Passando a Bola... Delas... Dia 10 de março na Matilha Cultural

 

Passando a Bola... É Delas...

Dia 10/03 das 18:00 as 22:00hs

Passa a Bola é um evento cultural que abre outros espaços pra linguagens que já estão em efervescência na rua e que estão ligadas entre si naturalmente como a poesia e o rap. 
A ideia é uma dinâmica toda “mixada” entre os artistas: uma poesia é declamada passa pra uma música ao vivo e segue pra uma performance de dj e assim sucessivamente onde muitas histórias são contadas e conduzindo o publico a novas experiências. 
Nesse mês de março, tido como o mês da mulher e do hip hop, o Passa a Bola pretende ser mais um ponto de fortalecimento para a expressão artística feminina que muito tem a celebrar em conquistas e muito a discutir sobre as estáticas desiguais.  Além da convergência de todas a minas que vão participar, que resulta sempre em uma troca inspiradora. A renda será convertida para o movimento das Mães de Maio. Acreditamos que o time escalado pra essa edição e uma ótima amostra da produção artística atual. 

Passa a Bola...é delas….
 
Na Matilha Cultural, Pocket Show de  Bivolt; Livia Cruz; Bia D'oxum; Lurdez da Luz; Stefanie Roberta; Pamelloza e BrisaFlow. Intervenção Poética  de Roberta Estrela D’Alva; Mel Duarte e  Pam. Mais discotecagem com Dj Sophia. Entrada 5 reais. 
 
Saiba mais sobre o passando a Bola clicando em:  Apresentação Passa a Bola...
 
 
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Show de Lançamento do Ep. Partindo do Principio 1.1 WAGNO VOX, com show de abertura de Joker

Acontece no dia 10 de dezembro, na Matilha Cultural, o lançamento do EP Partindo do princípio 1.1, do rapper paulistano Wagnovox. O evento será realizado às 18 horas, com ingressos vendidos na Matilha Cultural a R$ 5. A EP tem 9 faixas, incluindo o single Senhor do Destino. O show de abertura fica por conta do DJ Joker. O rapper pauslitano Wagnovox é de Pirituba. Desde 2004, atua no cenário do rap, tendo realizado diversos shows com artistas renomados, além de participar das Viradas Culturais de 2012 e 2013.

Sobre a Matilha Cultural

Com sete anos completados em maio, a Matilha Cultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. Integra um espaço expositivo, sala multiuso, café, além de um cinema com 68 lugares. Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas socioambientais do Brasil e do mundo.

A Matilha não é um espaço imparcial ou contemplativo no mundo atual da instantaneidade da produção de conteúdo: assume uma postura politizada e apartidária, atuando junto à cena independente de cultura. Ao aglutinar projetos e expressões culturais atuais, a Matilha funciona como um centro de ideias coletivas.Toda programação da Matilha Cultural é gratuita ou a preços populares. O espaço pode ser locado para eventos privados e a renda dessa locação é revertida para financiar projetos culturais e socioambientais da entidade.

 

MATILHA CULTURAL

 

Rua Rego Freitas, 542 – São Paulo

Tel.: (11) 3256-2636

Horários de funcionamento: terça-feira a domingo, da 12h às 20h/ exceto

sábados: 14h às 20h

Wi-fi grátis

Cartões: VISA (débito/ crédito)

Entrada livre e gratuita, inclusive para cães

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Festival O Fino da Zica na Matilha Cultural, sábado dia 19/11

Festival O Fino da Zica #01

Sábado, dia 19 de novembro, acontece o Festival O Fino da Zica #01, na Matilha Cultural. Na sua primeira edição, o rolê promovido pelo O Fino da Zica, canal de rap do Youtube, traz apresentações de quatro convidados que passaram pelas suas lentes ao longo de 2016: Lews Barbosa, Edgar, Lay e Mano Money´s. Para entrar, basta que o público leve peças de roupa para doação.

A parada acontece na Matilha Cultural, casa conhecida pela programação aberta e de qualidade, que também será responsável pela entrega das peças a pessoas em situação de rua que vivem no centro de São Paulo. As principais demandas são tênis, chinelos e mochilas.

No ar desde março de 2016, O Fino da Zica não quer ser só um canal do Youtube e busca marcar presença no offline, lugar que até a década 90 atendia pelo nome de rua.

O Festival O Fino da Zica #01 celebra o gênero musical que mais cresce, que mais instiga e que mais se reinventa no Brasil. Se você quer entender um lugar, escute os raps que vêm de lá.

O Fino da Zica

O Fino da Zica é um canal dedicado ao RAP. Temos um entrevistado por mês e soltamos conteúdo no Youtube toda semana, com os três quadros do programa: Melhor de Três, Dixavando e Dissertação. Na última semana do mês, mandamos pro ar a entrevista completa com o rapper da vez.

