saulo Velasco

Som: Rubens Moraes

Produtora: Plano Astral Filmes

Exibição: 17/11 ás 20h30 e 03/12 ás 20h

 

 

ACABOU A PAZ, ISTO AQUI VAI VIRAR O CHILE, ESCOLAS OCUPADAS EM SP

Direção de Carlos Pronzato

 

Sinopse: O documentário ACABOU A PAZ, ISTO AQUI VAI VIRAR O CHILE, ESCOLAS OCUPADAS EM SÃO PAULO de Carlos Pronzato, lançado na internet no dia da volta às aulas, dia 15 de fevereiro de 2016, agora é lançado em DVD.Inspirados no exemplo dos estudantes chilenos, os famosos Pinguins (tratados pelo mesmo cineasta no documentário A Revolta dos Pinguins, https://www.youtube.com/watch?v=tetACHaxxJU ), o levante do segundo semestre de 2015 contra o fechamento de 94 escolas, culminou na ocupação de mais de 200 que seriam afetadas pelas ações de precarização do ensino público engendradas pelo Governo de Geraldo Alckmin (PSDB). A coragem, a autonomia, a horizontalidade e solidariedade demonstradas pelos secundaristas, aliado ao apoio popular, deixou sua marca na historia das lutas populares do Brasil. Documentário. (livre)

 

Ficha técnica:

Direção, Produção e Roteiro: Carlos Pronzato

Edição, Produção Executiva e Divulgação: Lucas Duarte de Souza

Exibição: 18/11 ás 18h e 07/12 ás 19h

 

 

CINE CAMELÔ

Direção de Clarissa Knoll

 

Sinopse: Cine Camelô narra a história de um cineasta que foi para a maior rua de comércio popular do Brasil, a rua 25 de março em São Paulo, vender a produção de curtas-metragens aos clientes que ali circulam diariamente. O cineasta-ambulante faz e vende pequenos filmes e dá vazão à fantasia e ao imaginário populares em meio ao grande caos do local. 15 min. Documentário. São Paulo. 2011.

ELENCO Bigode | Maurício de Barros; Magrão | Jose Bosco e Silva.

 

FICHA TÉCNICA

Direção e Roteiro: Clarissa Knoll

Direção de Fotografia: Carlos Ebert, ABC

Exibição: 18/11 ás 20h30 e 20/11 ás 19h30

 

 

PARCEIROS

Direção: Rodrigo Zanchini

 

Sinopse: Negão é um cara cagado, como ele mesmo diz. Isso não é o único motivo para ele estar há mais de uma semana trancado em um quarto de hotel. O verdadeiro motivo se revela no decorrer do filme, quando emerge o esquema ilegal que ele, Negão e seu amigo de infância Edgar criaram. 15 min. Ficção. São Paulo. 2014.

 

Ficha Técnica

Direção: Rodrigo Zanchini

Assistente de direção: Francisco Cannalonga

Direção de Fotografia: Paulo Soucheff

Assitente de Fotografia: Leandro Paiva Cardoso

Som: Matheus Paulo

Produção: Miguel Pixies

Assistente de Produção: Thiago Nebuloni

Direção de Arte : Bruna Priscilla Saraiva

Exibição: 20/11 ás 19h50 e 24/11 ás 18h30

 

 

A TOCA DOS DOIS SIGNOS

Direção de Bruno Decc

 

Sinopse: Jaga é uma jovem mulher negra e pré-histórica, explorando a antiquissíma costa brasileira. Ela protege um pequeno pedaço de carvão, enquanto ignora as ameaças micro-biológicas.

Kaza, um monge cientista, luta para que seu método de teste e verificação seja aceito entre seus colegas. O mundo da ciência parece dominado por uma forma de intuição gerada pela ingestão de um misterioso líquido negro. Enquanto isso, Miriam sofre com seu status de cidadã de segunda-classe devido sua ascendência européia. Ela é vítima de discriminação e pressão social por não se adequar aos padrões de beleza afro-descendentes dominantes. 20 min. Experimental/Ficção. São Paulo. 2016.

 

Ficha Técnica

Direção: Bruno Decc

Roteiro: Bruno Decc

Produção: Renata Romeu

Produção executiva: Juliana Borges

Fotografia: Boris Ramalho&Bruno Vieira

Montagem: Paulo Leblon

Direção de Arte: Hugo Paiva

Som: Ricardo Zollner

Elenco: Iara Pires, Romina Perazzo, Shima

Exibição: 20/11 ás 20h10 e 02/12 ás 18h20

 

 

GUATAHA

Direção de Clarissa Knoll

 

Sinopse: Guataha mistura narrativas míticas Ava-Guarani da Destruição e da Criação do mundo contadas pelo principal xamã da aldeia Ocoy, Tupã Nevangaju, com os resquícios do alagamento da aldeia Jacutinga pela usina hidroelétrica de Itaipu em 1982, e com a jornada de Délia, neta do xamã, pela fronteira entre o Brasil e o Paraguai. 52 min. Documentário. São Paulo. 2014. (Livre)

Participação de Guilherme Tupã Nhevangaju Rocha Cassemiro Pereira Centurião,  Delia Takua Yju, Martines Rocha, Conceição Takua Kami Caseres.

