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O Cineclube Salada de Cinema exibe SÃO PAULO EM HI-FI,de Lufe Steffen, no Cine Matilha

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Dia 26 de Novembro, Cine Debate com Thales Coimbra sobre o filme São Paulo em Hi-Fi, de Lufe Steffen, as 16h 

 

Sobre o filme. 
Documentário histórico que resgata a era de ouro da noite gay paulistana, fazendo uma viagem pelas décadas de 1960, 70 e 80 – a bordo das lembranças de testemunhas do período, trazendo à tona as casas noturnas que marcaram época, as estrelas, as transformistas, os heróis, e até os vilões: a ditadura militar e a explosão da aids. O projeto nasceu durante as gravações de outro documentário: A VOLTA DA PAULICEIA DESVAIRADA, de 2012 e dirigido pelo cineasta Lufe Steffen, filme que retrata a noite gay na cidade de São Paulo nos dias atuais. (1h 41min). 2013

Data: 26 de Novembro de 2016
Horário: 16h
Local: Cine Matilha - Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo
Wi-fi grátis


Entrada livre e gratuita, inclusive para cães

Debate após o filme.
Sobre Thales Coimbra
Thales Coimbra é advogado militante e especialista em direito LGBT (OAB/SP 346.804). Obteve o título de bacharel e também de mestre pela Faculdade de Direito da USP, onde, entre os anos de 2009 e 2015, fundou e coordenou o Grupo de Estudos em Direito e Sexualidade. Também atuou entre 2015 e 2016 como advogado do Centro de Cidadania LGBT Arouche da Prefeitura de São Paulo. É palestrante e escreve para os portais A Capa e NLucon. www.thalescoimbra.com.br

 

 

Festival O Fino da Zica na Matilha Cultural, sábado dia 19/11

Festival O Fino da Zica #01

Sábado, dia 19 de novembro, acontece o Festival O Fino da Zica #01, na Matilha Cultural. Na sua primeira edição, o rolê promovido pelo O Fino da Zica, canal de rap do Youtube, traz apresentações de quatro convidados que passaram pelas suas lentes ao longo de 2016: Lews Barbosa, Edgar, Lay e Mano Money´s. Para entrar, basta que o público leve peças de roupa para doação.

A parada acontece na Matilha Cultural, casa conhecida pela programação aberta e de qualidade, que também será responsável pela entrega das peças a pessoas em situação de rua que vivem no centro de São Paulo. As principais demandas são tênis, chinelos e mochilas.

No ar desde março de 2016, O Fino da Zica não quer ser só um canal do Youtube e busca marcar presença no offline, lugar que até a década 90 atendia pelo nome de rua.

O Festival O Fino da Zica #01 celebra o gênero musical que mais cresce, que mais instiga e que mais se reinventa no Brasil. Se você quer entender um lugar, escute os raps que vêm de lá.

O Fino da Zica

O Fino da Zica é um canal dedicado ao RAP. Temos um entrevistado por mês e soltamos conteúdo no Youtube toda semana, com os três quadros do programa: Melhor de Três, Dixavando e Dissertação. Na última semana do mês, mandamos pro ar a entrevista completa com o rapper da vez.

MELHOR DE 3: o rapper aponta suas três letras, flows e batidas preferidas do rap universal. 

DIXAVANDO: pedimos pro entrevistado dissecar aquela letra muito louca que neguinho acha que tá ligado, mas não entende é nada.

DISSERTAÇÃO: aqui é que mora O mais Fino da Zica. Conteúdo exclusivão produzido pelos MCs para a gente. Pra cada rapper, nós pedimos um texto sobre um assunto diferente e o rapper declama o texto pras lentes do Fino

Entrevistados da primeira temporada:

01: Mano Money’s. Expoente da nova geração e nome recorrente nos saraus da periferia. 

02: Marcello Gugu. Zica dos improvisos, fundador da batalha do Santa Cruz e educador da Fundação Casa.

 03: Lews Barbosa. Fundador do Potencial 3 e precursor do Slam em São Paulo.    

 04: Ingles. Direto do Vale do  Paraíba, o rapaz é da linha de frente da cena da região, junto com Nego Max e Síntese, com quem já lançou um CD.

05: Ogi. Seus dois cds entraram rapidamente pro hall dos clássicos do séc. XXI do rap brasileiro. Crônicas com flow são sua especialidade.