MELHOR DE 3: o rapper aponta suas três letras, flows e batidas preferidas do rap universal. 

DIXAVANDO: pedimos pro entrevistado dissecar aquela letra muito louca que neguinho acha que tá ligado, mas não entende é nada.

DISSERTAÇÃO: aqui é que mora O mais Fino da Zica. Conteúdo exclusivão produzido pelos MCs para a gente. Pra cada rapper, nós pedimos um texto sobre um assunto diferente e o rapper declama o texto pras lentes do Fino

Entrevistados da primeira temporada:

01: Mano Money’s. Expoente da nova geração e nome recorrente nos saraus da periferia. 

02: Marcello Gugu. Zica dos improvisos, fundador da batalha do Santa Cruz e educador da Fundação Casa.

 03: Lews Barbosa. Fundador do Potencial 3 e precursor do Slam em São Paulo.    

 04: Ingles. Direto do Vale do  Paraíba, o rapaz é da linha de frente da cena da região, junto com Nego Max e Síntese, com quem já lançou um CD.

05: Ogi. Seus dois cds entraram rapidamente pro hall dos clássicos do séc. XXI do rap brasileiro. Crônicas com flow são sua especialidade.

06: Sombra. Fundou o SNJ, já gravou com todas as lendas do rap brasileiro – ele mesmo é uma delas – e atualmente participa do Senzala Hi-Tech.  

07: Edgar. Diferente de tudo que existe no rap, o menino já tem dois cds lançados e dificilmente não impressiona quem escuta seu rap futurista-ancestral.

08: Lay. Dando um cruzado no queixo dos machistas com raiva e elegância, a mina tem muito a dizer e faz isso em cima de algumas das melhores batidas de 2016. 

O programa nasceu como um podcast na Rádio Jacaré, em 2012, mas pelas idas e vindas dos criadores, acabou ainda naquele ano. Na época, entrevistamos Amiri, Slim Rimografia, Sombra, Jamés Ventura, Ogi e Z’África BrasilTá tudo lá site da rádio.

Depois de um tempo, resolvemos trazer a ideia pro Youtube e deixar só a cara dos MCs em evidência. São eles que têm o que falar. Vê se me entende, o no estudante aprende e o professor ensina.

 

 

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RINHA DOS MCS: A FESTA MAIS AUTENTICA DO HIP HOP NACIONAL AGORA UMA VEZ POR MÊS NA MATILHA CULTURAL (março 2012)

---> Batalhas de MCS ao longo do ano com apresentações surpresa dos idealizadores do projeto, Criolo e Dj Dan Dan, além de shows, DJs, dança urbana e muito mais
Umas das festas mais autênticas do Hip Hop nacional, a Rinha dos MCs, evento dedicado às batalhas de improvisação, acontece agora uma vez por mês no centro de cultura independente Matilha Cultural.
As batalhas de MC, ou ´rinhas´, são encontros tradicionais no Hip Hop no qual dois mestres de cerimônia (MCs) duelam entre si com rimas improvisadas, faladas em cima de uma base (batida) tocada pelo DJ; um MC enfrenta o outro podendo pegar o microfone por duas vezes durante 45 segundos cada um. As rimas trazem um conteúdo repleto de humor e sarcasmo, o que acaba divertindo o público, que entra na disputa torcendo ardorosamente por quem está rimando melhor e assim vai eliminando os competidores. O que vale é a rapidez de raciocínio e a capacidade de empolgar a platéia, que vai escolher o vencedor da batalha.
A edição mensal terá sua estréia no dia 24 de março a partir das 19hs com apresentação de um dos idealizadores do projeto DJ Dan Dan e traz ao público pista com DJs, show do grupo Avante O Coletivo e claro, muita batalha de MCS com inscrição local.
“A parceria entre a Rinha dos MCs e a Matilha Cultural é algo que vem de encontro para fortalecer a cena do hip hop nacional” diz Dan Dan.
ORIGEM DAS BATALHAS
As batalhas tiveram sua origem em meados dos anos 1960 nos subúrbios de Nova York, quando o hip hop engatinhava como forma de expressão com seus quatro pilares: graffiti (arte), DJ (disc jóquey), MC (poesia, rima) e B-Boy (dança). Os sound systems (dois toca-discos interligados, com dois amplificadores e um microfone) eram levados para a rua no intuito de animar os quarteirões do Bronx,o DJ pegava o microfone e começava a rimar para chamar o pessoal. Atraía mais público aquele que mandava melhor no microfone e nos toca-discos.
SERVIÇO:
Data: 24|03|2012
Local: Matilha Cultural | R. Rego Freitas, 542
Centro | São Paulo | SP
Fone: (11) 3256-2636
Horário: A partir das 19h
Entrada gratuita
Capacidade: 300 pessoas
Mais informações: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
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