 

Ficha Técnica

Direção: Clarissa Knoll

Exibição: 18/11 ás 21h e 01/12 ás 19h30

 

 

A MUSA IMPASSÍVEL

Direção de Marcela Lordy

 

Sinopse: Adrine é neta de armênios, Edivaldo é filho de pernambucanos. Ela tem TOC e aspira à imobilidade. Ele tem ausências que o paralisam completamente. Adrine é casada com Adilson, um homem embrutecido que não suporta ser tocado pela mulher. Edivaldo quer casar-se com Gladis, improvável aspirante ao mundo fashion. Adrine deseja não ser notada. Edivaldo precisa ‘ser alguém’ para reconquistar sua noiva. Numa manhã, as vidas de Edivaldo e Adrine se cruzam na região da Luz por causa de uma laranja quase madura. Entre monumentos históricos, esculturas, pessoas de origens e sonhos diversos, Edivaldo e Adrine compartilham uma jornada de reconhecimento e aceitação sem imaginar que o que vivem, na verdade, é a mais antiga e necessária das histórias: uma história de amor. 52 min. Ficção.  São Paulo. 2011. (Livre)

 

Ficha Técnica

Direção Marcela Lordy

Roteiro Marcos Lazarini

Produção Clarissa Knoll

Direção de Fotografia Janice D’Ávila

Direção de Arte Fernanda Carlucci

Exibição: 19/11 ás 16h e 03/12 ás 15h

 

 

ALUGA-SE

Direção de Marcela Lordy

 

Sinopse: Clarice, recém separada, procura um lugar silencioso para viver. Antonio, recém separado, se vê obrigado a vender o local onde passou a infância. Clarice encontra na casa de Antonio tudo o que precisava. Um retrato da verticalização caótica da cidade de São Paulo e a percepção do espaço público como uma tradução de nós mesmos. Ficção. São Paulo. 2012.

  

Ficha Técnica

Direção: Marcela Lordy

Produção: BigbonsaiI

Argumento e Direção: Marcela Lordy

Roteiro - Marcela Lordy e Martha Nowill

Produção Executiva: Deborah Osborn

Direção de Fotografia: Janice D’avila

Direção de Arte: Fernanda Carlucci

Colaboração de Arte :Vera Hambúrgue

Montagem: Raimo Beneditti

Colaboração de Montagem: José Eduardo Belmonte

Música: Sergio Kafejian

Direção de Produção: Cristina Alves

Som Direto: Gabriela Cunha

Edição de Som: Ricardo reis e Miriam Biderman

Figurino: Joana Porto

Exibição: 19/11 ás 17h e 03/12 ás 16h

 

 

SONHO DE LULU

Direção de Marcela Lordy

 

Sinopse: Um filme que faz parte do imaginário de toda atriz. O universo feminino retratado em toda sua complexidade: diferentes papéis, fetiches, dilemas, identidade, profissão, liberdade, maternidade, poder e sexualidade. 15 min. Ficção. São Paulo. 2009. (Livre)

 

Ficha Técnica

Produção: Deborah Osborn

Direção: Marcela Lordy

Roteiro: Felipe Vidal, Marcela Lordy e Simone  Spoladore

Fotografia: Janice D’vila e Pedro Urano

Montagem: Raimo Beneditte

Direção de Arte: Fernanda Carlucci

Figurino: Ronaldo fraga

Finalização: O2 Filmes

Exibição: 19/11 ás 17h30 e 03/12 ás 16h30

 

 

OUVIR O RIO: UMA ESCULTURA SONORA DE CILDO MERIRELES

Direção de Marcela Lordy

 

Sinopse: Cildo Meireles em busca do som das principais bacias hidrográficas brasileiras para a construção da escultura sonora RIO OIR, criada a partir de jogo e articulação entre palavras e conceito. Da Foz do Iguaçu a Pororoca do Macapá, do Parque das Águas Emendadas a Foz do rio São Francisco, para depois, em estúdio de som, juntar os pedaços combinados à cacofonia das águas processadas pelo homem, e às gargalhadas humanas. OUVIR O RIO revela a simplicidade do artista, a relação dos habitantes dessas regiões com a água, e potencializa nossa percepção entre o som e a imagem. 79 min. Documentário. São Paulo. 2012.

Uma produção do Instituto Itaú Cultural e Movie&Art

 

Produção : Paulo Dantas e Carol Dantas

Produção Executiva : Carol Dantas

Direção: Marcela Lordy

Roteiro: Marcela Lordy e Thiago Dottori

Direção de Fotografia : Janice d'Avila

Exibição: 19/11 ás 18h e 03/12 ás 17h

 

 

RETRATO DE DORA

Direção de Bruna Callegari

 

Sinopse: Após encontrar dezenas de fotografias da avó jovem, neta pede para ouvir as histórias de sua vida. 15 min. Documentário. São Paulo. 2014.

 

Ficha Técnica

Direção e Roteiro: Bruna Callegari

Produção Executiva: Rafael Buosi, Bruna Callegari

Exibição: 19/11 ás 21h e 22/11 ás 18h30

 

 

VISIONICA

Direção de Bruna Callegari

Sinopse: Um homem se desloca pela cidade deserta em busca de suas imagens mentais. 7 min. Ficção. São Paulo. 2013

 

Ficha Técnica

Direção, roteiro e montagem: Bruna Callegari

Som original e mixagem: Wilson Sukorski

Direção de fotografia: Caroline Leone e Rafael Buosi

Exibição: 19/11 ás 21h e 22/11 ás 18h30

 

RETRATO DE DORA E VISÍONICA SERÃO EXIBIDOS EM CONJUNTO.

 

 

INVISÍVEL

Direção de Anna Martini

 

Sinopse: O que você entende por energias e influências? O documentário Invisível busca as opiniões de várias pessoas e especialistas, percebendo as influências que cada um traz para sua própria vida e para outros. Pensamentos, palavras, ações, que moldam as crianças que aprendem com esses adultos. Ao pensar no planeta e no futuro, antes temos que olhar para dentro, no presente. 10 min. Documentário. Santos. 2015. (Livre)

 

Ficha Técnica

Direção: Anna Martini

Direção de Fotografia: Adriano França

Produção: Caio Brisolla

Exibição: 20/11 ás 18h e 04/12 ás 18h

 

 

DUAL X

Direção de Anna Martini

 

Sinopse: Andressa é uma assistente social que treina artes marciais em seu tempo livre e não se envolve muito com a militância de sua companheira, a jornalista Carla. Porém, Carla é sequestrada ao descobrir um esquema de tráfico de pessoas, encabeçado por uma política influente, e Andressa percebe que o único jeito de conseguir justiça é com as próprias mãos. 12 min. Ficção. Santos. 2015. (14 anos)

 

Ficha técnica

Direção: Anna Martini

Assistente de Direção: Cássia Raphaela

Historia Original: Anna Martini, Cássia Raphaela

Produção Executiva: Regina Martini

Produção: Anna Martini, Regina Martini

Direção de Fotografia: Adriano França

Operador de Câmera: Adriano França

Exibição: 20/11 ás 18h e 04/12 ás 18h

 

INVISÍVEL E DUAL X SERÃO EXIBIDOS EM CONJUNTO.