06: Sombra. Fundou o SNJ, já gravou com todas as lendas do rap brasileiro – ele mesmo é uma delas – e atualmente participa do Senzala Hi-Tech.  

07: Edgar. Diferente de tudo que existe no rap, o menino já tem dois cds lançados e dificilmente não impressiona quem escuta seu rap futurista-ancestral.

08: Lay. Dando um cruzado no queixo dos machistas com raiva e elegância, a mina tem muito a dizer e faz isso em cima de algumas das melhores batidas de 2016. 

O programa nasceu como um podcast na Rádio Jacaré, em 2012, mas pelas idas e vindas dos criadores, acabou ainda naquele ano. Na época, entrevistamos Amiri, Slim Rimografia, Sombra, Jamés Ventura, Ogi e Z’África BrasilTá tudo lá site da rádio.

Depois de um tempo, resolvemos trazer a ideia pro Youtube e deixar só a cara dos MCs em evidência. São eles que têm o que falar. Vê se me entende, o no estudante aprende e o professor ensina.

 

 

O Cine Matilha Orgulhosamente realiza sua 1ª Mostra de Filmes Independentes

O Cine Matilha exibe de 15 de novembro a 18 de dezembro os filmes selecionados na 1ª Mostra de Filmes Independentes. Após dois anos da Chamada Pública, esta será a primeira edição. No total, foram 411 inscritos e 77 selecionados pela curadoria do Cine Matilha, realizada por parceiros do espaço.

 

O principal objetivo do projeto é dar a oportunidade a filmes e diretores exibirem suas obras, mesmo sem contar com uma distribuidora de peso. Neste ano, a Chamada Pública recebeu filmes de todo o Brasil, além de países como Angola, Argentina, Cabo Verde e Portugal.

 

A maioria dos filmes recebidos está nas categorias documentário e ficção. Dentre os programados, temos Aluga-se, de Marcela Lordy, participante da 13° Edición del Festival Internacional De Cine De Martil e do Festival Internacional De Cine De Huesca. Da mesma diretora, estão programados também Sonhos de Lulu e A musa Impassível. Outros destaques são Central, de Tatiana Sanger, (vencedor na categoria melhor documentário no Festival Festin - Lisboa/Portugal Língua Portuguesa) e Cine Camelô, de Clarice Knoll (selecionado para o 28º Interfilm International Short Film Festival Berlin e integrante da Seleção Oficial - 61º Melbourne International Film Festival).

 

Dentre as obras programadas, também estão o documentário Juizados.doc: um olhar sobre a violência de gênero e as práticas institucionais, de Cristiane Brandão e José Eduardo Acevedo, que aborda os juizados da violência doméstica e familiar contra a mulher, instituições do Poder Judiciário com competência para processar e julgar os casos da Lei Maria da Penha.

Confira os filmes que serão exibidos: Lista de filmes da Mostra Independente 2016

 

Sobre o Cine Matilha 

Sala de Cinema independente e sem fins lucrativo localizada no 3º andar da Matilha Cultural.

Possui 68 lugares e acesso para cadeirantes.

Única sala de cinema da cidade onde a entrada de cães é permitida em todas as sessões.

 

Informações para a Imprensa

Patrícia Rabello e Andréa Antonacci

emails: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Fones: (11) 98196-9290/98276-9622

Brazilian Film Series chega ao 2º ano no Espaço Itaú de Cinema e agora também no Cine Matilha

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Pelo segundo ano consecutivo, o Espaço Itaú de Cinema - Augusta exibe gratuitamente, a partir do próximo dia 24, sete longas-metragens na Edição de São Paulo da MOSTRA VII: Brazilian Film Series. A novidade deste ano é que simultaneamente a essas apresentações, que vão até o dia 30, o Cine Matilha, na região central da cidade, irá exibir também sessões de curtas-metragens.

 

Ao participar da MOSTRA, o público terá oportunidade de assistir grandes produções nacionais como “Nise – O Coração da Loucura”, “Califórnia”, “Encantados”, “Samba & Jazz”, “Paratodos”, “Pó da Terra” e “Campos Grande”. Entre os curtas teremos 12 filmes de ficção e documentários: “O Caçador”, “Quem matou Eloá”, “Bá”, “A Pedra”, “Buritizal Mágico”, “Kbela”, “Nome” e “Capital da Fé” são alguns deles. (Veja programação completa abaixo).

