Matilha

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Sessão + Bate Papo dos Filmes: Esse Bumbo é Meu e Carolina

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No dia 6 de maio (sábado), às 14h, o Cine Matilha irá exibir os curtas-documentário

“Esse Bumbo é Meu”, e “Carolina - O filme”

 

 

Ambas as produções retratam o universo da mulher negra e seu percurso de empoderamento. Enquanto o documentário “Esse Bumbo é Meu” registra o samba de bumbo, expressão musical tradicional do interior de paulista, herança do tempo da escravidão, e apresenta a luta das mulheres do samba para manter viva a cultura de seus ancestrais, enfrentando preconceitos e conflitos, a produção “Carolina – O filme”, revela a história da migrante, negra, favelada e mãe solteira, Carolina Maria de Jesus que escreveu o livro "Quarto de Despejo", best seller dos anos 60, assim como a trajetória da poeta Tula Pilar, que se funde a história da escritora do Canindé.

O evento contará com a presença do Grupo de Samba de Bumbo de Dandara, da poeta Tula Pilar (que também realizará uma cena de peça teatral inspirada na sua história e na de Carolina de Jesus) e dos realizadores das produções para um bate-papo sobre empoderamento feminino, poesia e samba.

 

 

Sinopse de Esse Bumbo é Meu:

O filme registra o samba de bumbo, expressão musical tradicional do interior de paulista, herança do tempo da escravidão. O documentário apresenta a luta das mulheres do samba para manterem viva a cultura de seus ancestrais, enfrentando preconceitos e conflitos com a política local. Soluções se apresentam, mas afinal, de quem é esse bumbo?

 

Ficha Técnica:

Direção: Ruy Reis, Paula Simões, Dagmar Serpa, Marina Chekmysheva e Daniel Mirolli

 

 

Sinopse de Carolina - O filme:

Migrante, negra, favelada e mãe solteira, Carolina Maria de Jesus escreveu o livro "Quarto de Despejo", best seller dos anos 60. Em "Carolina", a poetisa Tula Pilar se funde a história da escritora do Canindé.

 

Ficha Técnica:

Direção: Camilla Lima, Felipe Nunes,Fernanda Pithan, Jéssica Cruz e Natália Francis;

 

Evento no Face book Confirme Presença: https://www.facebook.com/events/750972585064298/

Exibição Unica dia 2 de maio, o doc. Sem Clima - Uma república controlada pelo agronegócio

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Dia 02 de Maio, terça feira o Cine Matilha exibe o documentário de  Alceu Luís Castilho e Fabrício Lima

  Sem Clima - uma República controlada pelo agronegócio, ás 20h.

 

 

Sinopse: De Olho Nos Ruralistas lançou seu primeiro documentário: "Sem Clima - uma República controlada pelo agronegócio". Qual a relação entre a bancada ruralista e as mudanças climáticas? Ou, pensando no Acordo de Paris: com o Congresso que temos o Brasil será capaz de cumprir o acordo? Para tentar responder a essas perguntas o observatório entrevistou, durante sete meses, parlamentares e especialistas no tema. A equipe foi até Brasília conversar com os próprios ruralistas, mas acabou expulsa da sede da Frente Parlamentar da Agropecuária, uma mansão no Lago Sul. Por quê?

Desde o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, os ruralistas - que já tinham grande espaço no governo - se fortalecem ao ponto de indicar representantes em diversos postos chave do Executivo. Do Ministério da Agricultura ao Ministério da Justiça, passando pela Casa Civil. O poder político do agronegócio se multiplica.

Como eles têm agido no Congresso e no Executivo? Que leis estão aprovando, que projetos (relativos a desmatamento e terras indígenas, por exemplo) podem ameaçar os compromissos assumidos pelo Brasil? E o que pensam os parlamentares e lideranças críticos desse modelo ruralista?

 

Ficha Técnica:

Direção: Alceu Luís Castilho e Fabrício Lima

Duração: 41min.