 

 

CO2

Direção de Marco Bravo

 

Sinopse: Vídeo Poema Musicado 6 min. Ficção. Rio de Janeiro. 2015. (livre)

 

Ficha Técnica

Ator Convidado: Marcello Gonçalves

Produção: Fernanda Etzberger

Ator, edição, diretor e som: Marco Bravo

Exibição: 20/11 ás 18h30 e 04/12 as 18h30

 

 

DE FINO GOSTO

Direção de Marco Bravo

 

Sinopse: Uma funerária. Um dia qualquer. Ela entra, escolhe um caixão. Tudo se transforma! 14 min Ficção. Rio de Janeiro. 2015. (Livre)

 

Ficha Técnica:

Produção Executiva: Adriana Pires

Direção: Marco Bravo

Exibição: 20/11 ás 18h30 e 04/12 as 18h30

 

CO2 E FINO GOSTO X SERÃO EXIBIDOS EM CONJUNTO.

 

 

O AFETO É O CENTRO DO UNIVERSO

Direção de João Lima

 

Sinopse: Na década de 40, Nise da Silveira trocou o choque elétrico pelo afeto e revolucionou a psiquiatria. Do contato franco e aberto com quem chamava de clientes, ela desenvolveu a "emoção de lidar" e o "afeto catalisador", lançando um novo olhar sobre a "doença mental". Mais de 50 anos depois, no Engenho de Dentro, onde está localizado o campus psiquiátrico que hoje leva seu nome, um movimento de artistas, cientistas e educadores populares vem reafirmando, recriando e reproduzindo seu legado. É o Ocupa Nise, idealizado pela Universidade Popular de Arte e Ciência (UPAC), que em 2012 inaugurou o Hotel da Loucura, ocupação artística que tomou de cores e poesia as enfermarias desativadas do hospício. O Ocupa Nise 2014 reuniu cerca de 400 pessoas durante 7 dias de atividades. Parte dessa vivência está registrada em fragmentos afetivos e mutáveis no filme "O afeto é o centro do universo". Afete-se! 22 min. Documentário. Rio de Janeiro. 2015.

 

 

Direção de Produção: João Lima

Produção Executiva: Nectar

Roteiro: João Lima

Fotografia: João Lima

20/11 19h

22/11 20h30

 

EU QUE PARECIA GIGANTE

Direção de Thaianne Spinassi

 

Sinopse: Théo, 24 anos, começou uma jornada para descobrir a si mesmo depois de uma grande perda em sua vida. Por um tempo, seu ponto de fuga é Diana, uma garota por quem ele se apaixona, mas Théo perde isso também. 20 min. Ficção. Santos. 2014.

 

Ficha Técnica

Direção: Thaianne Spinassi

Assistente de Direção: Ana Carolina Nader

Roteiro: Thaianne Spinassi

Produção Executiva: Arthur Bellini,Julio Galassi, Luca Franco, Thaianne Spinassi

Direção de Produção: Eric Soares, Thaianne Spinassi

Produção: Kamilli Semenov; Karolyne Vargas

Direção de Fotografia: Luca Franco

Exibição: 23/11 ás 18h30 e 02/12 ás 18h30

 

A LUA DE MADEIRA

Direção de Pedro Jorge

 

Sinopse: A lua mexe com tudo... 3min. Documentário. São Paulo. (Livre)

Com: Seu Pedro

 

Ficha Técnica

Direção, Produção e Montagem: Pedro Jorge

Concepção: Pedro Jorge e Rafael Jorge

Fotografia: Caio Nigro

Exibição: 23/11 ás 21h30 e 02/12 ás 19h

 

 

A VERMELHA LUZ DO BANDIDO

Direção de Pedro Jorge

 

Sinopse: Documentário-Radialístico-Científico-Experimental de Cinema que busca o tributo ao filme, "O Bandido da Luz Vermelha" de Rogério Sganzerla, além de discutir sobre a indústria cinematográfica brasileira. 16 min. São Paulo. Documentário. (Livre)

Com: Seu Jorge, Brian Penido Ross, Mariana Jorge, Renato Jakaré & Orson Welles.

 

Ficha Técnica

Direção, Roteiro, Montagem & Desenho de Som: Pedro Jorge

Direção de Produção & Direção de Arte: Thaise Oliveira

Direção de Fotografia & Câmera: Bruno Risas Rodriguez

Coordenação de Produção: Francine Barbosa & Ísis Flores

Som Direto: Lucas Hungria

Exibição: 23/11 ás 21h30 e 02/12 ás 19h

 

A LUA DE MADEIRA E VERMELHA LUZ DO BANDIDO SERÃO EXIBIDOS EM CONJUNTO.