 

“Encantados” abre a MOSTRA VII e “Califórnia” encerra o evento

 

Como aconteceu na abertura da MOSTRA VII: Brazilian Film Series, no último dia 30 de outubro, na cidade de Chicago (EUA), o filme “Encantados”, da diretora Tizuka Yamasaki, também abrirá o evento no Espaço Itaú de Cinema, na capital paulista. O longa-metragem traz a história de uma jovem que é levada contra a vontade para uma ilha e onde vive fantasias ao lado de seres místicos.

 Já no encerramento da MOSTRA, no dia 30 de novembro, será apresentada a obra da diretora Marina Person, “Califórnia”, que é ambientada no ano de 1984, quando uma adolescente espera encontrar o seu tio e “herói” numa viagem à cidade da Califórnia. No entanto, tudo se desmorona quando ele volta ao Brasil. A referência da adolescente está magra, fraca e doente.

 

Este ano, de acordo com a brasileira Ariani Friedl, fundadora e diretora da MOSTRA Brazilian Film Series, que participará do evento em São Paulo, “o papel das mulheres no local de trabalho e como agentes de mudança nunca foi um tema tão relevante (como agora)”. Esta percepção de Ariani está presente na escolha do filme “Do Pó da Terra”. Trata-se de um documentário dirigido por Maurício Hahas, que retrata a participação autônoma das mulheres na produção de obras cerâmicas, que transforma aglomerados de terra em verdadeiros mundos de fantasia, no Vale do Jequitinhonha.

 

“Paratodos” e “Samba & Jazz”

 

Coordenador da Edição São Paulo da MOSTRA VII: Brazilian Film Series, o jornalista e produtor cultural Luiz Oliveira chamou a atenção para a presença de dois documentários nacionais que serão exibidos no evento: “Paratodos”, de Marcelo Mesquita, e “Samba e Jazz”, de Jefferson Mello.

 “Paratodos” aproveita os holofotes lançados sobre a cidade do Rio, com a realização dos Jogos Paralímpicos, este ano, para chamar a atenção à prática esportiva de alto rendimento por pessoas com deficiências. O filme desnuda a figura do paratleta ao fugir da figura do herói e mostrar sua capacidade de adaptação, competitividade e necessidade de inclusão.

 

“Samba & Jazz”, de acordo com Luiz Oliveira, é um belíssimo documentário que mostra as similaridades e riquezas culturais dos ritmos nascidos nas cidades do Rio de Janeiro e New Orleans (EUA).

 

A MOSTRA Brazilian Film Series é uma iniciativa da brasileira Ariani Friedl, radicada há mais de 40 anos em Chicago, nos Estados Unidos (EUA), para divulgação das produções cinematográficas do nosso País junto ao público universitário estadunidense.

 

O evento, que este ano está em sua sétima edição, é também apresentado em Chicago e em cidades do meio oeste dos EUA. A iniciativa conta com o apoio de realização da Partners of the Americas, uma organização sem fins lucrativos, que tem como proposta conectar as pessoas nas Américas através de projetos nas áreas de Artes e Cultura, Liderança Jovem, Responsabilidade Social, Sustentabilidade, Negócios, Planejamento e Desenvolvimento Urbano e Saúde.

 

A seguir, a programação completa da MOSTRA VII: Brazilian Film Series - Edição São Paulo:

 

 

ESPAÇO ITAÚ DE CINEMA - AUGUSTA

Rua Augusta, 1470/1475. Horário: 19h e 30m, com entrada gratuita e retirada dos ingressos na bilheteria, a partir das 18h e 30m.

 

DIA 24/11 (Abertura)

“ENCANTADOS”

2014 | 78 min | Drama | Diretor: Tizuka Yamasaki

Classificação indicativa: 12 anos

 

*DIA 25/11

“NISE: O CORAÇÃO DA LOUCURA”
2015 | 108 min | Drama | Diretor: Roberto Beliner

Classificação indicativa: 12 anos

 

DIA 26/11

“SAMBA & JAZZ”

2014 | 90 min | Documentário | Diretor: Jefferson Mello

Classificação indicativa: livre

 

DIA 27/11

“CAMPO GRANDE”

2015 | 109 min | Drama | Diretor: Sandra Kogut

Classificação indicativa: 10 anos

 

*DIA 28/11

“PARATODOS”

2016 | 106 min | Documentário | Diretor: Marcelo Mesquita

Classificação indicativa: 10 anos

 

*DIA 29/11

“DO PÓ DA TERRA”

2016 | 80 min | Documentário | Diretor: Maurício Nahas

Classificação indicativa: livre

 

*DIA 30/11

“CALIFÓRNIA”

2015 | 90 min | Drama | Diretor: Marina Person

Classificação indicativa: 14 anos

 

*Bate-papo entre convidados e público após a sessão.