Gênero: Documentário

Ano:2017

 

 Evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1865475847038985/ 

Em exibição no Cine Matilha Com os Punhos Cerrados, de Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti

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A partir de 25 de abril em exibição no Cine Matilha um filme de  Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti.

 

Sinopse: De uma estação clandestina, Eugenio, Joaquim e João invadem a transmissão de rádios tradicionais com poesia, música e provocações. Eles clamam por liberdade e planejam atos subversivos, o que começa a incomodar um poderoso magnata.Elenco :Luiz Pretti, Pedro Diogenes, Ricardo Pretti, Samya de Lavor, Rodrigo Capistrano, Uirá dos Reis e Guto Parente 

 

Ficha Técnica

 

Roteiro e Direção Luiz Pretti, Pedro Diogenes e Ricardo Pretti

Assistente de Direção Julia de Simone

Nacionalidade Brasil

Ano: 2014

Duração: 74min)

 

Programação 

 

 

Abril: 

 

Dia 25/04 ás 17h 

Dias 26 e 27/04 ás 20h40

Dia 29/04 ás 15h

 

 

 

Maio:

 

Dia 02/05 ás 17h e 18h30 (SESSÃO DUPLA)

Dia 03 e 04/05 ás 20h40

 

 

 

Sobre o Cine Matilha:

O Cine Matilha é um ambiente "pet-friendly" e recebe constantemente o público com seus pets . O espaço possui 68 lugares, além de 2 lugares para cadeirantes. 

Programação totalmente gratuita

Programação Detalhada Mostra Noosfera

Segunda Parte

Início ás 20:30

Duração:1:20

 

FILME SOM (2014)

9 min.

Direção: César Gananian e Alexandre Moura

Sinopse: Roberto Michelino é um inventor de instrumentos que atravessa a cidade envolvido por sons que ele mesmo cria. A montagem plástico-sonora convida o espectador à uma imersão hipnótica e sinestésica. Um filme para ver o som e escutar a imagem.

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=NgPXmT7zzmc

 

*Prêmios e exibições: Honorable mention Itamaraty at São Paulo International Short Film Festival, 2015 (Brazil); Honorable mention at Films and Arts of Iberian expression Festival, 2015 (Portugal); Clermont-Ferrand International Film Festival, 2015 (France).

 

Piece Of a Quiet Dream (ESTREIA) (2015) 

10 min. 

Direção: Bruno Rico

Sinopse: Um escritor e seu roteiro "sem história".

Trailer: https://vimeo.com/190862344

 

*Prêmios e exibições: Melhor curta experimental no Los Angeles Film And Script Festival (2015)

 

A Semente (2012) (ESTREIA nacional)

Direção: Rica Saito

8 min.

Sinopse: Um jovem viajante parte em busca de suas raízes indígenas nas montanhas de Quito. Lá, mais do que seu passado, ele se encontrará com seu futuro.

 

Farol Invisível (ESTREIA)

Direção: Bruna Callegari

18 min. 

Sinopse: Erguido em plena metrópole de São Paulo, um farol marítimo guarda mistérios e habita o imaginário dos moradores da cidade.

 

Free Country (2016) (ESTREIA) 

16 min. 

Direção: Bruno Rico

Sinopse: Um thriller sombrio sobre corrupção, imigração e o sonho americano. 

Trailer: https://vimeo.com/189229253

 

Deusa (2016) (ESTREIA)

18 min. 

Direção: Bruna Callegari

Sinopse: Deusa trabalha como arrecadadora no pedágio da ilha em que vive. Acostumada a ver o deslocamento dos viajantes, nunca havia pensado no próprio destino. Quando uma baleia encalha na praia, Deusa se sente diferente.