 

 

PUNHAL

Direção de Luiza Lubiana

 

No monte da Nuvem Branca vive um povo que acredita que os espíritos dos mortos, ainda sentem fome e desejo. Os líderes espirituais saem à procura da escolhida dos deuses para torrar alimentos e dar paz aos espíritos e fertilidade as plantações, visto que eles vivem de colheitas. O nome da escolhida dos deuses é Prana e ela esta predestinada a casar-se com Ozu, o regente financeiro desta aldeia, mas eis que chega ao Monte da Nuvem Branca o belo e jovem Kalki e ele e Prana se apaixonam. Prana desfaz seu noivado com Ozu e ele fica ensandecido e começa a cometer loucuras. 90 min. Ficção. Espirito Santo. (12 anos)

 

Ficha Técnica

Direção de Luiza Lubiana

Exibição: 24/11 ás 20h30 e 02/12 ás 19h30

 

 

PRA FALAR DE RAP – A PRODUÇÃO DE RAP INDEPENDENTE

Direção de Viviane Menosso

 

Sinopse: "Pra Falar de Rap" apresenta os processos de produção do rap nacional independente. O documentário mostra as etapas percorridas por rappers, desde a ideia da música até a chegada ao público. Rappers, DJs e produtores musicais protagonistas do rap nacional revelam os bastidores de seus trabalhos e complementam com opiniões por meio de depoimentos exclusivos. 34 min. Documentário. Curitiba. 2015. (Livre)

Entrevistados: KL JAY - SANDRÃO RZO - SOMBRA - DJ CIA - KAMAU - BLACK ALIEN - OGI - DE LEVE – NAVE

 

Ficha Técnica

Direção / Produção / Roteiro / Pesquisa / Edição / Finalização: Viviane Menosso

Orientação: Felipe Harmata Marinho

Arte: Wellington Fernandes

Exibição: 10/12 ás 19h30 e 11/12 ás 18h30

 

 

34

Direção de Marcella Nunes

 

Sinopse: Paloma, uma mendiga esquizofrênica, perambula pelas ruas de Paris. Em sua loucura ela procura desvendar os mistérios de sua mente. Saindo em busca de pistas do seu imaginário. Essa ansiedade só acaba quando se depara com o desvendar de seus delírios. Matando sua charada mental. Ficção. Rio de Janeiro. 2014.

 

Ficha Técnica

Atriz : Paloma Dreher

Direção : Marcella Nunes

Direção de Fotografia : Mariza Fonseca

Exibição: 01/12 ás 18h40 e 02/12 ás 18h40

 

 

INTERIOR

Ricardo de Roqueto

 

                Sinopse: Visões de um lugar qualquer no interior. 13 min. Ficção. Goiânia. 2015.

Elenco: Diego Lobo, Ennio Jacinto, Juliana Cordeiro, Juliane Leite, Rafael Roquete.

 

Ficha Técnica

Produção: Digital 5

Produção Executiva: Ricardo Roqueto

Roteiro: Ricardo Roqueto

Fotografia: Thiago Lemos

Montagem: Elisa Di Garcia

Música: Diego Lobo

Som: Elisa Di Garcia

Exibição: 01/12 ás 19h10 e 15/12 ás 20h

 

CEM ASAS

Direção de Gabriel Campos

 

Sinopse: Cem Asas narra à história de um homem preso em um hospital psiquiátrico, que decide escapar para impedir que sua amada faça um pacto com o Deus da Loucura. Ao longo dessa tentativa de fuga, o personagem encontra desafios que vão além da lógica racional. 35 min. Ficção. São Paulo. 2016. (Livre)

 

Ficha Técnica

Diretor - Gabriel Campos

Produtores: Flavia Freitas e Wembler Barreto

Diretor de Arte: Rafael Juri

Diretor de fotografia - Bruno Tarpani

Exibição: 01/12 ás 20h30 e 04/12 ás 19h

 

 

BRAÇOS ABERTOS PORTAS FECHADAS

Direção de Fernanda Polacow e Juliana Borges

 

Sinopse: O filme fala sobre o Brasil enquanto receptor de imigrantes numa época em que o país atrai cada vez mais gente para dentro de suas fronteiras. A história de um angolano vivendo no Complexo de favelas da Maré, Rio de Janeiro, e sua rotina repleta de racismo e discriminação, traz à tona a contradição de um país que se projeta aberto e multirracial. 25 min. Documentário. São Paulo. 2013. (Livre)

 

Ficha Técnica

Direção: Fernanda Polacow e Juliana Borges

Produção: Plataforma

Co-produção: Fagulha Filmes

Produção Executiva: Ana Nasser e Pedro Gorski

Produção Local: Cadu Barcellos

Exibição: 04/12 ás 19h40 e 10/12 ás 19h

 

 

FANTASMA DA SAUDADE NO VALE DA MORTE

Direção de Lufe Bollini

 

Sinopse: NO VALE DA MORTE encontra-se num patamar mais complexo dentro das possibilidades híbridas do cinema enquanto observação do real e construção ficcional. O filme nos leva de um lado pro outro em um pêndulo esquizofrênico que amálgama imagens de tempos e formatos diferentes com uma visceralidade que quebra as referências do gênero cinematográfico. 20 min. Ficção. São Paulo.

 

Ficha Técnica

Direção: Lufe Bollini

Direção de Produção: Lufe Bollini

Produção Executiva: Fabiana Mansur e Luciana Siebert

Roteiro: Lufe Bollini

Fotografia: RAFAEL AVANCINI | ALINE BIZ | NICOLAS COLAR | CARLOS MALVERDE | LUFE BOLLINI | PAOLA ALFAMOR | ALLAN JONES

Montagem: Lufe Bollini

Exibição: 04/12 ás 20h10 e 08/12 ás 18h30

 

 

NO TEMPO DAS FORMIGAS

Direção de Anahi Borges

 

Sinopse: Gabriel e Moara se reencontram após um ano e meio que filmaram juntos o filme “Pety Pode Tudo”, realizado para a TV Brasil. Gabriel vem de Piritiba (Bahia) para São Paulo especialmente para a estréia do filme e juntos os dois vivem um dia inusitado na grande metrópole. São Paulo se transforma em uma terceira personagem, com sua arquitetura, o multiculturalismo, a grandiloquência que a caracteriza. 17 min. Ficção. São Paulo. 2015.