 

CINE MATILHA

Rua Rego Freitas, 542 - região central da cidade. Entrada Gratuita.

 

DIA 25/11

16h – PROGRAMA CURTAS 1 (92 min)

“Buritizal Mágico” | 2016 | 4 min | Diretora: Katherina Tsirakis

“A Pedra” | 2015 | 17 min | Diretora: Adriana Rodrigues

“Considerações Sobre Fumaça e Musgo” | 2015 | 10 min | Diretor: Artur Miranda

“Nome” | 2015 | 14 min | Diretor: Franthiesco Ballerini

“O que Teria Acontecido ou Não Naquela Calma e Misteriosa Tarde de Domingo no Jardim Zoológico” | 2016 | 15 min | Diretores: Allan Souza Lima e Gugu Sippi

“Bá” | 2015 | 14 min | Diretor: Leandro Tadashi

“Caçador” | 2014 | 18 min | Diretores: Rafael Duarte e Taísa Ennes Marques

 

18h – PROGRAMA CURTAS 2 (107 min)

“Capital da Fé” | 2014 | 21 min | Diretores: Gabriel Santos e Renan Silbar

“3P” | 2013 | 26 min | Diretor: Rafael Terpins

“Meninos e Reis” | 2016 | 16 min | Diretora: Gabriela Romeu

“Quem Matou Eloá?” | 2015 | 24 min | Diretora: Lívia Perez

“Kbela”| 2015 | 20 min | Diretora: Yasmin Thayná

 

20h – “ENCANTADOS” | 2014 | 78 min | Drama | Diretor: Tizuka Yamasaki

Classificação indicativa: 12 anos

 

DIA 26/11

14h - PROGRAMA CURTAS 2 (107 min)

 

19h - “PARATODOS” | 2016 | 106 min | Documentário | Diretor: Marcelo Mesquita

Classificação indicativa: 10 anos

 

DIA 27/11

18h - PROGRAMA CURTAS 1 (92 min)

 

20h – “SAMBA & JAZZ” | 2014 | 90 min | Documentário | Diretor: Jefferson Mello

Classificação indicativa: livre

 

DIA 29/11

16h – “CALIFÓRNIA” | 2015 | 90 min | Drama | Diretora: Marina Person

Classificação indicativa: 14 anos

 

18h - PROGRAMA CURTAS 1 (92 min)

 

20h – “NISE: O CORAÇÃO DA LOUCURA” | 2015 | 108 min | Drama | Diretor: Roberto Beliner

Classificação indicativa: 12 anos

 

DIA 30/11

16h – “CAMPO GRANDE” | 2015 | 109 min | Drama | Diretor: Sandra Kogut

Classificação indicativa: 10 anos

 

18h - PROGRAMA CURTAS 2 (107 min)

 

20h – “DO PÓ DA TERRA” | 2016 | 80 min | Documentário | Diretor: Maurício Nahas

Classificação indicativa: livre

 

Documentário A Loucura Entre Nos, direção Fernanda Vareille

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Cine Matilha exibe o documentario A Loucura Entre Nos de Fernanda Vareille, de 08 de Novembro a 13 de Novembro as 19:30h (domingo exclusivamente às 19h).

Quais os limites da nossa sanidade? O que nos define como “normais”? A loucura entre nós, filme dirigido por Fernanda Fontes Vareille, lança um olhar sobre os corredores e grades de um hospital psiquiátrico, buscando personagens e histórias que revelam as fronteiras do que é considerado loucura. Através, principalmente, de personagens femininas, o documentário exala as contradições da razão, nos fazendo refletir nossos próprios conflitos, desejos e erros. Livremente inspirado no livro homônimo do médico psiquiatra Marcelo Veras, o filme faz um sensível mergulho nos paradoxos da reinserção da loucura no mundo em geral, subvertendo qualquer tentativa de reduzir as personagens retratadas a marionetes de questões envolvendo a sanidade mental. 76 min. (Brasil) Ficha Técnica: Direção⋅Fernanda Fontes Vareille Roteiro⋅Fernanda Fontes Vareille, Marcelo Veras Produção Executiva⋅Fernanda Fontes Vareille, Amanda Gracioli Direção de Produção⋅Amanda Gracioli Direção de Fotografia e assistente de direção⋅Gabriel Teixeira Técnico de som e assistente de câmera⋅João Marcos Tatu Montagem⋅Juliana Guanais, Juliana Veras Assistente de Montagem⋅Flávia Cardoso Sampaio