Trailer: https://vimeo.com/174595300

 

*Prêmios e exibições: Kikito de Melhor Direção de Arte - 44º Festival de Cinema de Gramado; 44º Festival de Cinema de Gramado; Brasil10ª Mostra CineBH - Belo Horizonte, Brasil; 26ª Curta Cinema - Rio de Janeiro, Brasil; 18º Festival Kinoarte de Cinema - Londrina, BrasilI; V Festança Caiçara - Ilha Comprida, Brasil14º Festival de Cortos Bogoshorts - Bogotá; Colômbia39º Festival de Clermont Ferrand; França; 20ª Mostra de Tiradentes, Brasil.

 

 

Programação Detalhada Mostra Noosfera

Primeira Parte 

 

Início ás 18:00

Duração: 1:35 

 

O Sequestro da Cultura Brasileira (2006)

22 min. 

Direção: Bruno Rico

Sinopse: Um bang-bang da tragi-farsa Cultura Brasileira. 

 

Trailer de Cola na Veia (2017)

1 min. 

Direção: MaicknucleaR

S/ Sinopse

 

Cryptofagia / Jérémie Zimmermann (2016)

12 min. 

Direção: Pravida / montagem e roteiro: Diego Arvate, Diego Sampaio, Walter Vector

Sinopse: As utopias de Jérémie Zimmermann, hacker e co-autor de Cypherpunks: Liberdade e o futuro da internet.

S/ sinopse

 

Não Finalizado (2015) 

6 min. 

Direção: Gregório Gananian

S/ Sinopse

 

Peircecografado p. Signatari

1.30 min.

Edição: Ana Elisa Carramaschi / Narração: Walter Vector

S/ sinopse

 

Retroprojeção Pignatari (2015) 

7 min. 

Direção: Gregório Gananian

 

Acaso Osasco. (2016) 

12 min. 

Direção: Diego Arvate e Ж.

Sinopse: 13 de agosto de 2015, 18 mortos, 15 em Osasco. ACASO OSASCO trata de reprogramar a signatura de Décio Pignatari não apenas como a do poeta-inventor da poesia concreta, mas como a de um pensador fundante para a cultura brasileira pós-2016, aquele que, como James Joyce, quis criar a consciência incriada de sua raça.

 

Incorporação / Foice a Face (2015)

5 min. 

Direção: Macca / Encouraçado Filmes 

Sinopse: Foice a Face é um documentário que discute a Representatividade Negra nas Artes Contemporâneas. O curta-metragem resume a passagem do projeto por Salvador com foco na dança e perfomance negra.

 

7FF on¢idia Ж

8 min.

Sinopse: Na antiga China a pele do tigre representava a “constância da mudança”, no mundo Maia no caminhar do Bolom Chon (jaguar) se liam constelações: dança do cosmos. No filme se agrupam fluxos; onças pintadas, 7 pancadas, plantas-manchadas, onças-valor, aranha-flor. Matéria-energia-informação varia. Comunicação-ao lado, mais-valia de código. Commodities, bit coins, montanhas de dados.7FF On¢idia: impossibilia real da vida capital.

 

Nosotros (2016)

20 min.

Direção: Fernando Akira, Eprr

Sinopse: Ação lúdica, ritual em imagens de vida transitória livre de memória e de um corpo. Fluxo como estrutura circular não linear, destruição de camadas de projeção.

 

Após da 10 minutos de intervalo 

 

Segunda Parte de Exibição: Programação Detalhada Mostra Noosfera (parte 2)

Continua

História da Capoeira

 

Durante o século XVI, Portugal enviou escravos para o Brasil, provenientes da África Ocidental. O Brasil foi o maior receptor da migração de escravos, com 42% de todos os escravos enviados através do Oceano Atlântico. Os seguintes povos foram os que mais frequentemente eram vendidos no Brasil: grupo sudanês, composto principalmente pelos povos Iorubá e Daomé, o grupo guineo-sudanês dos povos Malesi e Hausa, e o grupo banto (incluindo os kongos, os Kimbundos e os Kasanjes) de Angola, Congo e Moçambique. 