 

Produção: Aranhas Films e Brodagem Filmes

Roteiro e Direção: Anahí Borges

Direção de Fotografia: Lucas Kakuda

Exibição: 06/12 ás 18h30 e 13/12 ás 20h30

 

 

ÓPIO

Direção de Allan Souza Lima

 

Sinopse: Dizem que religião não se discute. E quando, em um bar, dois companheiros com opiniões divergentes começam a debater o assunto? Luigi e Mário debatem a exploração financeira realizada pelas igrejas, até que a garçonete Sônia e o dono do bar, Galego, resolvem entrar com suas opiniões. Quatro visões tão diferentes não podem terminar bem, ainda mais quando um deles é um fervoroso fiel disposto a tudo por sua crença. Quem sobreviverá nessa disputa ideológica? Quem está certo? Quem é ético nesse jogo de mentiras e verdades? 14 min. Ficção. Rio de Janeiro. 2012. (14 anos)

 

Ficha Técnica

Roteiro: ALLAN SOUZA LIMA E ALEXANDRE CONTINI

Direção: ALLAN SOUZA LIMA

Exibição: 06/12 ás 20h e 10/12 ás 17h

 

 

MAIS UMA HISTORIA

Direção de Allan Souza Lima

 

Sinopse: Gabriel é um jovem de dezessete anos, que espera, após um súbito mal-estar que lhe acarretara uma internação, o diagnóstico que pode mudar sua vida. Contando com o apoio de sua mãe Ilda, seu irmão Fábio, a enfermeira Lisa e o médico que o atende, ele se vê refém de seus próprios temores, num lento e interminável jogo de sensações, onde o medo, a impaciência, a esperança e a raiva igualmente se revezam. 18 min. Ficção. Rio de Janeiro. 2014. (12 anos)

 

Direção: Allan Souza Lima

Argumento: Allan Souza Lima

Roteiro: Allan Souza Lima , Arménio Dias Filho e Gustavo Resende

Exibição: 06/12 ás 20h30 e 10/12 ás 17h30

 

 

O QUE TERIA ACONTECIDO OU NÃO NAQUELA CALMA E MISTERIOSA TARDE DE DOMINGO NO JARDIM ZOOLOGICO

Direção de Allan Souza Lima e Gugu Seppi

Sinopse: Ian é um homem de meia idade obrigado a conviver com a freqüente e incontestável frustração de não ter realizado nenhum de seus sonhos. Um inesperado encontro com Otto acaba por tirar Ian, violentamente, de sua até então constante e imutável zona de conforto. 15 min. Ficção. Rio de Janeiro. 2016. (12 anos)

Com Daniel Dantas e Allan Souza Lima

 

Ficha Técnica

Argumento e Roteiro: Allan Souza Lima e Arménio Dias Filho

Direção: Allan Souza Lima e Gugu Seppi

Exibição: 06/12 ás 20h50 e 10/12 ás 18h

 

 

SOBRE RODAS

Direção de Beatriz Santos; Walteer Henri

 

Sinopse: Gerson sofre um grave acidente de moto aos 24 anos, hoje, quase 9 anos após o acidente, ele prova em sua rotina que não existem obstáculos quando se tem força de vontade. 15 min. Documentário. São Vicente.

 

Ficha Técnica

Direção: Beatriz Santos; Walteer Henri

Assistente de Direção: Paulo corrêia

Produção Executiva: Walteer Henri

Exibição: 07/12 ás 18h30 e 11/12 ás 20h30

 

 

PÉ-DE-PAREDE

Direção de Benjamin Potet / Jesus Carlos

 

Sinopse: O pé-de-parede é a expressão mais genuína de uma arte tipicamente nordestina. Poetas, apologistas e apreciadores do improviso e da viola se encontram em bares e esquinas de São Paulo. E então “é feita a festa”. 29 min. Documentário. São Paulo.

 

Ficha Técnica

Produção, direção e câmera: Benjamin Potet / Jesus Carlos

Roteiro: Benjamin Potet / Bruno Barrio / Jesus Carlos

Produção executiva: Jaime Silva

Som direto: Bruno Barrio / Felipe Pompêo / Homero Barreto

Edição: Benjamin Potet

Exibição: 07/12 ás 20h e 13/12 ás 19h

 

 

NO SUBMUNDO DO VERSO

Direção de Carol Paiva

 

Sinopse: "Violentamente pacífico", assim pode ser definido No Submundo do Verso, um documentário sobre pessoas com realidades semelhantes às retratadas nas músicas do grupo de rap Racionais MC's. Foram entrevistados KL Jay, DJ do Racionais; Eliane Dias, produtora do grupo e Coordenadora do SOS Racismo; Poeta Sérgio Vaz, fundador da Cooperifa e a rapper Cris SNJ. 24 min. Documentário. São Paulo. 2015. (12 anos)

 

Ficha Técnica

Direção e roteiro: Carol Paiva

Produtora: Fitaria Filmes

Exibição: 07/12 ás 20h30 e 13/12 ás 19h30

 

 

CARRUAGEM RAJANTE

Direção de Lívia de Paiva e Jorge Polo

 

Sinopse: "Enquanto a estrada se transforma, ele também, criando uma brisa que se espalha." 21 min. Ficção. Niterói. 2016.

 

Ficha Técnica

Realização, Fotografia, Som e Montagem: Lívia de Paiva e Jorge Polo

Exibição: 07/12 ás 21h e 10/12 ás 18h30

 

 

PULPITO E PARLAMENTO: EVANGÉLICOS NA POLÍTICA

Direção de Felipe Neves

 

Sinopse: De uma pequena família da periferia de São Paulo ao Congresso Nacional, um documentário sobre como o discurso político nasce, cresce e se fundamenta entre os evangélicos. Nesse caldeirão religioso, o filme encontra um pregador de rua, militantes pela intervenção militar, apoiadores da causa LGBT, defensores dos direitos humanos e parlamentares que levam a crença às últimas circunstâncias. É ver para crer. 65 min. Documentário. São Paulo. 2015. (Livre)

 

Ficha Técnica

Produção, direção, imagens, edição: Felipe Neves

Arte: Lucas Medeiros

Apoio: Renato Levi, Anselmo Penha, João Almeida

Exibição: 08/12 ás 19h e 14/12 ás 19h

 

 

EU SOU BIXIGA

Direção de Adriana Terra

 

Sinopse: Um passeio pelo bairro paulistano do Bixiga guiado pelo dançarino Ricardo Rocha Santos. Um pouco da música, das origens e da espiritualidade da região são intermediados pela personalidade de ricardo, que nos conduz. 15 min. Documentário. São Paulo. 2015.

com: Namur Scaldaferri, Augusto bocão, babalorixá Francisco de Osus.