Exposição Sobre Efeitos da Energia Nuclear: Hiroshima Nunca Mais

 

 

Imagens de diversos fotógrafos apresentam a destruição de Hiroshima, Nagasaki, a tragédia do Césio 137 em Goiânia e a devastação ambiental pela exploração de urânio no sertão baiano

 

De 10 de novembro a 18 de dezembro, a Matilha Cultural recebe a exposição fotográfica Hiroshima 70. Ela reúne imagens capturadas por fotógrafos de diversos países desde 1945, quando os Estados Unidos lançaram duas bombas atômicas sobre as cidades japonesas Hiroshima e Nagasaki. Além destas imagens, a exposição também apresenta um conjunto de cartazes criados entre 1970 e 2010 por movimentos de resistência antinuclear ao redor do mundo.

 

Por meio das lentes de Amirtharaj Stephen, Dan Budnik, Elin O’Hara Slavick, Herval Silva, Hiromichi Matsuda, Igor Kostin, James Crnkovich, Jan Smith, Joelma do Couto, Paul Hill-Gibbins, Peter Goin, Rieko Uekama, Robert Del Tredici, Rosane Prado, Vanor Correia e Yoshito Matsushige o espectador é convidado a mergulhar nessa densa temática, compreendendo o contexto de cada foto e a problemática colocada.

 

As fotografias apresentam, entre outros assuntos, o cenário apocalíptico criado pela explosão das bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki, as milhares de toneladas de lixo e as mortes ocasionadas pelo acidente radiológico de Goiânia, a devastação ambiental causada pela mineração de urânio no sertão baiano ou a luta de indígenas, quilombolas e sertanejos para impedir a construção de uma usina nuclear nas margens do Rio São Francisco, em Pernambuco.

 

A mostra, desenvolvida pela Sociedade Angrense de Proteção Ecológica (SAPÊ), lança um olhar sobre o universo nuclear, a partir destes fatos detonados no Japão, há 70 anos – uma maneira de relembrar as vítimas das indústrias bélica e nuclear.

 

Dia 10 de novembro será realizado um sarau de abertura da exposição e no dia seguinte um seminário em parceria com a Articulação Antinuclear Brasileira e a Coalizão por um Brasil Livre de Usinas Nucleares. Durante o período da exposição haverá agendamento de visitas escolares. O público pode visitar Hiroshima 70 de terça a sábado, das 12 às 21 horas. Entrada franca.

Matilha Cultural Promove Evento Gratuito que Celebra a Cultura Indígena Nacional

Iniciativa contará com exposições fotográficas, palestras, debates e exibição de um documentário inédito sobre a temática

Matilha Cultural apresenta o festival Mbarete Beya Kaya – Vozes da Floresta, um evento que celebra a cultura de diferentes etnias indígenas. Realizado pelo CCEFYY (Yurabaka Naibai Yuxibu Baibu), em parceria com a  Matilha Cultural e o Coletivo Tribo. 

O Festival Vozes da Floresta contará com as exposições fotográficas Conexão Amazônia – Mata Atlântica, que reúne registros dos povos Guaranis, de São Paulo, e Huni Kuin, do Acre; e Cocar Sagrado, dos fotógrafos Danilo Arenas e Gabriel Brambatti, que denuncia o lado oculto da comercialização de cocares de penas envolvendo aves em extinção.

Haverá também apresentação do Nação Huni, projeto que une gravações tradicionais da tribo Huni Kuin com a sonoridade de produtores de música eletrônica (L_Cio, Psilosamples, Bmind, Dubalizer, DjTudo, Tahira, Robles, Peba, Gabriela Ubaldo e mais); palestras e debates com cientistas e lideranças indígenas sobre os valores da cultura ancestral e a destruição promovida por interesses econômicos, e exposição e venda de artesanatos originais indígenas. Toda a renda será destinada às aldeias produtoras dos artesanatos expostos.  

PROGRAMAÇÃO

Streaming ao vivo

A programação na casa contará com exibição ao vivo na rede!

Artesanatos e Pintura Corporal

Artesanato original produzido por diferentes etnias nativas e pintura corporal com jenipapo.Toda a renda será destinada às aldeias produtoras.