 

Os negros trouxeram consigo para o América/Novo Mundo as suas tradições culturais e religião. A homogeneização dos povos africanos e seus descendentes no Brasil sob a opressão da escravatura foi o catalisador da capoeira. 

 

 

A capoeira foi desenvolvida pelos escravos do Brasil, como forma de elevar o seu moral, transmitir a sua cultura e principalmente como forma de resistir aos seus escravizadores, geralmente era praticada nas capoeiras, e a noite nas senzalas onde os escravos ficavam acorrentados pelos braços, o que explica o fato de a maioria dos golpes serem desferidos com os pés, foi também muito praticada nos quilombos, onde os escravos fugitivos tinham liberdade para expressar sua cultura. 

 

Há relatos de historiadores de que Zumbi dos Palmares e seus quilombolas comandados, só conseguiram defender o Quilombo dos Palmares dos ataques das tropas coloniais, porque eram exímios capoeiristas, mesmo possuindo material bélico muito aquém dos utilizados pelas tropas coloniais e geralmente combatendo em menor número, resistiram a pelo menos vinte e quatro ataques de grupos com até três mil integrantes, comandados por capitães-do-mato, e foram necessários dezoito grandes ataques de tropas militares ao Quilombo dos Palmares para derrotar os quilombolas, soldados de Portugal relatavam ser necessários mais de um dragão (militar) para capturar um quilombola, porque se defendiam com estranha técnica de ginga, pernas, cabeça e braços, muitos comandantes de tropa portugueses e até um governador-geral, consideraram ser mais difícil derrotar os quilombolas do que os holandeses. 

 

Há registros da prática da capoeira nos séculos XVIII e XIX nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro, e Recife, porém durante anos a capoeira foi considerada subversiva, sua prática era proibida e duramente reprimida. Devido a essa repressão, a capoeira praticamente se extinguiu no Rio de Janeiro, onde os grupos de capoeiristas eram conhecidos como maltas, e em Recife, onde segundo alguns a capoeira deu origem à dança do frevo, conhecida como o passo. 

 

Após mais de quatrocentos anos de perseguições e proibições, a capoeira chega aos nossos dias com conteúdo artísticos, filosóficos, culturais e sociais, se tornando uma importante forma de manifestação cultural do nosso povo.

 

Tendo sua origem afro-brasileira, sendo uma mistura de diversas lutas, danças, ritmos e instrumentos musicais de diferentes povos, a capoeira está vinculada com a história do Brasil. É a contribuição do negro, do índio e do europeu dentro da nossa sociedade. Da escravidão até os dias atuais, sua história nos mostra muita força, capacidade de adaptação e resistência. 

 

Hoje em dia, mais forte e valorizada do que nunca, essa expressão cultural, fruto da miscigenação de raças, é tão misteriosa quanto o povo brasileiro, resiste às dificuldades diversas e caminha a passos determinados para o futuro. 

 

 

"Capoeira é uma arte que engloba várias artes em uma só: é um trabalho, uma luta, uma arte, uma dança. É poesia. Tudo isto tem seu momento, ou seja, ela é o que o momento determinar. É luta nacional brasileira, filosofia de vida. Como consequência, o capoeira compreende a vida de uma maneira diferente: com mais jogo de cintura. Dessa forma, consegue suportar melhor suas dificuldades e vivenciar com mais objetividade seus sentimentos."

(Mestre Camisa – presidente da ABADÁ-Capoeira)

Sobre o Mestrando Peixe Cru

 

 

Paulo Rogério Yoneyama, o Peixe-Cru, nascido na cidade de São Paulo, em 9 de Janeiro de 1970.

Em 1981, enquanto jogava bola perto de sua casa, viu um capoeirista executando alguns movimentos de capoeira, o que despertou sua curiosidade e seu interesse pela atividade.