 

Ficha Técnica

Direção: Adeline Haverland, Adriana Terra, João Carlos Dias, Marco Paraná, Otávio Penteado e Vinícius Paroni.

Roteiro e Montagem: Adeline Haverland e Adriana Terra

Pesquisa: João Carlos Dias e Otávio Penteado

Exibição: 08/12 ás 20h10 e 11/12 ás 18h

 

PONTE DE VISTA

Direção de Ingrid Mabelle

 

Sinopse: A partir de dez pontos de vista diferentes, este documentário discute, entre outras coisas, como a dinâmica de alteração do espaço geográfico pode garantir que os moradores do entorno do Elevado Costa e Silva não sofram com o processo de gentrificação, que é a substituição de moradores mais pobres por outros com maior poder aquisitivo. 30 min. Documentário. São Paulo. 2015. (Livre)

 

Ficha Técnica

ENTREVISTADOS: Fernando Haddad, João Sette Whitaker, Nabil Georges Bonduki, Ricardo Young, Sabrina Duran, Camila Domitila, Caroline Marinho Martin, Felipe Morozini, José Geraldo, Tathiana Bagatini

Exibição: 08/12 ás 20h30 e 09/12 ás 19h30

 

 

CINE PAISSANDÚ: A HISTÓRIA DE UMA GERAÇÃO

Direção de Christian Jafas

 

Sinopse: Documentário sobre o cinema que formou a Geração Paissandu, nos anos 60, e o impacto cultural e social desse período para a história do país. 15 min. Documentário. Rio de Janeiro. 2013. (12 anos)

 

Ficha Técnica

Roteiro, Produção e Direção: Christian Jafas

Produtor Executivo: Eduardo Calvet

Fotografia: Bernardo Richer

Exibição: 09/12 ás 18h30 e 13/12 ás 20h

 

 

 JOÃO HELENO DOS BRITO

Direção de Neco Tabosa

 

Sinopse: Bang bang, paz e amor. 20 min. Ficção. Recife. 2014. (12 anos)

Elenco: Tagore Suassuna como João Heleno, Daniel Araujo como Paulo, Sóstenes Lennon Fonseca como Seu Brito.

 

Ficha Técnica

Direção: Neco Tabosa

Exibição: 09/12 ás 19h e 11/12 ás 19h15

 

 

ENTRE IMAGENS (INTERVALOS)

Direção de Andre Fratti Costa e Reinaldo Cardenuto

 

Sinopse: A vida de um artista em intervalos. A história de um país entre imagens.

O documentário resgata a memória e a obra do artista ítalo-brasileiro Antonio Benetazzo, assassinado por agentes do regime militar. Reconstrói um passado pouco esclarecido, marcado por mortes físicas, simbólicas e culturais, e propõe a reflexão: quando um artista morre? 22 min. Documentário. São Paulo. 2015.

 

EQUIPE TÉCNICA:           

Direção: Andre Fratti Costa e Reinaldo Cardenuto

Direção de Produção: Andre Fratti Costa

Produção Executiva: Andre Fratti Costa e Henrique Grise

Roteiro: Andre Fratti Costa e Reinaldo Cardenuto

Exibição: 09/12 ás 20h e 15/12 ás 20h30

 

 

EM JOGO

Direção de Thays Berbe

 

Os problemas estruturais e de saúde em regiões mais pobres, são notoriamente conhecidos. Wesley tem nove anos e é um dos 200 Mil habitantes da favela de Heliópolis. Mora com sua mãe, que adoeceu gravemente. A Copa do Mundo, sediada no Brasil, é um convite perfeito para a distração em meio a um contexto que evidencia a necessidade de investimentos na qualidade de vida da população. Na torcida pelo Brasil, de um lado está a vontade de vencer, do outro, a vida real em jogo. 20 min. Ficção. São Paulo. 2014. (Livre)

 

Ficha Técnica

Direção: Thays Berbe

Coordenação de produção:

Ingrid Felix

Exibição: 09/12 ás 20h30 e 14/12 ás 20h30

 

 

ASSIM NASCEM CANÇÕES

Direção de Francis Vale

 

Sinopse: O músico e compositor João Donato, com seus parceiros Lysias Ênio e Paulo André Barata, apresentam as histórias bem originais das canções "Até quem sabe" e "Nasci para bailar", composições bastante conhecidas na voz de vários intérpretes brasileiros. Documentário. Fortaleza. 2016. (Livre)

 

Ficha Técnica

Roteiro: Francis Vale

Direção: Francis Vale

Fotografia: Bel Vale

Exibição: 10/12 ás 20h15 e 15/12 ás 19h30

 

O DIÁRIO DE CARLA

Direção de Danny Donohue

 

Sinopse: Carla tem segredos do passado que faz questão de não lembrar nos dias de hoje. Conhece Fernando e se apaixona por ele, vive rodeada de amigos, mas algo a perturba. Carla morre e Fernando é o principal suspeito. Mas o espírito de Carla aparece para Fernando e ele afogado nas drogas e na bebida começa a seguir Carla. Ele descobre todo o passado de sua amada, Carla sofria abusos sexuais do padrasto, seu maior opressor. Uma história simples, mas que mostra que o abuso sexual acontece na maior parte das vezes dentro da própria casa das vítimas. 21min. Ficção. Rio de Janeiro. 2014.

 

Ficha Técnica

Autor: Jeniffer Setti

Roteiro: Jeniffer Setti/Karla Fassini/Pedro Scliar

Diretor: Danny Donohue

Assistente de Direção: João Helder

Produção Executiva Jeniffer Setti

Produção de Elenco e Figurino João Helder

Exibição: 10/12 ás 16h e 17/12 ás 17h30

 

 

TRANSFORMAÇÕES

Direção de Paulo Côrrea

 

Sinopse: Material gravado por 3 meses sem um tema aparente, mas com o conceito de câmera invisível, abordando as transformações de objetos e pessoas no meio urbano. Porque toda história é uma transformação. Toda transformação é uma história. 8 min. Documentário. Praia Grande. 2015.