10:00 - 21:00 Exposição Fotográfica "Conexão Amazônia - Mata Atlântica" 

Fotografias dos povos Guarani Floresta da Mata Atlântica (São Paulo) e os Huni Kuin Floresta Amazônica (Acre)

Uma produção fotográfica realizada pelo CCEFYY e os fotógrafos Danilo Arenas e Gabriel Brambatti, com patrocínio da MultPainel.

13:30 - 14:00 Exibição de curtas

·         Pela CPI do Genocídio (por 12 pmphoto)

·         Yanawas (por 12 pmphoto) 

·         O Brasil tem Pajé (por Luiz Ramalho)

.        Expedição Yanomami - Õkãpomai (por 12 pmphoto)

14:00 - 15:30 Roda de conversa intercultural com lideranças dos povos originários e juristas especializados em Direitos Humanos e Ambiental

Cientistas e lideranças indígenas debatem a destruição e a construção dos interesses econômicos, projetos de proteção ambiental e comercial das Nações Ancestrais e seus territórios demarcados.

Bainawa Inu Bake Huni Kuin, e os advogados Konstantin Gerber e Bruno Pegorari abrem o convite para o público participar desse debate.

15:00 - 16:00 - Roda de Conversa Sagrado Feminino

Roda de conversa sobre o Sagrado Feminino com a produtora Alice Haibara e as Pajés Same Huni Kuin , Amony Mehinako Xingu e Ana Terra Yawalapitti do Xingu

18:00 Estreia do curta "HuniKuin - Os Últimos Guardiões"  

O mini doc traz um sensível retrato da realidade do povo Huni Kuin do rio Envira, localizado no coração da Amazônia, no Acre. Realizado por Huni Kuin CCEFYY, dirigido por Danilo Arenas e produzido pela La Casa de La Madre, em parceria com o Coletivo Tribo e a Matilha Cultural.

14:00 - 21:00 Live pré-estréia Nação Huni e convidados

 Realizado pelo CCEFYY em parceria com o estúdio Audio Fya e os produtores musicais L_Cio, BMind, Psilosamples, Dubalizer e DjTudo, Nação Huni é um manifesto sonoro que une as canções milenares das florestas e a arte eletrônica de musicalizar organicamente o sintético.

A programação também contará com as discotecagens de Tahira, Peba, Robles e Gabriela Ubaldo.

 14-15: Robles

 15-16: Peba

 16-17: Dubalizer

 17-18: Dj Tudo

 18-19: Gabi Ubaldo

 19-20: Tahira

 20-21: Nação Huni X L_Cio, Bmind, Psilosamples)

 O festival é produzido por uma produtora cultural Huni Kuin CCEFYY (Yurabaka Naibai Yuxibu Baibu), em parceria com a Matilha Culural e um coletivo de produtores, profissionais autônomos, cientistas, estudantes e pequenas empresas comprometidas com o empoderamento dos povos nativos. Venham com seus amigos e familiares para fazermos parte desta grande tribo!

 

Cine Debate "QUEM MATOU ELOA". CineClube Salada de Cinema

 

O Cineclube Salada de Cinema exibe, no próximo dia 29 de Outubro, ás 17h, o filme 'Quem Matou Eloá?', da diretora Livia Perez. Debate com Juliana Machado, mestre em sociologia pela USP, é feminista antiproibicionista, membro do Coletivo DAR - Desentorpecendo A Razão - e do Bloco Feminista da Marcha da Maconha SP e Carolina Gerassi, advogada-sócia do escritório Gerassi & Assain, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Feminista interseccional, atua nas áreas criminal, proteção integral e autonomia da mulher e LGBTT, com foco específico no direito à autodeterminação do gênero é demais demandas da população trans e travesti. Atualmente é uma das moderadoras da página "Advogadas Feministas" Sinopse:

Em 2008, Lindemberg Alves de 22 anos invadiu o apartamento da ex-namorada Eloá Pimentel de 15 anos, armado, mantendo-a refém por cinco dias. O crime foi amplamente transmitido pelos canais de TV. “Quem matou Eloá?” traz uma análise crítica sobre a espetacularização da violência e a abordagem da mídia televisiva nos casos de violência contra a mulher, revelando um dos motivos pelo qual o Brasil é o quinto no ranking de países que mais matam mulheres. 24 min.

A entrada é gratuita e o Cine Matilha é pet friendly.

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