No mesmo ano, contrariando a vontade de sua mãe, começou a treinar na academia do Mestre Meinha, do Grupo Cruzeiro do Sul. Frequentador assíduo da academia, logo foi batizado, após duas semanas de treinos. Aproveitando em evento realizado pelo seu Mestre.

Pela sua descendência nipônica, seus familiares questionavam sua escolha pela capoeira, em vez de treinar judô, karatê ou outra arte marcial oriental. Mas a beleza da capoeira, o ritmo, a ginga e os movimentos o atraíam de maneira irresistível.

Formou-se "Professor-Mirim" em 1985 e em 1987, quando Mestre Meinha fechou a academia, começou com Peixada, seu irmão, a dar aulas de capoeira em locais alugados e na garagem e sala de sua casa, o que foi o começo da sua academia.

Durante essas atividades viajava sempre com os seus alunos, indo prestigiar eventos e batizados de outros grupos de capoeira.

Em 1991, durante um evento, teve o seu primeiro contato com a Abadá-Capoeira, onde conheceu Cobra e outros integrantes do grupo. A forma de jogar e a técnica da Abadá trouxeram de volta os sentimentos iniciais que fizeram Peixe Cru iniciar na Capoeira e ele quis saber mais sobre esse grupo.

No mesmo ano, Mestre Camisa foi ministrar um curso a São Paulo, e incentivado por um amigo, o Caco Véio, juntou as economias e inscreveu-se, com a intenção de conhecer pessoalmente Mestre Camisa.

Depois do curso, Mestre Camisa convidou os presentes para conhecer a academia do Rio de Janeiro, e Cobra o convidou para se hospedar em sua casa.

Passado algum tempo, Peixe Cru foi para o Rio, onde fez alguns treinos com a Abadá-Capoeira.

Após esses contatos iniciais, esteve presente num Batizado do Cobra, onde conversou com Mestre Camisa e começou a fazer parte da Abadá-Capoeira.

Em 1993 oficializou-se no grupo, num evento que pegou a corda roxa. Coincidentemente, foi no mesmo ano que Cobra se formou Mestrando.

Em 1995 fez a sua primeira viagem para o exterior, indo para os Estados Unidos, São Francisco, num evento realizado pela Mestranda Márcia Cigarra.

Hoje ele é um profissional, e tem a capoeira como forma de vida, tirando dessa o seu sustento e da sua família. 

Possui uma academia em São Paulo, além de dar aulas em vários locais e desenvolver uma série de trabalhos sociais.

 

Formou-se Mestrando da Abadá-Capoeira em 2005!

Sobre Mestre Ronaldo Souza

 

FORMAÇÃO ACADÊMICA E ESPORTIVA

 

• Superior em Redes de Computadores Faculdade Sumaré – cursando

 

• Instrutor de kung fu do sistema Louva-a-deus – concluído em 2010

 

APERFEIÇOAMENTO E FORMAÇÃO

 

• Certificate of “Fundamentals of Bei Shaolinquan”, pelo Shifu Nelson Ferreira da Zhong Yi Kung

 

Association, Madison, WI – USA - maios de 2014

 

• Curso de Árbitro Central pela WKFL (World Kung Fu League) – fevereiro de 2016.

 

• Curso de Regras de Arbitragem de Sanda (Boxe Chines) pela WKFL (World Kung Fu League

 

Sanda Referee Team) – Novembro de 2015.

 

• Curso General rules and refereeing team building - Head Referee Gestures in a competition

 

pela WKFL (World Kung Fu League Sanda Referee Team) – Outubro de 2014.

 

• Curso de Árbitro Lateral pela WKFL (World Kung Fu League) – fevereiro de 2014.

 

• Curso de formação de instrutores da ASKF – Maio de 2010

 

• Curso de Espada Reta Damo Jian ministrado pelo Shifu Marcus Philipe Peres Martins – agosto

 

de 2014.

 

• Curso de Taolu do estilo Leopardo (Pao Chuan) ministrado pelo Shifu Aparecido de S. Soares

 

– junho de 2014.