 

Ficha Técnica

Direção: Paulo Côrrea

Assistente de Direção: Débora Ribeiro

Produção Executiva: Paulo Côrrea

Produção: Débora Ribeiro, Priscila Ribeiro

Exibição: 10/12 ás 16h30 e 16/12 ás 19h

 

 

JANELA

Direção de Paulo Côrrea

 

Sinopse: Marli Oliveira da Luz Corrêa possui Insuficiência Renal Crônica desde 2003. Seu tratamento de diálise peritoneal influencia a vida de toda a sua família, inclusive de Paulo, seu filho, que a filma. 11 min. Documentário. Praia Grande. 2016.

Com: Marli Oliveira da Luz Corrêa; Paulo Rogério Corrêa e Gustavo Luz Corrêa.

 

FICHA TÉCNICA

Direção: Paulo Corrêa

Assistente de Direção: Iasmin Alvarez

Produção Executiva: Paulo Corrêa

Exibição: 10/12 ás 16h30 e 16/12 ás 19h

 

TRANSFORMÇÕES E JANELA SERÃO EXIBIDOS EM CONJUNTO.

 

 

SUTURA

Direção de Larissa Mello

 

Sinopse: Ruan é um médico que desde criança sempre foi muito tímido. Mas ao presenciar a morte de sua mãe, tudo muda e faz toda sua vida tomar um rumo meio diferente. 12 min. Ficção. Santos. 2015.

 

Ficha Técnica

Direção: Larissa Mello

Exibição: 10/12 ás 20h45 e 18h ás 20h

 

 

INDIANÓPOLIS, MEU AMOR

Direção de Guilherme Ferraro

 

Sinopse: Em uma inoportuna noite na Avenida Indianópolis, um casal se conhece. Ou se reencontra.

Uma Produção Lyndon & Lyndon 19 min. Ficção. São Paula. 2015.

Com: Eliot Tosta como Michel; Monaliza Marchi como Marion

 

Ficha Técnica

Diretor: Guilherme Ferraro

Produtor: Guilherme Ferraro

Roteiro: Guilherme Ferraro

Exibição: 11/12 ás 20h e 15/12 ás 18h30

 

 

BRAVURA

Direção de Giovanni Scoz Girardi

 

Sinopse: Descendente de uma linhagem nobre de toureiros, Paco Bravo tem como motivação a história de seus antepassados Sebastián, Ramón e Estévan Bravo - bisavô, avô e pai, respectivamente - que fizeram história através das touradas. Paco Bravo tem agora um novo desafio em sua carreira: para celebrar a sua 100ª tourada, este destemido toureiro recebeu o convite de mostrar sua bravura e habilidades tauromáquicas em uma arena no México, em pleno Dia dos Mortos. 5min. Animação. Santa Catarina. 2014. (Livre)

 

Ficha Técnica

Direção: Giovanni Scoz Girardi

Roteiro: Giovanni Scoz Girardi e Luiz Gustavo dos Santos

Direção de Arte e Animação: Ângelo Bortolini, Cristiano Guedes, Giovanni Scoz Girardi, Jhonat Alfred Schnaid, Pamella Pesareli, Pier Paolo e Ricardo Bess, Flávio Tavares, Franco Bertoncini, Felipe Fox, James Brelaz e Thomas Hernandez

Exibição: 14/12 ás 20h10 e 17/12 ás 19h

 

 

O DIABO NO ARMARIO

Direção Fernando Menegatti

 

Sinopse: Gabriel deseja conseguir sair de seu apartamento, mas é impedido por uma força maior, um inquilino indesejado que mora bem dentro de seu armário, o diabo. 3 min. Ficção. Rio Grande do Sul. 2016.

 

Ficha Técnica

Roteiro e direção: Fernando Menegatti.

Direção de fotografia: Diego Gheno.

Direção de arte: Diego Gheno e Fernando Menegatti.

Música: Chris Zabriskie.

Produção e montagem: Fernando Menegatti.

Realização: Ancora Produções.

Elenco: Édipo de Almeida como Gabriel.

Figuração: Amanda Loureiro e Andressa De Ré.

Exibição: 14/12 ás 20h20 e 17/12 ás 19h05

 

 

COMO SÃO CRUCIAS OS PÁSSAROS DA ALVORADA

Direção de João Toledo

 

Sinopse: Ele não estava lá. Tampouco conseguia sair do lugar. 21 min. Ficção. Belo Horizonte. 2015.

 

Ficha Técnica

Direção: João Toledo

Roteiro, direção, montagem: João Toledo

Direção de produção: Marcella Jacques

Direção de fotografia: Bruno Risas

Exibição: 16/12 ás 19h30 e 17/12 ás 17h

 

 

CURTA MEMÓRIA

Direção: Arthur B. Senra

 

Sinopse: Reencontro em meus arquivos pessoais a sobrevivência de registros que se findam, assim como a efêmera memória. O tempo que passa, a tecnologia que se torna obsoleta, o que sobrará da memória como registro e da fatalidade do esquecimento? 9 min. Documentário. Belo Horizonte. 2016.

 

Ficha Técnica

Direção e Edição: Arthur B. Senra

Exibição: 16/12 ás 20h e 17/12 ás 19h10

 

 

PÁSSARO AZUL

Direção: Débora Ribeiro

 

Sinopse: Letícia tem como meta de vida realizar o sonho de sua mãe de ser “algo na vida”, e que para isso dinheiro era essencial. Porém, ao conquistar esse objetivo e ter uma. 9 min. Ficção. Itanhaém. (Livre)

 

Ficha Técnica

Direção: Débora Ribeiro

Exibições: 16/12 ás 20h10 e 17/12 ás 19h20

 

 

LA VOISINE

Direção de Lucas Vasconcelos

 

Sinopse: Paul (Camilo Rabelo), um típico adolescente francês , e Louis (Franco Alencastro), seu melhor amigo, tem o habito de espionar a vizinha do prédio da frente. Eles só não esperavam que veriam mais do que sua vizinha sem roupa. 12 min. Ficção. Rio de Janeiro. 2016

 

Ficha Técnica

Direção: Lucas Vasconcelos

Montagem: Fernando Botafogo e Lucas Vasconcelos

Som: Lucas Vasconcelos

Fotografia: Lucas Vasconcelos

Produção executiva: Paulannick Lago

Exibição: 16/12 ás 20h30 e 18/12 ás 18h

 

 

TOCANDO MEU DESTINO

Direção de Dandi Queiroz; Juka Morgado

 

Sinopse: Sua maior referencia é Luiz Gonzaga. Um documentário da vida de um artista e instrumentista, Lulinha Alencar, que por influencia do seu pai e junto ao seu talento parte para a carreira musical. Situações, dificuldades, reconhecimento artístico, encontro com o seu publico, uma forte emoção em seu testemunho, onde o mais importante é, sempre, ir tocando o destino. 15 min. Documentário. São Vicente. 2015.

 

Ficha Técnica

Direção: Dandi Queiroz, Juka Morgado

Produção Executiva: Dandi Queiroz

Direção de Produção: Dandi Queiroz, Juka Morgado

Produção: Dandi Queiroz, Juka Morgado, Mariah Rubal, Jota Coreia

Direção de Fotografia e Operador de Câmera: Walter Herinque

Exibição: 13/12 ás 18h30 e 17/12 ás 19h30

 

 

FORA DE QUADRO

Direção de Geovany Hércules

 

Sinopse: Eduardo, 24 anos, estudante de cinema, passa por mudanças internas e nesse ínterim a vida e a morte interferem nos seus planos com sua namorada Ana. Ele então passa a ser atormentado pelas suas lembranças. 15min. Ficção. São Paulo.

 

Ficha Técnica

Produção Executiva: Bebel de Andrade

Direção de Produção: Felipe Scripnic

Direção de Fotografia: Fernando Motta

Assistente de Direção: Mariana Mantovani

Direção e Roteiro: Geovany Hércules

Exibição: 14/12 ás 18h30 e 18/12 ás 18h30

 

 

SANGRIA

Direção de Iasmin Alvarez

 

Sinopse: Uma metáfora sobre sexualidade, feminilidade e identidade. 15min. Ficção. Santos. 2016

 

Ficha Técnica

Estrelando Rebecca Alba

Direção e Roteiro: Iasmin Alvarez

Direção de Fotografia: Allan Montrezol

Operação de Câmera: Allan Montrezol

Exibição: 16/12 ás 18h30 e 17/12 ás 16h30

 

 

PEQUENA ALDEIA

Direção: Priscilla Pomerantzeff e Luciana Nanci

 

Sinopse: Enrique observa a Praça Roosevelt de sua janela. O olhar de um estrangeiro sobre uma das praças mais vivas do centro de São Paulo. Diante dele, uma surpreendente e improvável rotina de pequena aldeia no coração da maior cidade do país. Memórias, impressões visuais e o barulho urbano. Através dele, contemplamos o heterogêneo que surge da busca por um espaço comum. 14 min. Documentário. São Paulo. 2015.

 

Ficha Técnica

Direção: Luciana Nanci e Priscilla Pomerantzeff

Roteiro: Kiko Goifman, Luciana Nanci e Priscilla Pomerantzeff

Pesquisa: Luciana Nanci e Priscilla Pomerantzeff

Produção: Jurandir Müller

Produção Executiva e Coordenação de Produção: Evelyn Margareth Barros

Exibição: 13/12 ás 18h e 17/12 ás 18h

 

 

PARCEIROS

Direção: Rodrigo Zanchini

 

Sinopse: Negão é um cara cagado, como ele mesmo diz. Isso não é o único motivo para ele estar há mais de uma semana trancado em um quarto de hotel. O verdadeiro motivo se revela no decorrer do filme, quando emerge o esquema ilegal que ele, Negão e seu amigo de infância Edgar criaram. 16 min. Ficção. São Paulo. 2014

 

Ficha Técnica

Direção: Rodrigo Zanchini

Assistente de direção: Francisco Cannalonga

Direção de Fotografia: Paulo Soucheff

Exibição: 20/11 ás 19h50 e 24/11 ás 18h30

 

 

ÁRVORE

Direção: Fabiana Conway; Gabriella Drummond

 

Sinopse: Thom é um artista plástico que namora Sophia há 4 anos. Quando tem seu amor colocado em dúvida, por não assumir um casamento, se refugia em seu ateliê e busca respostas por meio da arte. 12 min. Ficção. Santos. 2014

 

Ficha Técnica

Elenco: Leandro Shesko Bruno Sosa como "THOM"; Gabriella Drummond como "SOPHIA".

Roteiro e Direção: Fabiana Conway, Gabriella Drummond

Exibição: 15/12 ás 18h e 18/12 ás 19h

 

 

O EXPERIMENTO

Direção: Wllyssys Wolfgang e Geisla Fernandes

 

Sinopse: O EXPERIMENTO narra a breve, porém intensa, jornada de Bárbara, uma deficiente visual que, em meio a um apocalipse zumbi, é contaminada pela mordida de um morto-vivo. Amparada pelo namorado Jorge, ambos buscam abrigo quando se deparam com Dr. Vicente, um médico que desenvolve experimentos para reverter os efeitos da contaminação. O curta instiga questionamentos sobre o comportamento das pessoas e seus valores. Estejam elas vivas ou mortas. 17 min. Ficção. São Paulo. 2016.

 

Ficha Técnica

Diretor: Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang

Assistente Diretor: Vinicius Lima Costa

Produção: Alexandra Castro Conceição, Duana Aquino e Wallace Nunes Oliveira

Exibição: 16/12 ás 18h e 18/12 ás 19h30

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