 

• Curso de Wushu Competitivo – Changquan de 32 movimentos, ministrado pelo Shifu Cleber F.

 

L. de Souza – Junho de 2013

 

COMPETIÇÕES

 

• Participação como árbitro chefe no 9º Campeonato Brasileiro de Kung Fu – Agosto de 2015.

 

• Participação como atleta no 8º Campeonato Brasileiro de Kung Fu – Agosto de 2014.

 

• Participação como atleta no 7º Campeonato Paulista de Kung Fu – Maio de 2014.

 

• Participação como atleta no 11º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2013.

 

• Participação como atleta no 6º Campeonato Paulista de Kung Fu – Maio de 2013.

 

• Participação como atleta no 10º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2012.

 

• Participação como atleta no 5º Campeonato Paulista de Kung Fu – Maio de 2012.

 

• Participação como atleta no 9º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2011.

 

• Participação como atleta no 5º Campeonato Brasileiro de Kung Fu – Maio de 2014.

 

• Participação como atleta no 4º Campeonato Paulista de Kung Fu – Maio de 2011.

 

• Participação como atleta no 8º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2010.

 

• Participação como atleta no 3º Campeonato Paulista de Kung Fu – Junho de 2010.

 

• Participação como atleta no 6º Copa Brasil Internacional de Kung Fu – Novembro de 2008.

 

 

Apresentação Passa a Bola...

 

Podemos definir como um evento cultural que visa integrar linguagens que estão em efervêcencianas ruas e que naturalmente já estão ligadas entre si.   

A poesia declamada dos autores da literatura periférica que está presente nos diversos saraus,  o trabalho autoral dos mc’s  que realizam seus shows e a musica selecionadas pelos dj’s nas pistas dos bailes, numa dinâmica continua de intervenções “mixadas” umas nas outras resultando em uma apresentação coletiva  onde todos tem um espaço igual pra mostrar sua arte.  

Com democratização tecnológica e a idéia de cultura independente difundida e assimilada entre os produtores de cultura atualmente, a arte de rua muito se expandiu e evoluiu em sua qualidade, desde o acesso a informação até a finalização dos diversos produtos, sejam cd’s, clipes, livros ou simplesmente no seu conteúdo.  Porem os espaços para mostrar e distribuir  assim como as condições mercadológicas de investimento não acompanham uma cena que não para de crescer e ter novos representantes. O que vemos hoje é a idéia de alguns emergentes que conquistam maiores espaços e uma agenda de atividades remuneradas e uma quantidade muito maior de artistas na batalha cotidiana para conseguir dar continuidade aos seus trabalhos.  

Com esse mesmo senso de rapidez da atualidade, seja no surgimento de novos talentos como na absorção dos lançamentos  (sabemos que hoje as pessoas querem uma amostra, uma musica, um poema pra terem o primeiro contato com a obra) propomos esse conceito, circular , “giratório” onde um poeta passa o microfone pra um mc/cantor/grupo que  passa a “vez” pra um DJ que dispara um som que o publico já tenha assimilado ou algo totalmente novo mas já finalizado... Assim os presentes conseguem manter a atenção focada nos eventos propostos.   

 

Um passa bola pra outro que chuta pra outro... Um só time onde todo mundo faz gol.

Formas de Pagamento e Política de Reembolso

Formas de Pagamentos

Cartão de crédito e Debito (Efetuar o pagamento no espaço) Deposito bancário - confirmação mediante ao envio do comprovante)

Política de Reembolso

Em caso de desistência, independente do motivo, a pessoa pode transferir sua vaga a alguém com até 2 dias ,e comunicar  troca para a organização.
Se não tiver alguém para transferir, segue a tabela abaixo;

Data

Reembolso de:

15 dias antes do evento

80% do valor total

10 dias antes do evento

40% do valor total

05 dia antes ou no dia do  evento


10% do valor total

O reembolso pode demorar até 10 dias úteis.

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